Um mês antes de sua morte (em 4/09/2008), o quase centenário Américo Basílio de Britto diz de memória, a pedido do filho, o poeta Ricardo Aleixo, numa das muitas conversas que mantiveram mediados por uma câmera de vídeo, um dos inúmeros poemas que escreveu desde a década de 1970.
Este videopoema integra um projeto de Ricardo Aleixo que envolve a elaboração de um videodocumentário dedicado ao pai, a edição de um livro com os poemas de Américo e a inauguração da Casa de Poesia Américo da Paz (CAPAZ), no bairro Campo Alegre, região norte de Belo Horizonte.