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Papel de parede ODF

September 24th, 2010

Já faz bastante tempo que quero fazer um papel de parede com o logo do ODF para meu smartphone, mas como não tenho a habilidade necessária, nunca consegui nada que não passasse do tosco…

Outro dia eu estava procurando na Internet para ver se achava algum legal, e encontrei um logo do ODF muito bem feito no site andy.fitzsimon.com.au. Entrei em contato com o Andy e pedi autorização para ele para usar o logo e ele além de autorizar me enviou ainda um arquivo SVG com mais uma série de ideias…

Com base neste arquivo que criei o papel de parede abaixo, em duas versões: BlackBerry (que também serve para desktops e outros smartphones com teclado) e Android (que pelas dimensões da tela teve o logo principal reduzido).

ODF Walpaper Small

Disponibilizo ainda o arquivo em SVG com o logo, na esperança que alguém com mais talento gráfico por aí faça um logo mais legal.

Divirtam-se e distribuam livremente o material !

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ODF Wallpaper

September 24th, 2010

I’ve spend a lot of time on the past years trying to make a wallpaper with the ODF logo for my smartphone, but as I don’t have the necessary graphical skills, I never got anything that could be useful…

Few weeks ago, I was searching the Internet to find some cool ODF logos, and finally found one very well done on a site andy.fitzsimon.com.au. I contacted Andy and asked his permission to use the logo. He authorize me and even send me an SVG file with other ideas…

Based on this file I created the wallpaper below, in two versions: BlackBerry (which also fits on desktops and other smartphones with keyboards) and Android (which by the size of the screen had the main logo reduced).

ODF Walpaper Small

I’m also publishing here the SVG file with the wallpaper, in the hope that someone out there with more talent could make a better wallpaper.

Enjoy the material and distribute freely!

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Fondo de pantalla ODF

September 24th, 2010

He pasado mucho tiempo en los últimos años intentando hacer un fondo de pantalla con el logotipo de ODF para mi smartphone, pero como habilidades gráficas necesarias, nunca he hecho nada útil.

Hace unas semanas, yo estaba buscando en Internet algunos logotipos de ODF, y finalmente encontré uno muy bien hecho en el sitio andy.fitzsimon.com.au. Entré en contacto con Andy y él me permitió a utilizar su logotipo y incluso me envió un archivo SVG con otras ideas…

Con base en este archivo, he creado el fondo de pantalla abajo, en dos versiones: BlackBerry (que también se puede usar en computadores y otros smartphones con teclado) y Android (que por el tamaño de la pantalla tuve el logo principal reducido).

ODF Walpaper Small

También estoy publicando aquí el archivo SVG con el fondo de pantalla, con la esperanza de que alguien por ahí con más talento podría hacer un fondo de pantalla mejor.

Disfrute del material y lo distribuya libremente!

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Um obituário para Larry Ellison

September 3rd, 2010

Há alguns anos atrás, descobri quase sem querer que Alfred Nobel (sim, o cara do prêmio Nobel) foi na verdade o inventor da dinamite, e fiquei muito curioso com isso, pois como o homem invetou algo que matou e ainda mata milhares de pessoas no mundo todo pode dar nome ao título que reconhece as pessoas que mais batalharam em seu campo de atividade, incluindo a Paz Mundial.

A resposta é bastante intrigante: Em 1888, quando faleceu Ludvig Nobel (irmão de Alfred), os jornais da França erroneamente publicaram a informação da morte de Alfred Nobel, e colocaram em seu obituário: “O mercador da morte está morto: Dr. Alfred Nobel, que se tornou rico por encontrar maneiras de matar as pessoas mais rápido do que nunca, morreu ontem.”

Quando leu nos jornais o seu próprio obituário, Nobel percebeu que sua vida realmente tivesse acabado naquele dia, seria assim que a humanidade iria se recordar dele: um genocida. Por isso ele deixou em seu testamento o desejo de que grande parte da sua fortuna fosse destinada a criação do Prêmio Nobel, que seria entregue sem distinção de nacionalidade às pessoas, que se destacassem em algumas áreas de conhecimento, com destaque à luta pela Paz Mundial.

Não importa quem você é, o que você tem ou qual o tipo de vida que decidiu ter, cedo ou tarde todos nos vamos nos defrontar com a morte, e quando esta hora chegar, todos irão certamente pensar a mesma coisa (nem que por apenas alguns segundos): Como as pessoas irão se lembrar de mim…

Passei por uma experiência traumática dessas ainda muito cedo na vida, e lhes garanto que este é o primeiro pensamento que nos vem à cabeça quando olhamos a morte nos olhos.

Não me lembro exatamente a fonte, mas quando eu pesquisava sobre a vida do Steve Jobs para um trabalho na pós graduação, encontrei um texto escrito por um jornalista e amigo do Sr. Jobs que tinha um título parecido com “A tarde em que o Steve Jobs morreu”.

O autor do artigo contava que quando os resultados dos primeiros exames feitos quando o câncer no pâncreas do Steve Jobs foi detectado ficaram prontos, numa consulta matinal ele recebeu de seu médico uma sentença de morte: você tem apenas mais alguns meses de vida. O médico avisou ainda que faria mais uma bateria de exames naquele dia, mas que não acreditava que alguma cura pudesse ser alcançada e que por isso era melhor o Steve se preparar para a partida deste mundo.

Os exames foram realizados e no final do dia foi detectada uma chance de salvar a vida dele, o que de fato aconteceu.

Diz o autor do texto que durante as horas em que teve que conviver com sua sentença de morte, o Steve Jobs acabou sendo obrigado a repensar em toda a sua vida, decisões que havia tomado e coisas que tinha feito (e que tinha deixado de fazer). O resultado desta tarde de solidão olhando nos olhos da morte foi a estratégia que levou a Apple a chegar onde está hoje (e muito mais vem pela frente) e no campo pessoal o Steve Jobs assumiu a paternidade de uma filha que ele negava em reconhecer já há quase 20 anos.

Não sei se ouve algum evento traumático como os que citei na vida de Bill Gates, mas o trabalho que ele faz hoje na Fundação Melinda Gates é absolutamente admirável, e o que mais me surpreende nisso tudo é a quantia de dinheiro (e esforço pessoal) que ele coloca na pesquisa por uma vacina contra a Malária.

A Malária é uma doença que mata milhares de pessoas no mundo todo, principalmente crianças, e ela têm uma característica que mostra o que existe de mais nojento em nosso mundo hoje: Como a Malária mata muito apenas em países que vivem na extrema pobreza, nenhuma empresa da indústria farmacêutica se interessa pela pesquisa da vacina para a doença, pois nenhum desses países tem condição de adquirir as vacinas por um preço que dê o lucro desejado ás empresas.

Já faz mais de um ano que a Oracle comprou a Sun Microsystems, e acredito que este já foi o prazo mais do que suficiente para que a empresa tomasse uma decisão em relação aos projetos e tecnologias abertas que a Sun tinha e mantinha.

Até o presente momento, tudo o que podemos ver é uma grande nuvem cinza pairando sobre todos os projetos, e uma inabilidade exemplar em lidar com comunidades, o que para mim é um indício grave de que o mundo livre como conhecemos jamais será o mesmo.

Estou cansado de ouvir perguntas sobre o futuro do Java, do OpenOffice e do MySql (para me ater a apenas três dos projetos), e mais cansado ainda em tentar conversar com as pessoas com quem tenho contato na Oracle e sempre ouvir a mesma ladainha (investir mais e fazer melhor) que não se traduz em nenhuma ação concreta. Estou cansado de viver num mundo de incertezas e de boatos seguidos nesta área.

Fiquei ainda muito irritado com o recente episódio envolvendo a Oracle e o Google, não pelo processo em si (pois não sou advogado para avaliá-lo com precisão), mas pela mensagem clara que vem dele: Vamos usar nossas patentes de forma agressiva (o oposto da utilização defensiva de patentes que a Sun fazia).

A Sun possuía milhares de patentes que todos nós, usuários ou desenvolvedores de tecnologia da informação, usamos e “violamos” diariamente. Todo esse “arsenal nuclear” está nas mãos da Oracle e pelo que podemos ver, vão utilizá-lo.

Tudo isso acontece exatamente no ano em que nosso amigo Larry Ellison ganha o prêmio de CEO mais bem remunerado do mundo, chegando a posição de número 6 no ranking das pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna pessoal estimada em US$ 28 bilhões.

Por tudo que conheço da Oracle, sei que as grandes decisões são ainda tomadas pelo Sr. Ellison e portanto qualquer tentativa de sensibilização de outras pessoas na organização serão inócuas.

Por este motivo, tomo a liberdade de deixar aqui o Obituário do Larry Ellison, pois quem sabe após essa leitura ele mesmo “acorde” como os demais colegas citados neste artigo.

“Morre Larry Ellison: O Pontius Pilatus da era digital

Morre Larry Ellison, Fundador da Oracle e um dos homens mais ricos do mundo, que entre inúmeras aventuras com carros esporte e iates de luxo comprou e destruiu inúmeras empresas. Conhecido como o Pontius Pilatus da era digital por ter “lavado as mãos” inúmeras vezes após a compra da Sun Microsystems, abalando as estruturas do mundo do código aberto, destruindo empresas e sonhos no mundo todo.”

Ainda dá tempo de mudar isso, mas não sei se o Sr. Ellison está realmente interessado. Quem sabe agora ele medite sobre seu Sunset a bordo de seu Rising Sun. Como costumava cantar o Kansas: “…todo o seu dinheiro não irá te comprar mais um minuto.”

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An obituary for Larry Ellison

September 3rd, 2010

A few years ago, I discovered almost by accident that Alfred Nobel (yes, the Nobel Prize guy) was actually the inventor of dynamite, and I was very curious about it, because how the man who invented something that killed and still killing thousands worldwide can give his name to the award that recognizes the people who fight hard in their fields of activity, including the World Peace.

The answer is quite intriguing: In 1888, when Ludvig Nobel (Alfred’s brother) died, the French newspapers mistakenly published Alfred Nobel’s death, and put in his obituary: ”The merchant of death is dead: Dr. Alfred Nobel, who became rich by finding ways to kill more people faster than ever before, died yesterday.”When he read in the newspapers his own obituary, Nobel realized that if his life was really ended that day, the humankind would remember him as a genocide. So he left in his will the desire to donate much of his fortune for the creation of the Nobel Prize, to be awarded, without distinction of nationality, as a recognition to people that really worked hard in some knowledge areas, including the fight for World Peace.

Doesn’t matter who you are, what you have or what kind of life you decided to have, sooner or later all of us will face death, and when the time came, everyone will surely think the same thing (even for just few seconds): How people will remember me ?

I went through such a traumatic experience too early my life, and assure you that this is the first thought that comes to mind when you look death in the eye.

I do not remember the exact font, but when I was researching Steve Jobs biography for a paper in my post graduation days, I found a text written by a journalist that was also a friend of Mr. Jobs and had a title like “The afternoon when Steve Jobs died “.The text explained that when Jobs pancreatic cancer was detected and with the first test results in hand, Jobs received from his doctor a death sentence on a morning: you only have a few months of life. The doctor also warned that additional tests would be done on that day, but he didn’t believed at the time that a cure could be achieved and recommended to Steve to prepare for departure from this world.

The testes were performed and on the end of the day they found a chance to save his life, what actually happened.The author says that during the hours he had to live with his death sentence, Steve Jobs ended up being forced to rethink his whole life, decisions taken, and things he had done (and not done). The result of this lonely afternoon looking into death’s eyes is the strategy that led Apple to get where they are today (and much more to come) and on the personal field, Steve Jobs assumed the paternity of a daughter he has refused to recognize for almost 20 years.

I don’t know if something as dramatical as those two histories happened on Bill Gates life, but the work he does today at Melinda Gates Foundation is absolutely admirable, and what surprises me most about this is the amount of money (and personal effort) that he puts in the research for a vaccine against malaria.

Malaria is a disease that kills thousands of people worldwide, mostly children, and it has a feature that shows the most disgusting side in our world: Malaria kills almost only in countries that live in extreme poverty, and because of that, the pharmaceutical industry don’t care about the research of a vaccine for the disease, because none of those countries can afford to buy vaccines at a price that gives the desired profit to the industry.

It is over a year since Oracle bought Sun Microsystems, and I believe that this period was more than sufficient for the company to take a decision regarding the open projects and technologies that Sun had and maintained.

Until now, all we see is a big gray cloud hovering over all projects, and an amazing inability to deal with communities, which for me is a serious indication that the free world as we know will never be the same.

I’m tired of hearing questions about the future of Java, OpenOffice and MySQL (to limit myself to only three projects), and even more tired of trying to talk to people with whom I have contact in Oracle and always hear the same history (invest more and do better), that simply doesn’t translate into any concrete action. I’m tired of living in a world of uncertainty and rumors in this area.

I still very angry about the recent episode involving Oracle and Google, not by the process itself (I’m no lawyer to evaluate it accurately), but the clear message that comes from it: We’ll use our patents aggressively (the opposite defensive use of patents that Sun had).

Sun Microsystems had thousands of patents that we all, users or developers of IT use and “violate” on daily basis. This “nuclear arsenal” is on Oracle’s hands and as we can see, they will use it.

All this happens exactly in the year that our friend Larry Ellison won the award for best-paid CEO in the world, peaking at number 6 in the ranking of richest people in the world with a personal fortune estimated at US$ 28 billion.

For all I know about Oracle, the big decisions are still made by Mr. Ellison and therefore any attempt to raise awareness of other people in the organization is innocuous.

For this reason, I take the liberty to leave here the obituary of Larry Ellison. Maybe after reading this “wake up” as the other guys cited in this article.

“Larry Ellison Dies: The Pontius Pilate of the Digital Age

Larry Ellison died. Oracle’s founder and one of the richest men in the world, which among numerous adventures with sports cars and luxury yachts bought and destroyed many companies worldwide. Known as the Pontius Pilate of the digital age for having “washed his hands” several times after the purchase of Sun Microsystems, shaking the structures of the open source world, destroying businesses and dreams all over the world. ”

He still have time to change that, but I do not know if Mr. Ellison is really interested. Maybe now he meditates about his Sunset on a trip on his Rising Sun. As Kansas used to sing, “…and all your money won’t another minute buy.”

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Un obituario para Larry Ellison

September 3rd, 2010

Hacen algunos años, descubrí casi por accidente que Alfred Nobel (sí, el chico del Premio Nobel) fue en realidad el inventor de la dinamita, y yo tenía mucha curiosidad sobre esto, porque ¿cómo el hombre que inventó algo que mató y sigue matando a miles en todo el mundo puede dar su nombre al premio que reconoce a las personas que pelear duro en sus campos de actividad, incluida la Paz Mundial ?

La respuesta es muy interesante: En 1888, cuando Ludvig Nobel (hermano de Alfred) murió, la prensa francesa publicó por error la muerte de Alfred Nobel, y ha publicado su obituario: “El mercader de la muerte esta muerto: Dr. Alfred Nobel, que se había enriquecido encontrando maneras de matar a más gente que nunca antes, murió ayer.”Cuando leyó en los periódicos su propio obituario, Nobel se dio cuenta de que si su vida hubiera terminado en realidad ese día, en la historia el seria un genocida. Así que dejó en su testamento el deseo de donar gran parte de su fortuna para la creación del Premio Nobel, que se concederá, sin distinción de nacionalidad, como un reconocimiento a la gente que realmente trabajó duro en algunas áreas del conocimiento, incluyendo la lucha por la Paz Mundial.

No importa quién eres, lo que tiene o qué tipo de vida llevaste, tarde o temprano todos vamos a enfrentar la muerte, y cuando el momento llegar, todo el mundo seguramente va a pensar lo mismo (mismo que en pocos segundos ): ¿Como las personas se acordarán de mí?

Pasé por una experiencia demasiado traumática muy temprano en mi vida, y les aseguro que este es el primer pensamiento que viene a la mente cuando se mira la muerte en los ojos.

No recuerdo la fuente exacta, pero cuando yo investigaba la biografía de Steve Jobs para un trabajo en mis días de pos graduación, me encontré con un texto escrito por un periodista que también era amigo de Jobs y tenía un título como “La tarde cuando Steve Jobs murió “.

El texto explica que cuando el cáncer de páncreas se detectó en Jobs, con los resultados de las primeras pruebas en sus manos, Jobs recibió de su médico una sentencia de muerte en una mañana: sólo tiene unos pocos meses de vida. El médico también advirtió que pruebas adicionales que se haría en ese día, pero él no creía en el momento que la cura podría lograrse, y recomendó a Steve para preparar su partida de este mundo. Las pruebas fueran hechas y al final del día se encontró una chance de salvar su vida, lo que realmente ocurrió.

El autor dice que durante las horas que tuvo que vivir con su sentencia de muerte, Steve Jobs terminó siendo obligado a replantearse toda su vida, las decisiones adoptadas, y las cosas que había hecho (y no hecho). El resultado de esta tarde solitaria mirando la muerte en los ojos, es la estrategia que llevó a Apple a llegar a donde está hoy (y mucho más por venir) y en el ámbito personal, Steve Jobs, asumió la paternidad de una hija que hubiera negado a reconocer durante casi 20 años.

No sé si algo tan dramático como estas dos historias ha sucedido en la vida de Bill Gates, pero el trabajo que hace hoy en Melinda Gates Foundation es absolutamente admirable, y lo que más me sorprende de todo esto es la cantidad de dinero (y el esfuerzo personal) que pone en la investigación de una vacuna contra la malaria.

La malaria es una enfermedad que mata a miles de personas en todo el mundo, la mayoría niños, y tiene una característica que muestra el lado más repugnante de nuestro mundo: la malaria mata a casi sólo en los países que viven en la pobreza extrema, y por eso, la industria farmacéutica no se preocupa por la investigación de una vacuna para la enfermedad, porque ninguno de esos países pueden permitirse el lujo de comprar vacunas a un precio que da el lucro deseado para la industria.

Hace más de un año desde que Oracle compró Sun Microsystems, y creo que este período fué más que suficiente para que la empresa tome una decisión con respecto a los proyectos y tecnologías abiertas con los cuales Sun estuve involucrada.

Hasta ahora, todo lo que vemos es una gran nube gris se cierne sobre todos los proyectos, y una incapacidad asombrosa para tratar con las comunidades, que para mí es un indicio grave de que el mundo libre como conocemos nunca más será lo mismo.

Estoy cansado de escuchar preguntas sobre el futuro de Java, OpenOffice y MySQL (para limitarme a sólo tres proyectos), y aún más cansado de intentar hablar con personas con que tengo contacto en Oracle y siempre escuchar la misma historia (invertir más y hacerlo mejor), que simplemente no se traduce en medidas concretas. Estoy cansado de vivir en un mundo de incertidumbre y rumores en este ámbito.

Sigo muy enfadado por el episodio reciente relacionado con Oracle y Google, no por el proceso en sí (yo no soy abogado para evaluar con precisión), pero por la clara mensaje que viene: Usaremos nuestras patentes de forma agresiva (lo opuesto al uso defensivo de patentes hecho por Sun).

Sun Microsystems había miles de patentes que todos nosotros, usuarios o desarrolladores de tecnología da información usamos y “violamos” todos los días. Este “arsenal nuclear” está ahora en manos de Oracle y como podemos ver, lo utilizarán.

Todo esto sucede exactamente en el año que nuestro amigo Larry Ellison ganó el premio de CEO mejor pagado del mundo, llegando al número 6 en el ranking de personas más ricas del mundo con una fortuna personal calculada en 28 mil millones de dólares estadounidenses.

Por lo que sé acerca de Oracle, las grandes decisiones son siempre hechas por el Sr. Ellison y por tanto, cualquier intento de tocar la conciencia de otras personas en la organización es inocuo.Por esta razón, me tomo la libertad para escribir aquí el obituario de Larry Ellison. Tal vez después de leer esto, el “desperte” como los otros citados en este artículo.

“Muere Larry Ellison: El Poncio Pilatos de la era digital

Larry Ellison murió. fundador de Oracle y uno de los hombres más ricos del mundo, que entre numerosas aventuras con los coches deportivos y yates de lujo ha comprado y destruido muchas empresas en todo el mundo. Conocido como el Poncio Pilatos de la era digital por haber “lavado sus manos” varias veces después de la compra de Sun Microsystems, sacudiendo las estructuras del mundo del código abierto, destruyendo empresas y sueños en todo el mundo. ”

Aún hay tiempo para cambiar eso, pero no sé si el señor Ellison está realmente interesado. Tal vez ahora medite sobre su Sunrise en un viaje en su Rising Sun. Cómo Kansas, solía cantar, “… y todo tu dinero no comprará un minuto más.”

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There’s been such a long time since I’ve started working with the community that is working to change the music scene in Brazil, bringing the real freedom to musicians and to music here.

This movement is being pushed in Brazil by a a group of individuals and bands, and “O Teatro Mágico” (something like “The Magic Theatre”… you really need to see what they doing here searching for “O Teatro Magico” at Youtube !).

One of their songs, named “Durma, medo meu” is simply the music that really touched me on the past years, and I’ve decided to give something back…

If they were a “Regular Band”, the most could do was limited to a letter, but seeing that they’re really pushing the limits of the free music in Brazil, using only Free Software, I’ve recorded a Piano on the song, years after it was recorded.

You may check the final result here:

- Youtube

- Download

Long live to freedom, and long live to free music ! Together we’re even better !

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Quién ya me conosce, sabe que tengo trabajado hace algun tiempo con la gente que esta trabajando para cambiar la musica brasileña, en vista de la liberdad del artista e de la musica.

Uno de los principales incentivadores de eso en Brasil son los queridos amigos de la trupe llamada “O Teatro Mágico” (algo como “El Teatro Mágico”).

Una de sus canciones, llamada “Durma, medo meu” es simplesmente la canción que más me ha tocado en los últimos años y por eso, utilizando software libre, he hecho una “participación especial” ne su grabación, años después de que ella se realizó.

Por eso, les presento “Durma, medo meu”, com mi piano, cosa que solo la música libre nos permite:

- Youtube

- Download

Viva la música libre !

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Durma, medo meu…

July 4th, 2010

Peço licença aos que me acompanham por aqui, para lhes dar um presente neste começo de semana…

Vivo escrevendo aqui sobre tecnologia e por vezes cito música livre além de já ter escrito algumas sobre o Teatro Mágico.

Finalmente tenho alguma coisa bem legal para ilustrar a todos como o mundo têm mudado nos últimos tempos, tomando por base o compartilhamento de conhecimento e as maravilhas que o Software Livre nos permite.

Sou fã de carteirinha de uma banda brasileira chamada “O Teatro Mágico“, e vasculhando a rede por músicas deles, que estão todas disponibilizadas gratuitamente como música livre, um dia encontrei uma pérola chamada “Durma, medo meu…”.

É de fato uma das músicas mais bonitas que já ouvi na vida e ela me cativou desde a primeira vez que ouvi… só que a paixão foi tanta, que me senti na obrigação de lhe dar algo de volta…

Se fosse uma música de uma banda daquelas trancadas em gravadoras, eu pouco poderia fazer, mas sendo o Teatro Mágico a banda que puxa a nova MPB brasileira (MPB = Música Para Baixar), me senti mais do que bem vindo em devolver de forma sonora o que achava que a música merecia.

Foi assim que, utilizando software livre, alguns anos depois da música gravada, eu coloquei meu piano intrometido na música que tanto gosto…

Aos que se interessarem por ela, pode ser ouvida no YouTube aqui ou baixada em MP3 aqui.

Baixem, distribuam e divulguem: esta é a música livre !

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O Fork Blues…

June 4th, 2010

Há alguns meses, eu estava em casa tomando uma cerveja e tocando violão, quando me apareceu um riff de blues na cabeça. Imediatamente conectei meu violão elétrico ao meu notebook, e gravei a ideia de riff usando um software livre mais do que versátil e útil para isso chamado Audacity (além de ser o “canivete suiço” do áudio digital, ainda é multiplataforma).

Gravei o arquivo na boa e velha pasta onde deixo sempre minhas ideias musicais armazenadas, mas desta vez tive uma ideia diferente: Será que eu preciso mesmo fazer esta música toda sozinho ? Será que ela vai ser mais útil armazenada na minha “pasta de ideias” ou solta pela rede ?

Depois de pensar um pouco sobre o assunto, resolvi fazer diferente… resolvi criar uma música livre !

A ideia é bem básica: Gravei os instrumentos que consegui (Guitarra e Bateria) e resolvi disponibilizar as faixas aqui no meu blog para que as pessoas façam o que quiser com elas. Antes disso, resolvi enviar o material para alguns amigos ouvirem, e qual foi minha surpresa ao receber de um deles (Deivi, parceiro de várias batalhas) um e-mail dizendo: “Segura aí que vou gravar um baixo para colocar nela.”… Eu até ia pedir prá ele fazer isso mesmo, mas nem precisou.

Foi o Deivi também que deu o nome para esta experiência, “Fork Blues”.

Fork é o nome dado para as divisões (ou derivações) que existem de um determinado projeto de software livre. Estas derivações normalmente são feitas para que se possa implementar algumas funcionalidades em um software que atenda a um grupo específico, e não necessariamente a toda a comunidade. Espero que assim seja este nosso blues: um Fork eterno.

Minha parte já foi feita, e a do Deivi também (apesar de que ele já me disse que fez uma segunda versão da linha de baixo, criando o primeiro fork do blues). Agora vem a parte de vocês e na boa, qualquer um com um PC e um microfone pode participar da brincadeira.

Primeiro passo é baixar o Audacity no seu computador. O segundo é procurar na rede um tutorial sobre ele (eu encontrei dezenas e por isso nem sei qual é o melhor para indicar aqui). Ao invés de apontar um tutorial em especial, prefiro deixar aqui os macro passos do que precisa ser feito:

1. Abra a faixa que deseja no Audacity.

2. Verifique que seu microfone/instrumento musical esteja conectado ao Audacity e que seja possível gravar dele (milhões de tutoriais ensiam a fazer isso).

3. Adicione uma nova trilha ao projeto do Audacity, e conecte seu microfone/instrumento a ela.

4. Coloque a faixa para tocar e grave a sua contribuição.

5. Use a função “exportar” do Audacity para gerar o arquivo final (em .OGG, formato aberto de áudio).

Se você tiver tempo e paciência suficiente, existem diversos tutoriais que ensinam como mixar as trilhas, adicionar efeitos e masterizar sua música no Audacity.

Para quem tem mais conhecimentos em música e em software livre, recomendo mesmo é a utilização do Jack com o Ardour para a mesma operação (foi o que utilizei para gravar as guitarras e a bateria, e o detalhe aqui é que usei um violão elétrico para a gravação, e até a minha pedaleira foi um software livre,  Rakarrack).

A única exigência que faço pela utilização das faixas que estou disponibilizando é:

1. O material produzido com elas deve ser disponibilizado na Internet, respeitando estas mesmas exigências.

2. A URL com o link deste material disponibilizado na Internet deverá ser enviado como comentário a este post no meu blog.

3. Façam o que quiser com a música. Quanto mais Fork, melhor !

Espero que os itens 1 e 3 garantam a liberdade da música (e sua longevidade) e que o item 2 nos garanta uma forma centralizada de ter acesso aos forks…

As faixas são:

Guitarras

Guitarras e bateria

Baixo

Guitarras, bateria e baixo (versão mais completa que vou disponibilizar)

Está esperando o que para colocar uma letra nesse blues e soltar a voz no microfone ? Só sabe tocar campainha ? Aposto que cabe uma campainha no Fork Blues !

Boa diversão a todos, e espero que este projeto seja a prova de que juntos podemos muito mais !

Não vejo a hora de receber os links para as contribuições de vocês… Vida longa ao Fork Blues !

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