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Livraria

Ataque a uma tribo Yanomami mata dezenas +

Reserva da Faia Brava quer crescer e criar “economias verdes” no Nordeste
A minha associação preferida: Transumância e Natureza, façam-se sócios. Público.

Gelo do Árctico com novo mínimo
Felizmente a Terra continua a arrefecer (Forbes)… Washington Post.

Gelo do Árctico numa perspectiva científica
Real Climate.

Ataque a uma tribo Yanomami mata dezenas
Onde é que já vi isto?… Ah… em documentários sobre o século XVI,… XIX, XX… estamos no século XXI e parece que nada muda para quem quer viver em paz. Diz que é por causa do ouro. BBC.

Procura de marfim por parte da China
Muito más notícias para os elefantes que estão a ser mortos aos milhares. NPR.

Comedians in Cars Getting Coffee
Gostei. E não foi pouco. Com o Jerry Seinfield.


Eucaliptos ambientais

Volta e meia vou ao blogue Ambio e sendo de temática ambiental, faz-me mais pasmar do que pensar… Um texto recente de Hank Feith defende a plantação de eucaliptos por cá.
Parece que o arrogante “know it all” Miguel Sousa Tavares (até aí estamos de acordo) disse que “Portugal correria sérios riscos de ter mais eucaliptos que os países nórdicos”, daí até o Hank Feith concluir que “também nos países nórdicos, a utilização de espécies exóticas é prática corrente”, foi um instantinho.
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A conversão de um céptico climático +

Peta XXX
Tenho dúvidas que seja a melhor estratégia para os defensores dos direitos dos animais…

Novo blogue da Quinta da Cavaleira

No Ambio, vai-se recordando discussões antigas
Mas suponho que actuais. Pessoalmente não vejo muitas razões para mudar o que escrevi em 2010.

Elogio das fontes no jardim
Gardenista.

Hortinet
Um site dedicado à hortifruticultura de Portugal.

Atlas Climático Ibérico
Instituto de Meteorologia.

Petróleo
Fotografia de Edward Burtynsky.

Quanto custa uma medalha de ouro
Muito dinheiro… BBC.

A comunicação científica como arte sequencial
A banda desenhada é conhecida como arte sequencial. Bret Victor.

A conversão de um céptico climático
Mais um… New York Times.


Retrato da Glicínia enquanto destroço

Glicínia
Acho que comecei a tratar desta Glicínia em 2006, talvez 2005. Em 2006 podei-a de certeza, com parcos conhecimentos mas preocupação em fazer bem e desde aí nunca deu tantas flores. Todos os anos tem sido das plantas que mais gosto de ver e fotografar, o cheirinho inebriante também não é nada mau… os insectos benéficos parecem concordar. Entretanto, consta que “está a deitar o muro abaixo” e parece que foi chamado um “profissional” para a podar. Ora aí está.
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