Somos todos iguais…





O que nos difere são pequenos detalhes…





E pela fisionomia, quem parece que está se divertindo mais?
recebi isso num genial e-mail anônimo e gloso descaradamente aqui
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Somos todos iguais…
O que nos difere são pequenos detalhes…
E pela fisionomia, quem parece que está se divertindo mais? recebi isso num genial e-mail anônimo e gloso descaradamente aqui
Esses números foram coletados (e as pizzas comidas e o evento celebrado) na pizzaria Veridiana de Higienópolis. Pizza excelente, companhia excelente. Conclusões:
Hoje estive numa médica. Ela votou e votará no Serra porque na sua opinião técnica ele foi o melhor Ministro da Saúde que tivemos:
Disse também que quando Lula assumiu a presidência e colocou o Ministro Temporão no lugar:
Ela disse que médicos em geral votam em Serra justamente por seu bom histórico como Ministro da Saúde. Eu fui criado com palmadas. Por nota baixa, por irritar minha mãe etc. Mas fui criado com muito amor e sabedoria também. Acho que as palmadas eram consequência de pais desinformados, sem noção etc. Meus pais vieram de uma cultura que tinha um lema: “quem ama, dá umas palmadas”, ou algo do gênero. Em hebraico, essa frase tem rima. Não vejo a cena de eu dando umas palmadas nos meus filhos. Quando olho para minha filha, me vem a certeza, com evidências reais, que ela veio para este mundo para ser amada. Não estou defendendo a palmada, nem a ausência dela, mas muitas vezes essas diretrizes de como criar os filhos me parecem ondas que vem e vão, sobem e descem, mudam e desmudam de acordo com a mente coletiva vigente. Sou o que sou hoje devido a soma de tudo isso: amor e palmadas. Eu gosto do que sou. Outra pessoa, com exatamente a mesma criação, seria diferente. Talvez mais traumatizada, talvez mais forte, sei lá. Educação não é uma ciência exata e isso é legal. Prefiro pensar que cada um vem ao mundo buscando exatamente o que precisa. Uns amor, outros palmada. É uma escolha intrínseca, inexplicável. Cabe a mente coletiva vigente definir limites que moldarão a próxima mente coletiva. No máximo vamos pagar por isso. Escrevi isto como um comentário ao Tapa Não Educa, da Vitória, no Blog da Jacarandá. I spent a few days to figure out how to make a simple conversion of a DBF file into a plain text file as comma separated values (CSV) or tab separated values (TSV) in a batch/command line way. I was almost setting up an OpenOffice.org server because it seamed to be the only packaged solution to read and convert DBFs. Well, it easier than that. The secret lives in the XBase drivers for Perl Data Base Interface project. To install it on Fedora or Red Hat use this command: yum install perl-DBD-XBase If you use other Linux distributions, you may look for a package with a similar name. For a simple file conversion, you don’t need to program in Perl because the perl-DBD-XBase package contains a command line tool for that: dbftool.pl. So to convert the mytable.dbf file into a more standard CSV file, do this: dbfdump.pl --fs "," mytable.dbf > mytable.csv If you want to use TAB instead of a comma to separate fields, while editing the command put the cursor between the double quotes, press Ctrl+V and then press the TAB key on your keyboard. This will fill the double quotes with a real (but invisible) TAB char. É a segunda vez que uma mesma assessoria de imprensa me envia “sugestão de pauta” para que eu fale aqui sobre os produtos tecnológicos de seus clientes. E ainda me ligam de outra cidade, no celular, perguntando se eu recebi o e-mail com a sugestão ! Bem, e-mail enviado para o endereço certo chega com certeza, então não precisa me ligar. Acho que não entenderam essa parte da Internet. A não ser que tenham problemas nos servidores deles, porque do meu lado — no GMail — eu não tenho. Outra parte da Internet que parace que não entenderam é como funciona a blogosfera. Meu blog, como a massiva maioria de blogs independentes, funciona de forma espontânea, baseado em coisas que eu ativamente descubro ou gostaria de contar. Não é alimentado passivamente por “sugestões de pauta”. Obviamente pedi também para me removerem dessa lista de “e-mail marketing” (o nome bonitinho para o odiável spam). Mas por hora agredeço a essa assessoria de imprensa por serem objeto de discussão na incansável luta pela netiqueta. Você, blogueiro independente, concorda comigo ou não !? Folks at the Fedora Project devel list asked us to enable and use SELinux. So I sent this reply:
I believe security is achieved with awareness, responsability, consciousness. Not limitations. I also believe that users that don’t have any of those, won’t accept limitations too. The TrueType bytecode interpreter patents have expired !!! It means you’ll get much better and nice looking font rendering on your Linux desktop, by default, without the need of hacking or exchanging packages.
As the writer and mainteiner of the official Linux Font-HOWTO [official home], I feel good now to paste an updated excerpt that explain what is BCI and its implications. Here it goes… Why Fonts on Linux Aren’t Straight Forward ?Fonts are used on the screen and for printing. These medias differ a lot in DPI resolution: screens have 72 to 96 DPI, while modern printers use to have 300 DPI. So low-resolution medias as the screen need better font rendering algorithms to workaround the media’s limitations. To get optimal fonts on the screen you need:
A Font drawing algorithms are extremely complex because they have to decide which pixels to highlight based on the mathematical equations inside the To solve this problem more efficiently, beside of the mathematical equations inside a The point is: the technologies to interpret this hinting information are patented by Apple, and they are commonly called True Type Byte Code Interpreters (or simply BCI in our document, from now on). With reverse engineering, the Freetype Project has implemented a byte code interpreter, but due to legal issues in some countries, some Linux distributions had to disable it at compilation and packaging time. FreeType tries to workaround this legal issues developing autohinting algorithms, but in our tests, BCI algorithms gave us much better font rendering results on the screen. Liguei na NET hoje pelo 5º mês consecutivo para reclamar que estavam cobrando pelo 5º mês consecutivo o NET Fone, mesmo após eu tê-lo cancelado, 5 meses atrás. Minha frase não foi redundante pois faz 5 meses que pedi cancelamento, faz 5 meses que a conta vem errada, mesmo eu ligando todo mês pedindo correção da conta. A NET tem Inteligência de Serviços que não vale nada. Uma vergonha. Mas não vim falar sobre isso. Eles ofereceram migrar minha banda larga de 6M (6 megabits por segundo) por R$119,90 para 10M pelo mesmo valor. Já ia aceitar mas lembrei que a NET faz controle de tráfego (traffic shaping) na minha banda contratada, sentido principalmente com Torrents. Claro que a NET não admite isso, pois é contra a lei, mas (a) isso é obvio para parceber porque NUNCA a soma de meus torrents, por mais populares que sejam, chegam a 6M e (b) conheço pessoas que confirmam que eles tem tecnologia e equipamentos dedicados para isso, como os produtos Cisco NBAR (Network Based Application Recognition). Aqui em casa usamos a Internet para:
Resolvi então não migrar para 10M porque não ia adiantar para o ítem 1 e 6M é totalmente suficiente para o ítem 2. Saiba que sempre que você ouvir a NET dizendo que não comercializa mais certos produtos, é para te forçar a migrar para planos mais caros — mesmo que só 2 ou 3 Reais mais caros — e assim vai aumentando sua renda. Mas o pior não é você pagar um pouco mais ou igual e sim o inflacionamento mental que essa prática causa. Quando oferecem esse tipo de migração, você pensa “puxa, é quase o dobro pelos mesmos R$119,90 que já pago”. E assim você cai na armadilha mental de que precisa de um canhão de 10M na sua casa e nunca mais volta atrás em tamanho e valor, só vai para frente. Bem, para você que age por impulso, eu vou deixar aqui uma verificação técnica consciente: VOCÊ NÃO PRECISA DE BANDA LARGA DE 10M NA SUA CASA ❢❢❢ Não precisa porque não vai conseguir usar. Não precisa porque é simplesmente muito para um lar típico em 2010. Então mudei meu plano para 5M por R$89,90. É praticamente a mesma coisa em termos de velocidade — que já está bom — por uns 25% a menos no valor. Repare que por puro efeito psicológico eles não mantém o 6M e simplesmente diminuem o preço. Eles diminuem a banda para justificar diminuir o preço, e argumentam: “senhor, não estaremos mais comercializando o plano de 6M” — no bom e velho jerundês dos tele-atendimentos. Isso sem falar nas limitações de transferência que impõem, mas que deixam isso só para as letras miúdas do contrato: por exemplo, hoje (nem nunca), nessa mudança de plano, ninguém do atendimento me informou também que migrei de 60GB de limite de transferência para 50GB. Só ficamos sabendo disso quando estouramos o limite e diminuem a banda de 6M para 200K. Mas isso é assunto para outro artigo… Transcrevo aqui o texto abaixo de Paulo Wainberg, advogado, escritor e jornalista de Porto Alegre por me identificar muito com ele, sobretudo do segundo parágrafo até mais ou menos o “Deu pra Entender?”.
Horas depois do lançamento do iPhone 4, twitei sobre como seriam revolucionárias as novas capabilidades de VoIP do iPhone, batizado de FaceTime. Fiz questão de vasculhar a Internet para encontrar empatia naquela visão, mas aparentemente todos estavam facinados somente com o aspecto “videochamada” do aplicativo. FaceTime é uma nova função integrada na aplicação de telefone do iPhone 4. No melhor estilo Apple do “até minha vó consegue usar isso”, quando estou falando com uma pessoa, seleciono o FaceTime e a conversa vira uma video-conferência usando meu WiFi e o do meu interlocutor. Dispensando apartir daí o 3G. Dispensando a partir daí os custos dos minutos de sua operadora 3G, para ser mais claro. VoIP de ponta a ponta, completo e gratuito, como conhecemos hoje não é uma novidade. Só é terrível de ser usado:
Enfim, as avós que nada entendem de tecnologia nunca poderiam fazer ligações internacionais gratuitas com VoIP. Para resolver esses problemas definitivamente e colocar VoIP gratuito e não proprietário nas mãos de todos é preciso uma conjunção de fatores raros:
Esse passo tinha que ser dado por um fabricante de celular, mas se pararmos para pensar, Nokia, Microsoft, RIM (BlackBerry), HTC ou nenhum outro tem essa conjunção de fatores. Nem o Google com seu Android chegou no nível de penetração e mind share que goza o iPhone. Assim que o iPhone 4 cair nas mãos dos desenvolvedores, começarão a surgir aplicações VoIP compatíveis. Os softphones que usam o padrão aberto SIP (centro nevrálgico do FaceTime) praticamente só terão que ser testadas com o FaceTime. Fabricantes de outros smartphones também poderão entrar nesse ecossistema. Só não fizeram antes ou por preguiça de integrar tantos padrões abertos ou por falta de coragem de enfrentar parceiros que mantém hegemonia das telecomunicações, como as operadoras de celular etc. E falando em hegemonia, este passo da Apple também mina modelos de negócio de telecomunicações baseados em redes inteligentes (também conhecido como “o telefone comum”). VoIP peer-to-peer como o FaceTime se alinha melhor com o modelo da Internet: a rede é burra e a inteligência está nas pontas, na mão dos usuários. Outros VoIP não peer-to-peer, como o Skype, também estão em perigo pois seu modelo proprietário e caro ainda se baseia na inteligência de sua rede (sem o servidor Skype, não há serviço). Sim, estou ansioso para ter um iPhone 4. Mas estou mais ansioso ainda para ver a materialização desse novo mundo da telefonia fácil e gratuita. Veja também Inside iPhone 4: FaceTime video calling, excelente artigo da AppleInsider. Veja também o post do Dia da Mentira no blog do Dev Team (time dos hackers que trabalham no jailbreak do iPhone), postado como mentira mas que após o lançamento do FaceTime revela que eles tem fontes internas da Apple. Saímos de férias para descansar no Tivoli EcoResort que parece ser um dos melhores resorts do pais. Tem lençóis Trousseau na cama, ★★★★★ e tal. A comida é ma-ra-vil-ho-sa. Mesa ultraextensa no café e jantar (almoço é por fora mas já volto neste assunto). Tem uma baiana sempre fazendo moquecas, risotos baianos etc. Se fossemos ficar mais, íamos ter que comer alface no quarto pra fugir da tentação. E as sobremesas? Ai ai ai !!!! Pro almoço tem um restaurante carinho dentro do resort, na beira da praia, e outro na beira da piscina mais barato e mais roizfejão. E tem a vila da Praia do Forte a 10 minutos a pé ou a R$10 de tuc-tuc de distância, superlinda, cheia de restaurantes, mas meio cansativo de ir com bebê no calor todos os dias. O restaurante da piscina era prático nessas horas. ![]() A charmosa vila da Praia do Forte Ainda sobre a vila, foi um programa legal escolher aleatoriamente um restaurante ali para almoçar e esticar visitando o Projeto Tamar. Às 15h começa um ótimo passeio guiado que explica sobre as tartarugas, seus ovos, tubarões e outros peixes. Por volta desses horários há também alimentação dos tubarões. E tivemos a sorte de estar na época do ano em que o Tamar ajuda na eclosão dos ovos às 17h na praia, então vimos e tocamos as tartarugas recém nascidas. Achei imperdível. ![]() Tartaruga que acabou de nascer no Tamar A praia do hotel é nota 7. quando a maré baixa, ficam umas piscininhas show pros pequenos. Mas tem um rio perto que não deixa a água tão cristalina. OK. Chuveiros, toalhas, piscinas e o quarto ficavam pertissississíssimo da praia, então nada de areia grudada na gente por muito tempo. ![]() Vista do quarto Todas as noites haviam musica ao vivo no jantar ou shows bem bons, mas com a Clarinha ou não curtíamos nada ou ela grudava nos músicos e ficava dançando com eles e o show era ela. Tem a baby copa que tem tudo que o bebê precisa a vontade e 24 horas por dia: frutas, leites em pó, mucilons, biscoitos, sopas boas no almoço e jantar, liquidificador etc. Eles te mandam o cardápio por e-mail se você pedir. E não é necessário levar nada especial para os pequenos, tem tudo lá. Jamais na vida esquecerei os passeios noturnos em que levava Clarinha para adormecer no carrinho e aproveitava para me embebedar com a brisa morna que vinha do mar e me banhar com a luz das estrelas. Numa dessas, Clarinha não dormia mas estava mansinha, sentei com ela no escuro em frente ao mar e lhe contei coisas de pai pra filha. Foi emocionante, mesmo que ela não entendia nada. Dormiu abençoada pelos coqueiros dançantes logo depois. Tem também a brinquedoteca que é show e a Clarinha passou e passaria horas brincando lá. E é ali o centro de socialização dos bebês e dos pais deles (engraçado que todos os pais conhecem os nomes de todos os bebês do resort mas acabam não se apresentando diretamente e ficam no “oi mãe do Renato, eu sou o pai da Clara”… fenômeno infantosocial interessante esse). Lá também pode-se contratar babás a R$13 por hora. É um serviço bom e legal e todos os pais lançaram mão dele, uns menos, outros mais e outros 100% do tempo, tipo full outsourcing. ![]() Uma das piscinas do hotel ![]() Um lago no hotel Na época em que estivemos, de segunda a quinta o hotel é totalmente privê. Tipo mais de 200 quartos para umas 20 famílias. Num dos finais de semana, o hotel recebeu um evento e encheu bem, significa mais comida, mais música, mais shows etc. Divertido também mas menos privê. Sobre preços, não foi muito barato. Principalmente porque pegamos um quarto melhor, mais perto do centro nevrálgico das piscinas, restaurantes, brinquedoteca etc, por causa da Clara e tal. Mas negociamos bas-tan-te e a agência ViaBR foi a que nos fez a melhor oferta. Passar as férias num resort não é uma viagem de conhecimento e auto-conhecimento como as que fizemos para Asia Central com a Latitudes, mas nós adoramos ! Hoje mandei esta mensagem para o Facebook da CasaProntaMóveis após ficar extremamente frustrado com seu site:
Antena ou “conversor” digital é bobagem para quem tem TV a cabo. Só serve pra quem precisa captar sinal digital do ar e por enquanto só serve para a cidade de São Paulo. Sobre OLED vs LED vs LCD vs Plasma, é o tipo da coisa que você só sente a diferença de imagem na loja, quando vê a mesma imagem passando em tecnologias diferentes. O importante é você não entrar numa tecnologia que deixaram pra trás, tipo Plasma, e entrar no que é bom em termos de custo/benefício hoje. Meu pai comprou uma LG LCD uns meses atrás com fatores de contraste e luminosidade superbons e preço bacana. E lembre-se que 3 minutos depois que o filme começar, deitado no sofazão, comendo pipoca, o que importa é a emoção e não mais a tecnologia. Este é o fator mais importante. As novas TVs de ponta são computadores que você liga na rede da sua casa e acessam a Internet e tal. Verdadeiras estações multimídia. Isso chama muito a minha atenção porque entendo de todos os aspectos desse assunto. Só que em todos os testes que andei fazendo (e acho que ninguém testou isso tanto quanto eu), fiquei meio frustrado. Há uma razão para isso: já que são computadores, são plataformas e plataformas só dão certo se tem escala, grande massa de usuários, de hackers, e mantenedores comprometidos, constantes e interessados. As TVs com Medi@ 2.0 da Samsung são uma ótima idéia e tem um computador lá dentro (que roda Linux !!) mas é algo fechado e proprietário da Samsung, e como plataforma tem pouco alcance e gera pouco interesse técnico. Por isso tem uma evolução com os dias contados para terminar. Uma pena. A sua próxima TV eu não tenho certeza qual será. LCD, LED, etc. Mas com certeza terá um computador conectado a ela, interno ou externo, manipulado por um simples controle remoto. Esse conjunto vai engolir todos os seus CDs e tocá-los como música de fundo ao mesmo tempo que suas fotos deslizam pela tela da TV. Suas estantes vão ganhar espaço livre e revelação de fotos será coisa do passado. Uma infinidade de rádios online, de todos os estilos, estão a dois bytes de distância. Videos educativos, seriados, produções independentes, fotografias, podcasts. Interatividade da Internet, agora na TV. Pessoas vão se conectar através da TV. Filmes HD tocam nesse computador+TV também, eventualmente dispensando completamente o BluRay. E sua esposa vai passar a encomendar, ou ela mesma a baixar, filmes e música da Internet. …ou porque tenho um nome tão diferenteUm colega me pediu para contar a história da imigração da minha família para o Brasil no trabalho escolar de seu filho de 8 anos. Isso era algo que fazia tempo já queria publicar aqui. Quem da sua família imigrou, isto é, veio para São Paulo ?Minha familia inteira imigrou. Meu pai, minha mãe, minha irmã e eu. De que país veio ?De Israel, onde nascemos eu e minha irmã. Antes, meus pais migraram da Bulgaria para Israel muito pequenos também e se conheceram e casaram já mais adultos em Israel. Por que veio para o Brasil ?História curta: porque meu pai sentiu saudade do Brasil. História comprida: porque o irmão mais velho do meu pai (também nascido na Bulgária) não se adaptou a Israel e veio tentar a vida no Brasil mais ou menos no fim dos anos 50, seguindo os passos de uns primos que já estavam aqui. Se deu muito bem financeiramente, e também casou com uma portuguesa da Ilha da Madeira, minha tia Ângela. Nessas alturas, meu pai, Zari, terminava o exército em Israel, tinha uns 19 anos e a vida inteira pela frente. Provavelmente só pensava em picar a mula para qualquer parte do mundo (que nos anos 60 começava a ficar ao alcance das mãos). O Brasil foi o destino escolhido porque seu irmão Jak estava aqui e estava bem, mas não havia nenhuma atração por florestas ou frutas exóticas. Segundo meu pai, ele nem sabia direito o que era o Brasil (naquela época informação em geral não era tão acessível) mas meu pai só queria escapulir, dar o próximo passo em direção ao mundo, seja para onde for. Mas, nessa ocasião, meu pai veio para o Brasil com 19 anos, solteiro, de navio, via Nápoles. Comeu pizza pela primeira vez na vida, na Italia, durante uma escala, sem nem saber como aquilo se chamava e achou a coisa mais deliciosa do mundo. Passou 10 anos no Brasil e mudou sua visão de mundo. Transmutação total. Um de seus melhores amigos de noitadas e saidas era Gregório, irmão de minha tia Ângela. Meu pai mexia com eletrônica e sonhava trabalhar na Olivetti como algum tipo de técnico. Mas a revolução de 1964 obrigou-o a mudar de profissão e meu tio ajudou-o a entrar no ramo da confecção de roupas — algo pelo que na época meu pai tinha completa repulsa. Mas ele foi aprender a costurar, sim. Em 1971 ou 72 voltou “definitivamente” para Israel, conheceu minha mãe através de parentes da comunidade búlgara em Israel — idosos que não tem o que fazer, jogam cartas semanalmente e inventam matchmaking para os sobrinhos recém chegados do Brasil. Minha mãe era secretária na gravadora CBS. Mente alerta, lingua afiada, coração mole. Era necessário conhecer especificamente a ela para entender porque o israelense nativo (apesar de ter nascido na Bulgaria, veio com 2 anos para Israel) é chamado de Sabra (conhecido como figo-da-índia no Brasil) — a fruta que é dura e espinhosa por fora, mas que se revela suave, doce e delicada depois de se remover a proteção da pele. Não sei como, quatro meses depois meus pais se casaram, fundaram uma pequena fábrica de vestidos e foram tempos difíceis. Nascemos eu em 1973 e minha irmã em 1975. Vivíamos em Holon, cidade da grande Tel-Aviv. Finalmente meu pai sentiu saudade do Brasil, dos amigos que aqui fez. Por volta de 1977 ou 78, meus pais decidiram migrar e enfretaram todo tipo de problemas desde papeladas burocráticas até manipulação familiar de todos os lados. Demorou creio que mais de um ano até sair a aprovação do governo brasileiro e finalmente podermos sair de Israel. Quantos anos tinha na ocasião ?Eu tinha 4, minha irmã 2 anos. Que meio de transporte utilizou? Quanto tempo durou a viagem ?Viemos de avião comercial, por uma longa viagem (eu era criança e perdi noção do tempo), pois meus pais decidiram aproveitar e fazer turismo pela Europa. Paramos na Bulgaria porque meu pai precisava pegar uma herança em Levs — moeda da época — e curiosamente precisávamos gastá-la toda ali também, pois o país — soviético na época — não permitiria trocar por dólares nem sair com aquele dinheiro todo do país (provavelmente sem valor internacional nenhum). Então, se não me engano, ficamos na Bulgaria sem data para sair, em hotéis de “luxo padronizado” do governo socialista, que serviam um café horrível, segundo lembravam meus pais. Meu pai conta que tentou comprar a melhor máquina fotográfica russa que encontrou e assim por diante. Além disso, acho que demos dinheiro para uma parente necessitada e tal. Simplesmente não tinhamos o que fazer com aquele dinheiro todo num país comunista. Fomos também para Viena, Grécia e mais alguns lugares. Quando chegou aqui? Com quem foi morar ?Fomos morar provisoriamente com o meu tio Jak e sua família que moravam num apartamento na rua Prates no Bom Retiro, bairro industrial de São Paulo. Depois meus pais criaram uma confecção infantil chamada Tali Modas, na Rua Nílton Prado No. 51, no Bom Retiro também e passamos a morar nos fundos dessa fábrica. Era um sobrado verde e amarelo com uma agência do Itaú ao lado e uma sinagoga com escadaria grande em frente. O sobrado não exite mais ou foi completamente tampado por um muro de uma fábrica. A agência e a sinagoga tenho curiosidade para saber como estão. No sobrado, o quarto dos meus pais era também a sala de visitas e a escadaria externa era onde minha irmã e eu amarrávamos retalhos de tecidos para fazer algo que lembrava uma cadeira de balanço. Fábrica e moradia eram no andar de cima. E no andar de baixo viviam uma senhora idosa e sua filha loira tingida de uns 40 anos que gritava “já vai!” quando o telefone tocava. Anos depois esse andar de baixo virou a Júpiter Malhas, uma malharia infantil que meus pais e meus tios Jak e Ângela criaram em sociedade como segundo negócio. Foi muito bem sucedido mas tiveram que fechar pois meu primo Rami morreu com 19 anos, vítima de leucemia, e meus tios não tiveram condições emocionais de tocar tantas iniciativas. Tempos depois, nos mudamos para um apartamento em Perdizes onde eu dividia um dos quartos com minha irmã. No começo da adolescência reinvidiquei muito e o 3º quarto — o que era saleta de TV — passou a ser meu. Meus pais continuaram a morar nesse apartamento até hoje. Onde foi trabalhar ?Enquanto meus pais trabalhavam na confecção infantil que fundaram, eu e minha irmã fomos estudar numa escola judaica do bairro chamada Talmud Thorá, que também ficava no bairro. Na 5ª série me mudei para o colégio Renascença, que ficava na rua Prates, por indicação de uma amiga de minha mãe, a Chava. Isso aconteceu no meio do ano letivo, logo após passarmos as férias de junho em Israel. Não fez muito bem para o meu desempenho escolar e hoje sei que isso não era muito importante. A mudança social e de ambiente escolar é que precisava de mais atenção. Mas as palmadas que eu levava da minha mãe eram pelas notas vermelhas mesmo. No início da vida no Brasil, enfrentou dificuldades? Quais ?Minha mãe não sabia falar português. Ela provavelmente passou por dificuldades sociais pois não tinha parentes aqui, não conhecia ninguém etc. Mas aos poucos, provavelmente, a vida no Brasil se revelou financeiramente mais fácil para ela, apesar de sempre haver a saudade da família em Israel, mesmo com o mundo diminuindo de tamanho a cada dia e o telefone encurtando as distâncias. Está satisfeito com a mudança? Por quê ?Não sei dizer, porque como vim com 4 anos, para mim não representou uma mudança. Mas posso dizer que vivo feliz no Brasil ! Ainda mantém contato com a terra natal ?Sim, temos muitos parentes em Israel. Lembro que voltávamos para visitar Israel a cada 3 anos, mais ou menos. Meu pai com menor, minha mãe com maior freqüência. A família ainda conserva algum costume desse país? Qual ?Sim. Mesmo vindo pequenos, eu e minha irmã ainda falamos hebraico, conhecemos canções etc. A cultura de nossa família e terra natal, e a terra natal de nossos antepassados (Bulgaria), e antepassados de nossos antepassados (Espanha) é muitíssimo presente em elementos da língua, culinária e também vestimentas. Estes eu gostaria de manter e repassar aos meus filhos. Mas outras tradições, mais ligadas a religião judaica, eu selecionaria para eliminar de nosso dia-a-dia e arquivar, virar somente e novamente a história da minha família. Furtaram meu iPhone 3GS 32GB na festa de aniversário fechada da minha filha. Fiquei chateado, principalmente porque usava até o último recurso do aparelho de forma muito produtiva. Decidi comprar outro, desta vez no Brasil mesmo, mas eu tinha um complicador: minha linha é corporativa. Isso significa que minha conta tem tarifas muitíssimo baixas, tanto que no longo prazo não compensaria abandoná-lo e mudar para outro plano que incluísse iPhone. Linha corporativa significa também que não acumulo pontos, coisa que é usada pelos mortais para trocar por aparelhos melhores [e, nas letras miudas do contrato, por mais fidelidade com a operadora]. Então fiquei com as seguintes alternativas:
Optei pelo usado, mas onde encontrar e quanto seria o preço justo a pagar por ele? Logo percebi que essa última pergunta tem uma reposta nebulosa e complicada. Mas o raciocínio é simples: Paga-se por um iPhone 3GS 32GB novo (modelo top hoje em dia), na caixa, nacional mas desvinculado de operadoras, 1 ano de garantia, com meu nome na nota fiscal, na Fast Shop, R$2159. Este é o preço da etiqueta (R$2399) menos 10% depois de negociar bastante, e é o preço mínimo que a loja pode chegar. Atravessando a porta da loja após comprá-lo, ele vale de 20% a 25% menos. Isto é uma lei do mercado, bem conhecida no ramo de automóveis principalmente. Ou seja, um iPhone 3GS 32GB (modelo top hoje em dia) seminovo, nacional mas desvinculado de operadoras, uns 360 dias de garantia restantes, com o nome de outra pessoa na nota fiscal, não pode custar mais do que R$1673 (R$2159 menos os 22.5% do “saiu da loja”) e quem paga mais está inflacionando o mercado. iPhones importados devem custar menos ainda pois não há como obter e acionar a garantia aqui no Brasil e não são oficialmente desbloqueáveis (só via jailbreak e unlock — estupidamente considerado crime pela Apple —, se estiver disposto a ir por esse caminho tortuoso). Nem preciso dizer que no Mercado Livre há gente tentando vender aparelhos por bem mais do que um novo da loja. Mas isso é normal para um objeto de desejo que costuma distorcer a percepção do mercado, tanto para quem compra quanto para quem vende. Bem, não vamos cair nessa porque somos informados. Mesmo assim, no Mercado Livre encontrei uma boa oferta de um vendedor particular honesto. Negociei o valor e fechamos por R$1500. Seu iPhone é da Vivo (a operadora do meu plano corporativo também), ótimo estado, tinha nota fiscal, uns 8 meses restantes de garantia, todos os acessórios perfeitos, caixa original, desbloqueado oficialmente pela Appel a pedido da Vivo. Diga-se de passagem, gostaria de dizer que é um porre negociar pelo Mercado Livre porque eles exigem que se faça tudo por escrito ali no site. Uma negociação que aconteceria em 20 minutos por telefone mesmo, pode demorar até 2 semanas naquele esquema. Sugiro ao Mercado Livre melhorar isso e permitir às pessoas se comunicarem diretamente. De outra forma, os usuários acabam dando um jeito de usarem o CEP como meio de passar o telefone para entrarem em contato e quebrarem as regras do site, que são muito chatas. O que observar na hora da compraEu não compraria de um desconhecido seu iPhone usado para recebê-lo pelo correio. A coisa certa a fazer é marcar um encontro na loja da operadora do vendedor (no caso de um iPhone nacional) pois assim pode-se verificar desbloqueio, nota fiscal etc. Com o aparelho em mãos, observe e teste o seguinte:
Para que você possa usar a garantia, requisitar desbloqueio oficial no futuro etc, além do aparelho, acessórios e nota fiscal, o vendedor precisa também entregar a seguinte carta (adapte as partes em vermelho para o seu caso) com a assinatura dele reconhecida em cartório:
Na loja da operadora, mostre a nota fiscal e esta carta e confirme com o funcionário da operadora de que tudo está em ordem e que não haverá problemas no caso de você — novo proprietário do iPhone — precisar acionar a garantia. Depois de tudo isso acertado, curta seu novo iPhone ! This is my reaction to The iPad provides the ultimate browsing experience? that appeared on the Flash Blog. I’m not an Apple fan but I tend to disagree with that campaign of Flash support. Clearly, this is another platform war. The Apple platform versus the Flash platform. It is very strategic for Apple to keep the attention of developers on the platforms and technologies they support. Supporting Flash means the opposite for Apple, so this is why they won’t allow it. In this case I’ll be with Apple because their platform is the pure browser, standard, open HTML5 with XML-SVG and JavaScript – which all sum a platform as exciting, beautiful, colorful, dynamic, interactive as the proprietary Flash, but open. Flash is proprietary, bad for SEO, bad for the semantic web, bad for deep linking, bad for the customer, good only for lazy web developers. I hate visiting websites entirely built on Flash. So if you, web developer, want to support your web apps on the iPad, iPhone, iTouch etc, just use standard web technologies (to cite them again: HTML5, SVG, JavaScript). Oh, by the way, all other browser will be (or should be) supported right away because these are the good technologies. The only thing Flash is still useful for is playing streamed MP4+H.264 video. Nothing else. Today I spent several hours testing the almost amazing Samsung LED TV on a local store. More specifically the UN40B7000 model. The image quality is great and all but I was more interested in the digital multimedia features included in these new models, branded Medi@ 2.0 (or Media 2.0). You actually plug these TVs on your home network and can access media content on a home DLNA/UPnP server or the Internet. Well, I tested almost all features and I can say it is a good product but its not ready for me to buy, and let me point why:
It has some good points too, but again, the limitations above currently stop me from buying this LED TV:
I was ready to buy this piece of digital integration but left the store a bit disappointed. But I’ll keep watching their product line and hope Samsung will improve their Linux-based firmware. Em abril contei para vocês que deixei de ter carro argumentado que minha vida ficaria mais verde e mais barata. Bem, vejamos. Valorizo meu tempo e muitas vezes preciso chegar rápido aos meus destinos, então não penso duas vezes antes de chamar um taxi. Mas cuidado. Não troquei um carro por um taxi. Esforço-me para encontrar carona (desenvolvi cara-de-pau para isso) e uso metrô e ônibus quando possível. Taxi é minha última opção quando não há nenhuma outra disponível. Então vamos aos números:
Quando tinha carro, acredito que gastava uns R$300 por mês em combustível. Fora IPVA, seguro, manutenção, estacionamentos, preocupações, depreciação anual do carro, perda de custo de oportunidade. E multas, muitas multas injustas. Novamente, cuidado ao interpretar esses números pois este é meu contexto de vida:
Mesmo com esses fatores favoráveis, acho que não sou ponto fora da curva. Acredito que existam muitas famílias que poderiam reduzir o número de carros na garagem com um esforço mínimo e sem perder o conforto que um carro dá. E claro, ainda por cima economizando dinheiro. Para quem quiser ver os detalhes, trajetos, valores etc, anotei e continuarei anotando todas as corridas de taxi numa planilha pública. E lembre-se: seu carro poluiu em sua fabricação muito mais do que você poluirá ao usá-lo em toda a sua vida útil. Forget expensive and proprietary MS Access. Forget about applications built on top of complex muiltitab spreadsheets. Drupal with Content Construction Kit, Views and Faceted Search are the right and way better solution for you. Forget about building Flash-only web sites. Drupal and its modules is a better and semantically correct way for your Web 2.0 site. Forget about PHP, ASP, JSP development from scratch. Drupal and its modules will put your site running faster with near zero programming. This is a just a note for people building websites and general applications.
Para quem não sabe, Drupal é um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) para a Web. Um fazedor de sites, em outras palavras. Quaisquer sites. Umas semanas atrás ultrapassei o ponto da arrebentação. Agora é só um mar de calmaria, ou seja, a luta contra o maremoto da falta de conhecimento foi ultrapassado. Minha saga com CMSs começou com o WordPress, quando montei este blog que vos fala. A partir daí aprendi o que é um conteúdo atômico, como gerenciá-lo corretamente, taxonomias, tags, feeds, mashups, blogosfera, e as maravilhas da web semântica. O WordPress é um CMS otimizado para blogs e por isso ele se dá ao luxo de ser fácil de usar. OK, você pode fazer outros tipos de sites com ele, mas isso exige uma violenta intervenção em seu mecanismo de temas, e ao longo do tempo esse site não-blog se tornará ingerenciável — uma aberração. Se o WordPress foi feito para fazer blogs, Drupal foi feito para fazer qualquer tipo de site. O custo disso é que os elementos que o constituem são mais abstratos e por consequência mais difíceis de se entender. Além do mais, o Drupal Core por sí só é meio feio, pouco prático e não faz muita coisa. No processo de aprendizado, é necessário dedicar uma boa lapa de tempo para conhecer seu ecossistema de plugin e extensões. Ultrapassar a arrebentação então constitui em vencer os seguintes passos:
Construi dois sites relativamente complexos, semânticos, com múltiplos tipos de categorias, buscas facetadas, layouts diferenciados, look profissional etc, sem escrever sequer uma linha de código. OK, para não enganar vocês escrevi umas 30 linhas de CSS para embelezar alguns elementos da página. Só. Posso dizer que há algumas dezenas de pessoas encantadas com um deles, rodando na Intranet da minha empresa — IBM— e que ele é tão funcional, simples e interessante que até meu chefe comprou a idéia e está vendendo-o empresa a dentro. Drupal tem o mérito de juntar duas características importantíssimas que cada uma por sí só já é ultravaliosa:
Há outros CMSs por aí — Plone, Joomla etc —, não os conheço na prática. Mas acho que dificilmente alcançaram a maturidade e a solidez do Drupal. O retorno disso é que Drupal está conquistando algumas referências incríveis como o site da Casa Branca, Sony, MTV, etc. Anotem esta previsão: Dentro de 2 ou 3 anos, Drupal estará para o mundo dos sites assim como Linux está hoje para o mundo do Sistemas Operacionais — não fará nenhum sentido criar um site sem ele. Veja que preços estranhos:
Alguém pode me explicar por que a castanha de cajú é mais cara que essas outras castanhas importadas visto que o cajueiro nasce e cresce espontaneamente, quase como praga, em vastas regiões quentes do Brasil ? Me parece que deve haver um monopólio na distribuição da castanha, falta de concorrência etc, que define o preço que quiser. Lamentável. Here are some technical details an analysis about the formats used by the Apple iPhone 3GS to record video. This is an annotated screenshot of the excellent Mediainfo by Jerome Martinez.
Having said that, videos generated by the iPhone are ready for streaming over the Internet directly to Flash multimedia players. You may need conversion/recompression/transcoding only if you want to reduce the file size and bit rate. Otherwise, current popular Flash players that you already have installed in your browser are capable of playing these video files. Here is a more detailed analysis generated by mp4dump utility on Linux, from the mpeg4ip Open Source project. Sobre este tema, há um ótimo post no ótimo Blog do iPhone. Eis alguns comentários: Um iPhone 3GS 32GB (modelo top de hoje) custa no Brasil, a preço cheio, uns R$3000. É praticamente uma mentira dizer que um iPhone custa +/- R$1300 na loja da operadora pois saibam que paga-se o preço cheio do aparelho (R$3000) continuamente em sua conta mensal. Além disso assina-se um contrato de fidelidade de 1 ou 2 anos, para garantir que você só deixe a operadora depois de pagar o preço cheio do aparelho. Há multas se quiser deixá-la antes. Nos EUA, no eBay, este aparelho custa por volta de US$700 (menos da metade do preço). Eu tenho a sorte de ter um plano corporativo com preços baixíssimos de chamadas e de dados e acho um estupro o que pessoas físicas pagam de conta de celular no Brasil (R$100, R$200, R$400 etc). Minha única desvantagem é que não acumulo créditos para trocar aparelhos a preços ilusoriamente mais baixos (ou de graça). Bem, é uma vantagem ilusória — não se engane. Então, para o meu caso, vale a pena comprar um iPhone fora do país. E sugiro aos usuários brigarem com suas operadoras por planos mais justos e muuuuito mais baratos. Na lista de países do post faltou citar que na Austrália também se vende iPhones desbloqueados na Apple Store de lá. Já vi alguns sites que vendem iPhones para o mundo inteiro e eles contam que compram os aparelhos legalmente na Austrália. Eu comprei meu iPhone 3GS nos EUA, pelo eBay. Um amigo americano comprou para mim, na verdade, porque só vendem para cartões de crédito com endereço confirmado nos EUA. Ou seja, o cartão tem que ser americano. Não vale cartão internacional. Além disso, o 3GS tem proteções especiais que tornam o desbloqueio um pouco mais complicado e um usuário menos atento pode acabar com um iPhone que será somente um iPod Touch por alguns meses, até o Dev Team achar um novo desbloqueio. De resto, é o melhor gadget multiutilidade que já tive. Tem um ecossistema vibrante de usuários, aplicações e jogos, dispensa o uso de computador em várias situações (blogar, twittar, ler e-mail, navegar na internet, mapas, utilidades etc) além de ser um prato cheio para usuários de Linux como eu, poque seu sistema operacional é uma espécie de Linux no final das contas. Durante as pesquisas para escrever meu último post, ví o Tim O’Reilly falando de um site do governo americano chamado data.gov. O site é um portal para se procurar e baixar informações e estatísticas em formatos puros como XML, KML, CSV etc. Achei genial e fundamental para uma gestão aberta colaborativa. Então o título deste post é um mero desejo meu de ter algo similar no Brasil, nada mais. Drupal é um dos melhores gerenciadores de conteúdo que existem e é Open Source. Há quem diga que é porque o governo Obama incentiva Open Source blablabla etc. Mas a verdade é que provavelmente a escolha foi pelo melhor: Drupal. No blog do Tim O’reilly, há também mais detalhes sobre a infraestrutura: Red Hat Linux como SO e MySQL como DB. Eu uso-o diariamente e posso dizer que é extremamente bem arquitetado e tem uma comunidade vibrante. Posso dizer também que não faz nenhum sentido hoje em dia criar um site do zero sem usar uma ferramenta poderosa e flexivel de gestão de conteúdo como o Drupal. Bem, a prova que o site da Casa Branca roda sobre Drupal está em seu HTML enviado ao browser.
As partes em destaque são típicas URIs do Drupal. Se Linux reina hoje no universo dos sistemas operacionais de servidor, Drupal reinará também no universo dos sites em 2 ou 3 anos. Meu pai está a viajar pela Turquia e Bulgária e contou o seguinte:
Pois bem, Band News, aqui estou eu em carne e osso como prova de que o Uzbequistão existe sim e é legal. Fomos prá lá em 2007 e pode-se ver um monte de fotos (como a do lado) ao longo do diário da viagem. Confesso que quando minha namorada me propos essa viagem tive a mesma reação do pessoal da Band News. No roteiro adicionamos o Quirguiztão e Kashgar também. Então vamos ajudar o pessoal da Band News a encontrar o Uzbequistão no planeta: aos olhos do pessoal da Band News (e para mim também, até antes de 2007), Uzbequistão está para a Russia assim como o Piauí está para o Brasil visto pelos olhos dos uzbeques. Mas diferente do Piauí que é um estado brasileiro, o Uzbequistão é um país que outrora fazia parte da União Soviética. O que eu quero dizer é que o Uzbequistão é tão fim do mundo para os brasileiros (ainda) quanto o Piauí é fim de mundo para os uzbeques. Nada contra o Piauí. Lá é bem legal também, devidamente visitado e apreciado. E se ainda tiverem dúvidas sobre o pequeno tamanho desse mundo, deixo vocês com a genial poesia do Gilberto Gil:
Você pode ir lá e nem se maravilhar com as entradas inusitadas. Passar reto pelos pratos multiétnicos bem bons. E nem se preocupar com o hype descolado dos frequentadores. Deixe todo esse glamour para outro dia, outro jantar. Vá ao Carlota, atravesse o cardápio em passo reto para as sobremesas e escolha o Carlota Pernambucana. Só eu aqui vou te contar que trata-se de um tipo de petit gateau de banana ainda na forma, acompanhado de sorvete de canela (o melhor sabor de sorvete, depois do de bacuri). Quando se parte o bolo, o creme de banana escorre quente e perfumado. A canela gelada faz um contraponto perfeito e equilibrado, tanto na temperatura quanto no balanço das especiarias. Mmmmmmm… Pronto, contei. Estava devendo isso há tempos para meu blog e para meus leitores. You can say whatever you want, I’ll keep saying that Ambient Music (the style of music you can listen in albuns such as Buddha-Bar, Café Del Mar etc) is merely a fusion between New Age and João Gilberto‘s Bossa Nova. |
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