Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
A petralhada arma um de seus mais ignóbeis golpes institucionais no Legislativo. Se os réus parlamentares ou ex-parlamentares forem absolvidos no julgamento do Mensalão – o que tem grandes chances de ocorrer, o PT já tem pronta uma armação para aprovar, a toque de caixa, um projeto que tramita Câmara desde 2007, concedendo anistia aos políticos cassados no escândalo do mensalão. Os beneficiados diretos seriam os ex-deputados José Dirceu (PT), Roberto Jefferson (PTB) e Pedro Corrêa (PP).
O maior interessado no esquema é Dirceu. O plano dele é disputar a eleição de 2014 – se elegando deputado federal para recuperar a impunidade (opps, imunidade) parlamentar. Mas só poderá concorrer se não for condenado no julgamento da Ação 470 no STF. O PT aproveitaria a absolvição de seu segundo maior líder para aplicar o golpe parlamentar da anistia aos mensaleiros. Sem a jogada do perdão, Dirceu ainda tem os direitos políticos cassados até 2015. Para ser aprovada a anistia, basta a maioria simples na Câmara e no Senado: os votos de metade mais um dos parlamentares presentes.
Enquanto Dirceu arma seu retorno triunfal ao picadeiro explícito da politicagem (nos bastidores ele nunca deixou de atuar), o Supremo Tribunal Federal é palco de uma batalha interna para acelerar ou freiar o julgamento do mensalão. O grupo que pretende condenar os mensaleiros deseja correr para que o ministro Cezar Peluso consiga apresentar seu voto antes da aposentadoria compulsória em 3 de setembro. Na linha a favor de Peluzo (e não necessariamente contra os mensaleiros), o ministro Luiz Fux apresentará proposta para que os ministros do STF usem o limite entre uma hora e meia e o máximo de duas horas para proferir o voto na Ação Penal 470.
Pela proposta de Fux, apenas o ministro-relator Joaquim Barbosa e o ministro-revisor Ricardo Lewandowiski teriam direito a mais tempo para apresentar seus votos. A intenção de Fux é evitar que o STF tenha de programar sessões extras apenas para apreciar o mensalão – terminando o julgamento antes da eleição municipal de outubro. Ontem, pela terceira vez, ministros adiaram a reunião administrativa que definiria a programação ou não de sessões extraordinárias – seja para o caso do mensalão ou para julgar outros casos também importantes que estão represados na enorme fila da Corte suprema.
O problema é que a celeridade no caso do Mensalão não é consenso entre os 11 ministros – principalmente entre aqueles com dissimulado DNA dos petistas que desejam que o julgamento só ocorra muito além de outubro, para não afetar o desempenho do partido na campanha eleitoral. Por isso é muito alto o risco de que a briga intestina acabe expondo o STF a uma indesejável desmoralização do senso de Justiça no Brasil. Os ministros com bom senso farão de tudo para que isto não ocorra.
Cantando de galo e faturando
A ONG Contas Abertas escancarou que o publicitário Duda Mendonça recebeu, de 2004 até hoje, a bagatela de R$ 195,2 milhões por serviços de markeing, publicidade e propaganda do governo federal petista e suas estatais.
Mesmo réu no mensalão e acusado pela Procuradoria Geral da República por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o marketeiro nunca deixou de atuar e ser bem remunerado.
Na visão da petralhada, a Duda Mendonça & Associados Propaganda (DM&AP) não poderia ser prejudicada pelos percalços com seu dono.
Deus já deve estar de saco cheio...
Um morador de Brasília que acredita ser a reencarnação de Jesus Cristo baixou ontem na Praça dos Três Poderes clamando por “justiça divina” para os mensaleiros.
Acompanhado de 10 discípulos, Inri Cristo fez sua peregrinação político-religiosa na entrada do STF, com um argumento que deve ter deixado Deus preocupado:
“Jesus é um nome obsoleto, não conta mais. Meu nome é Inri”.
Impossível é acreditar que tal argumento convença os Deuses do nosso Supremo Tribunal Federal...
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Agosto de 2012.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Intrigas no STF expõem divisão entre ministros que querem acelerar e atrasar julgamento do Mensalão
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
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Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O longo julgamento do mensalão – que já devia ter ocorrido em instâncias inferiores da Justiça – expõe as fraturas políticas do Executivo e do Legislativo e escancara as feridas de vaidade e poder abertas na mais alta corte do Judiciário no imenso Brazil da impunidade. Mesmo com impunidade garantida e providencialmente fora do processo, o “rei” Luiz Inácio já foi posto nu pelos advogados Décio Lins e Silva e Luiz Francisco Corrêa Barbosa. O pior, agora, é se as togas também caírem – expondo brigas, intrigas e divisões capazes de desmoralizar o senso de Justiça necessário à segurança do Direito – que é a verdadeira democracia.
O “quadradinho” onde sentam os 11 ministros tem tudo para se transformar em um “octógono” da porradaria, estilo UFC, a partir de logo mais. Depois que três advogados de réus fizerem suas defesas, o ministro-relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, deseja começar a apresentar seu voto – que já deu sinais de ser pela condenação da maioria dos mensaleiros. Como deve consumir uns três dias falando, Barbosa deseja uma sessão extra para quinta-feira. O pedido virou pomo de discórdia e foi rejeitado publicamente pelos ministros Marco Aurélio de Mello e Ricardo Lewandowiski (o ministro-revisor) – que tudo tem feito para protelar o caso.
Aí fica clara uma perigosa divisão dentro do STF. Os ministros que trabalham, ocultamente, pelo tal “voto técnico” - que deve beneficiar os mensaleiros com penas mais brandas ou absolvições por alegada “falta de provas” – querem fazer de tudo para alongar o julgamento e até impedir que o ministro Cezar Peluso tenha tempo de votar antes de sua aposentadoria, em 3 de setembro. Já os ministros que têm votos mais pesados contra os mensaleiros querem que o caso se resolva mais depressa, antes das eleições municipais de outubro – o que ainda é incerto de acontecer.
Ontem, em entrevista a O Globo, o ministro Marco Aurélio confirmou que o clima anda tenso entre os 11 ministros do STF: “É algo que nos entristece e nos deixa preocupados enquanto colegiado. Fica um grupo puxando para um lado, um grupo puxando para outro, quando deveria haver respeito ao consenso. Estabelecida a regra, é tão fácil cumprir o combinado. A discussão deveria ser de ideias, e não descambar para o campo pessoal. Não disputamos nada. Se tivéssemos uma disputa, estaríamos impedidos de participar da decisão”.
A bronca livre e aberta de Marco Aurélio foi com Joaquim Barbosa – que conseguiu o apoio apertado de uma maioria dos ministros para começar seu voto já hoje – e não na quinta-feira, como estava programado inicialmente. Marco Aurélio demonstrou sua contrariedade sem meias palavras: “O relator tem poder, mas ele não é um todo-poderoso no processo. Ele não dita as regras, ele observa as regras - opinou. - Preservo muito a ordem natural das coisas, sou contrário a qualquer açodamento”.
Lula no meio
Marco Aurélio tomou ontem as supostas dores do STF contra as palavras do advogado Luiz Francisco Barbosa – defensor da polêmica tese de que o tribunal poderia ter incluído o santo nome de Luiz Inácio Lula da Silva entre os réus do mensalão.
Marco Aurélio reafirmou que as balizas já estão definidas nesse caso e que só o Procurador Geral da República tinha poderes para denunciar ou não Lula no momento devido do processo:
“O procurador-geral da República é o titular exclusivo da ação penal pública. O STF é um órgão inerte, não adita denúncia para incluir este ou aquele investigado. O Judiciário não tem a iniciativa em ação penal pública contra quem quer que seja. Não podemos puxar a orelha dele”.
Outro ponto de discórdia
Marco Aurélio defendeu ontem a tese de que ocorram sessões extras do STF, mas para que o plenário julgue outros processos além do mensalão:
“Devemos primar pela segurança, temos trabalho nos gabinetes. O tribunal se tornou tribunal de processo único, mas nós não, temos outros processos aguardando decisão”.
A maioria dos ministros prefere resolver logo a pendenga do mensalão e deixar outros processos para serem julgados depois...
Lei de Anistia rasgada novamente
Militares da ativa e da reserva estão contrariados porque o Tribunal de Justiça de São Paulo rasgou ontem a Lei de Anistia de 1979, ao confirmar a polêmica decisão que reconheceu o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra como torturador do regime militar (1964-1985).
O advogado de Ustra, Pedro Esteves, já avisou ontem que vai recorrer no próprio TJ-SP da derrota por três votos a zero em órgão colegiado.
Um problema na tese de Esteves é que ele também atropela a Lei de Anistia, ao pregar que somente a Comissão da Verdade tem competência para determinar se alguém pode ser considerado torturador.
CV em ação
A Comissão Nacional da Verdade, que se reúne todas as segundas e terças-feiras em Brasília,estabeleceu uma divisão de trabalho, com subcomissões temáticas, para adiantar seu trabalho.
As investigações sobre as circunstâncias de mortes e desaparecimentos serão comandadas pelo ex-ministro da Justiça José Carlos Dias e pelo ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles.
Para apurar estruturas da repressão, patrocinadores e apoios estão encarregados Gilson Dipp e José Paulo Cavalcanti.
Outros casos
Mortes no campo e violações de direitos humanos, incluindo populações indígenas, serão apuradas por Maria Rita Kehl.
Paulo Sérgio Pinheiro cuidará das violações de direitos de exilados e desaparecidos políticos fora do Brasil.
A Guerrilha do Araguaia será coordenada por Maria Rita Kehl, Fonteles e Dias.
Vai falar ou não vai?
A CPI do Cachoeira ainda não divulgou a data em que será novamente convocado o contraventor Carlos Augusto Ramos.
O grande temor agora, na Ilha da Fantasia, é que Carlinhos Cachoeira resolva romper o silêncio e detone muitos “amigos” deputados e senadores que lhe viraram as costas em tempos recentes de cadeia.
A CPI aprovou ontem a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e de SMS da namorada do bicheiro, Andressa Mendonça..
A bela é acusada de tentar chantagear o juiz Alberico Rocha Santos, de Goiânia, que julga o processo contra Cachoeira.
Encontro Marcado
A Comissão agendou para o dia 29 o depoimento de Fernando Cavendish, ex-presidente da construtora Delta.
O ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot vai lá um dia antes.
Os dois devem invocar o tal direito constitucional de permanecer em silêncio, mas só o agendamento já aumenta em muitos graus a temperatura no inferno...
Bela doação do Leão
A escultura “Samburu Dance I”, da artista holandesa Marianne Houtkamp, chegou ontem ao Museu da Abolição, em Recife.
A obra foi doada pela Receita Federal ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
A escultura passará por um processo de restauração antes de ser exposta ao público.
Armação
A Samburu Dance I passou a pertencer à União após tentativa de importação com uso de documentos falsos na Alfândega do Aeroporto Internacional de Viracopos.
A obras havia sido declarada por apenas R$ 5 mil.
Mas está avaliada em mais de R$ 61 mil no mercado internacional.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
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Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
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Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O longo julgamento do mensalão – que já devia ter ocorrido em instâncias inferiores da Justiça – expõe as fraturas políticas do Executivo e do Legislativo e escancara as feridas de vaidade e poder abertas na mais alta corte do Judiciário no imenso Brazil da impunidade. Mesmo com impunidade garantida e providencialmente fora do processo, o “rei” Luiz Inácio já foi posto nu pelos advogados Décio Lins e Silva e Luiz Francisco Corrêa Barbosa. O pior, agora, é se as togas também caírem – expondo brigas, intrigas e divisões capazes de desmoralizar o senso de Justiça necessário à segurança do Direito – que é a verdadeira democracia.
O “quadradinho” onde sentam os 11 ministros tem tudo para se transformar em um “octógono” da porradaria, estilo UFC, a partir de logo mais. Depois que três advogados de réus fizerem suas defesas, o ministro-relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, deseja começar a apresentar seu voto – que já deu sinais de ser pela condenação da maioria dos mensaleiros. Como deve consumir uns três dias falando, Barbosa deseja uma sessão extra para quinta-feira. O pedido virou pomo de discórdia e foi rejeitado publicamente pelos ministros Marco Aurélio de Mello e Ricardo Lewandowiski (o ministro-revisor) – que tudo tem feito para protelar o caso.
Aí fica clara uma perigosa divisão dentro do STF. Os ministros que trabalham, ocultamente, pelo tal “voto técnico” - que deve beneficiar os mensaleiros com penas mais brandas ou absolvições por alegada “falta de provas” – querem fazer de tudo para alongar o julgamento e até impedir que o ministro Cezar Peluso tenha tempo de votar antes de sua aposentadoria, em 3 de setembro. Já os ministros que têm votos mais pesados contra os mensaleiros querem que o caso se resolva mais depressa, antes das eleições municipais de outubro – o que ainda é incerto de acontecer.
Ontem, em entrevista a O Globo, o ministro Marco Aurélio confirmou que o clima anda tenso entre os 11 ministros do STF: “É algo que nos entristece e nos deixa preocupados enquanto colegiado. Fica um grupo puxando para um lado, um grupo puxando para outro, quando deveria haver respeito ao consenso. Estabelecida a regra, é tão fácil cumprir o combinado. A discussão deveria ser de ideias, e não descambar para o campo pessoal. Não disputamos nada. Se tivéssemos uma disputa, estaríamos impedidos de participar da decisão”.
A bronca livre e aberta de Marco Aurélio foi com Joaquim Barbosa – que conseguiu o apoio apertado de uma maioria dos ministros para começar seu voto já hoje – e não na quinta-feira, como estava programado inicialmente. Marco Aurélio demonstrou sua contrariedade sem meias palavras: “O relator tem poder, mas ele não é um todo-poderoso no processo. Ele não dita as regras, ele observa as regras - opinou. - Preservo muito a ordem natural das coisas, sou contrário a qualquer açodamento”.
Lula no meio
Marco Aurélio tomou ontem as supostas dores do STF contra as palavras do advogado Luiz Francisco Barbosa – defensor da polêmica tese de que o tribunal poderia ter incluído o santo nome de Luiz Inácio Lula da Silva entre os réus do mensalão.
Marco Aurélio reafirmou que as balizas já estão definidas nesse caso e que só o Procurador Geral da República tinha poderes para denunciar ou não Lula no momento devido do processo:
“O procurador-geral da República é o titular exclusivo da ação penal pública. O STF é um órgão inerte, não adita denúncia para incluir este ou aquele investigado. O Judiciário não tem a iniciativa em ação penal pública contra quem quer que seja. Não podemos puxar a orelha dele”.
Outro ponto de discórdia
Marco Aurélio defendeu ontem a tese de que ocorram sessões extras do STF, mas para que o plenário julgue outros processos além do mensalão:
“Devemos primar pela segurança, temos trabalho nos gabinetes. O tribunal se tornou tribunal de processo único, mas nós não, temos outros processos aguardando decisão”.
A maioria dos ministros prefere resolver logo a pendenga do mensalão e deixar outros processos para serem julgados depois...
Lei de Anistia rasgada novamente
Militares da ativa e da reserva estão contrariados porque o Tribunal de Justiça de São Paulo rasgou ontem a Lei de Anistia de 1979, ao confirmar a polêmica decisão que reconheceu o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra como torturador do regime militar (1964-1985).
O advogado de Ustra, Pedro Esteves, já avisou ontem que vai recorrer no próprio TJ-SP da derrota por três votos a zero em órgão colegiado.
Um problema na tese de Esteves é que ele também atropela a Lei de Anistia, ao pregar que somente a Comissão da Verdade tem competência para determinar se alguém pode ser considerado torturador.
CV em ação
A Comissão Nacional da Verdade, que se reúne todas as segundas e terças-feiras em Brasília,estabeleceu uma divisão de trabalho, com subcomissões temáticas, para adiantar seu trabalho.
As investigações sobre as circunstâncias de mortes e desaparecimentos serão comandadas pelo ex-ministro da Justiça José Carlos Dias e pelo ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles.
Para apurar estruturas da repressão, patrocinadores e apoios estão encarregados Gilson Dipp e José Paulo Cavalcanti.
Outros casos
Mortes no campo e violações de direitos humanos, incluindo populações indígenas, serão apuradas por Maria Rita Kehl.
Paulo Sérgio Pinheiro cuidará das violações de direitos de exilados e desaparecidos políticos fora do Brasil.
A Guerrilha do Araguaia será coordenada por Maria Rita Kehl, Fonteles e Dias.
Vai falar ou não vai?
A CPI do Cachoeira ainda não divulgou a data em que será novamente convocado o contraventor Carlos Augusto Ramos.
O grande temor agora, na Ilha da Fantasia, é que Carlinhos Cachoeira resolva romper o silêncio e detone muitos “amigos” deputados e senadores que lhe viraram as costas em tempos recentes de cadeia.
A CPI aprovou ontem a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e de SMS da namorada do bicheiro, Andressa Mendonça..
A bela é acusada de tentar chantagear o juiz Alberico Rocha Santos, de Goiânia, que julga o processo contra Cachoeira.
Encontro Marcado
A Comissão agendou para o dia 29 o depoimento de Fernando Cavendish, ex-presidente da construtora Delta.
O ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot vai lá um dia antes.
Os dois devem invocar o tal direito constitucional de permanecer em silêncio, mas só o agendamento já aumenta em muitos graus a temperatura no inferno...
Bela doação do Leão
A escultura “Samburu Dance I”, da artista holandesa Marianne Houtkamp, chegou ontem ao Museu da Abolição, em Recife.
A obra foi doada pela Receita Federal ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
A escultura passará por um processo de restauração antes de ser exposta ao público.
Armação
A Samburu Dance I passou a pertencer à União após tentativa de importação com uso de documentos falsos na Alfândega do Aeroporto Internacional de Viracopos.
A obras havia sido declarada por apenas R$ 5 mil.
Mas está avaliada em mais de R$ 61 mil no mercado internacional.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Agosto de 2012.
Bandeira da Dignidade a meio pau
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca
A decisão do TJ de São Paulo ao negar o recurso da denúncia contra o Cel. Ustra e reconhecê - lo como torturador está sendo comemorada como uma estupenda vitória.
Pobres militares que apenas sentem comiseração pelo “pobre coitado”, e se limitam a pensar no “azar” do Coronel, sumariamente tachado de “um dos mais notórios assassinos da ditadura militar”.
Lastimáveis ingênuos.
À época, qualquer militar de reconhecida capacidade profissional poderia ser convidado ou escolhido para a difícil missão de fazer parte ou compor um órgão voltado para o combate ao crime, à subversão, à quebra da lei e da ordem.
Era uma árdua missão. Não ganhavam mais pelas noites insones, pelas horas extras, nem havia a perspectiva de uma promoção, de ocupar algum cargo público de destaque ou bem remunerado. Era apenas uma difícil, pesada e extremamente responsável missão.
Todos que aceitaram a árdua tarefa estavam convictos de que se empenhariam por um Brasil melhor, e que empregariam os seus esforços para coibir as ações dos inimigos do Estado brasileiro.
Desventurados, quem mandou que fossem profissionais dedicados?
Hoje, os ataques ao Cel. Ustra são exacerbados, são como uma avalanche de acusações, um conluio de grandes proporções, um dilúvio de injustiças, de maquiavélicas dimensões, contudo, muitos militares, cegamente, acreditam que o alvo é o cidadão Ustra. Pobres tolos.
Ao que parece os canalhas já sabiam de decisão do TJ, tanto que logo após inundaram a internet com um cartaz com a foto do Coronel com destaque para a torpe acusação de torturador.
Patrocinam o vil ataque e assumem os custos do virulento cartaz, o Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça, a CUT, a OAB de São Paulo e diversos grupos e sindicatos, enfim uma turba disposta a banquetear – se num festim diabólico em honra à injustiça.
É, meus amigos, quis o destino que por várias razões não fôssemos convidados para trabalhar em órgãos de repressão aos subversivos, alguns assaltantes, sequestradores e terroristas.
Se tivéssemos, temos a certeza de que precisaríamos ser tão fortes, tão nobres em nossos sentimentos para suportar como a família Ustra tantas lutas, tantas infâmias.
Sim, que desta triste estória, aprendamos com o Cel. Ustra a ter dignidade, a ter fé, a acreditar em nossa justiça, pois somente um grande homem mantém a fronte erguida, diante de tamanha perseguição, de tanto revanchismo e de tantas calunias.
Ao tripudiarem sobre o cidadão, enxovalham a sua profissão, a sua Instituição, aos amigos que o conhecem e respeitam, mas os tolos não enxergam, e se contentam em lamentar pesarosos, “pobre Ustra”.
Há muito, lemos que a honra seria como um cálice de cristal, que qualquer sopro deixaria anuviado, neste caso, a escória não se limita a enodoar o cálice, ela cospe nele.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.
Por Valmir Fonseca
A decisão do TJ de São Paulo ao negar o recurso da denúncia contra o Cel. Ustra e reconhecê - lo como torturador está sendo comemorada como uma estupenda vitória.
Pobres militares que apenas sentem comiseração pelo “pobre coitado”, e se limitam a pensar no “azar” do Coronel, sumariamente tachado de “um dos mais notórios assassinos da ditadura militar”.
Lastimáveis ingênuos.
À época, qualquer militar de reconhecida capacidade profissional poderia ser convidado ou escolhido para a difícil missão de fazer parte ou compor um órgão voltado para o combate ao crime, à subversão, à quebra da lei e da ordem.
Era uma árdua missão. Não ganhavam mais pelas noites insones, pelas horas extras, nem havia a perspectiva de uma promoção, de ocupar algum cargo público de destaque ou bem remunerado. Era apenas uma difícil, pesada e extremamente responsável missão.
Todos que aceitaram a árdua tarefa estavam convictos de que se empenhariam por um Brasil melhor, e que empregariam os seus esforços para coibir as ações dos inimigos do Estado brasileiro.
Desventurados, quem mandou que fossem profissionais dedicados?
Hoje, os ataques ao Cel. Ustra são exacerbados, são como uma avalanche de acusações, um conluio de grandes proporções, um dilúvio de injustiças, de maquiavélicas dimensões, contudo, muitos militares, cegamente, acreditam que o alvo é o cidadão Ustra. Pobres tolos.
Ao que parece os canalhas já sabiam de decisão do TJ, tanto que logo após inundaram a internet com um cartaz com a foto do Coronel com destaque para a torpe acusação de torturador.
Patrocinam o vil ataque e assumem os custos do virulento cartaz, o Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça, a CUT, a OAB de São Paulo e diversos grupos e sindicatos, enfim uma turba disposta a banquetear – se num festim diabólico em honra à injustiça.
É, meus amigos, quis o destino que por várias razões não fôssemos convidados para trabalhar em órgãos de repressão aos subversivos, alguns assaltantes, sequestradores e terroristas.
Se tivéssemos, temos a certeza de que precisaríamos ser tão fortes, tão nobres em nossos sentimentos para suportar como a família Ustra tantas lutas, tantas infâmias.
Sim, que desta triste estória, aprendamos com o Cel. Ustra a ter dignidade, a ter fé, a acreditar em nossa justiça, pois somente um grande homem mantém a fronte erguida, diante de tamanha perseguição, de tanto revanchismo e de tantas calunias.
Ao tripudiarem sobre o cidadão, enxovalham a sua profissão, a sua Instituição, aos amigos que o conhecem e respeitam, mas os tolos não enxergam, e se contentam em lamentar pesarosos, “pobre Ustra”.
Há muito, lemos que a honra seria como um cálice de cristal, que qualquer sopro deixaria anuviado, neste caso, a escória não se limita a enodoar o cálice, ela cospe nele.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.
Questão de Lealdade
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Osmar José de Barros Ribeiro
Quero deixar claro que, entre as coisas que me foram ensinadas na AMAN, as aprendidas dos exemplos de chefes e companheiros, as que absorvi pela leitura e, mais que isso, pelas que aprendi na vivência em diferentes cursos e funções, está uma regra muito simples: LEALDADE. Lealdade aos nossos princípios morais, lealdade para com os Irmãos de Arma, lealdade para com os subordinados. Aprendi que, certos ou errados, devemos ser coerentes com os princípios e com os valores que defendemos.
O Ustra foi e é, antes de mais nada, um Soldado. Leal a seus Chefes e aos seus subordinados muito dos quais, no cumprimento de ordens emanadas das autoridades legais, encontraram a morte.
Ele não está sendo arrastado à rua da amargura por isso, mas para satisfazer a sede de vingança daqueles que, ontem derrotados, hoje estão no poder. Ele ocupa o lugar de Presidentes, Ministros e Comandantes que, estando mortos, não podem ser execrados como “sádicos torturadores”, a mentira que os comunistas espalham.
A História está sendo reescrita, graças à covardia de muitos, civis e militares, preocupados em “sair bem” na fotografia. A verdade é que não se deve julgar o passado com os olhos do presente. Quem viveu e sofreu aqueles dias, quando o temor de estar no lugar errado e na hora errada era a tônica, é que pode julgar os fatos. A grande e insofismável verdade é que a repressão aos bandidos da esquerda tinha todo o apoio popular.
Hoje, quando mais e mais evidente vai se tornando a responsabilidade do ex-presidente pela existência do “mensalão”, há que desviar a atenção do julgamento em curso no STF para outros temas e, aí, nada melhor que o Ustra, verdadeiro “boi de piranha”, para fazê-lo. Daí a exposição de cartazes financiados pela CUT, com o dinheiro dos nossos impostos, pela OAB/SP dirigida por um notório comunista e encabeçados pelo nome de Aton Fon Filho, um seguidor de Marighella, ex-"cursilhista" em Cuba como integrante do 1º Exército da Aliança Libertadora Nacional (ALN), assaltante e assassino.
O que querem? Pressionar a Justiça para a condenação do Ustra, quando melhor seria estarem em Brasília, pressionando pela condenação dos "mensaleiros".
Infelizmente, este é o Brasil dos nossos dias. Mas assim como à noite sucede o dia, a verdade surgirá
Osmar José de Barros Ribeiro éTen-Cel Inf (Ref).
Por Osmar José de Barros Ribeiro
Quero deixar claro que, entre as coisas que me foram ensinadas na AMAN, as aprendidas dos exemplos de chefes e companheiros, as que absorvi pela leitura e, mais que isso, pelas que aprendi na vivência em diferentes cursos e funções, está uma regra muito simples: LEALDADE. Lealdade aos nossos princípios morais, lealdade para com os Irmãos de Arma, lealdade para com os subordinados. Aprendi que, certos ou errados, devemos ser coerentes com os princípios e com os valores que defendemos.
O Ustra foi e é, antes de mais nada, um Soldado. Leal a seus Chefes e aos seus subordinados muito dos quais, no cumprimento de ordens emanadas das autoridades legais, encontraram a morte.
Ele não está sendo arrastado à rua da amargura por isso, mas para satisfazer a sede de vingança daqueles que, ontem derrotados, hoje estão no poder. Ele ocupa o lugar de Presidentes, Ministros e Comandantes que, estando mortos, não podem ser execrados como “sádicos torturadores”, a mentira que os comunistas espalham.
A História está sendo reescrita, graças à covardia de muitos, civis e militares, preocupados em “sair bem” na fotografia. A verdade é que não se deve julgar o passado com os olhos do presente. Quem viveu e sofreu aqueles dias, quando o temor de estar no lugar errado e na hora errada era a tônica, é que pode julgar os fatos. A grande e insofismável verdade é que a repressão aos bandidos da esquerda tinha todo o apoio popular.
Hoje, quando mais e mais evidente vai se tornando a responsabilidade do ex-presidente pela existência do “mensalão”, há que desviar a atenção do julgamento em curso no STF para outros temas e, aí, nada melhor que o Ustra, verdadeiro “boi de piranha”, para fazê-lo. Daí a exposição de cartazes financiados pela CUT, com o dinheiro dos nossos impostos, pela OAB/SP dirigida por um notório comunista e encabeçados pelo nome de Aton Fon Filho, um seguidor de Marighella, ex-"cursilhista" em Cuba como integrante do 1º Exército da Aliança Libertadora Nacional (ALN), assaltante e assassino.
O que querem? Pressionar a Justiça para a condenação do Ustra, quando melhor seria estarem em Brasília, pressionando pela condenação dos "mensaleiros".
Infelizmente, este é o Brasil dos nossos dias. Mas assim como à noite sucede o dia, a verdade surgirá
Osmar José de Barros Ribeiro éTen-Cel Inf (Ref).
Carta aberta solicita que Ministro da Defesa se Demita
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Dario Giordano
Digníssimo Ministro da Defesa Celso Amorim:
Enfatizando todo o respeito e consideração que V. Exª. é digno, o objetivo desta carta aberta é solicitar humildemente que V. Exª. renuncie ao cargo de Ministro da Defesa para que possa exercer mais confortavelmente a defesa de indivíduos em julgamento no Supremo por Formação de Quadrilha e Corrupção Ativa.
O artigo escrito pelo General Paulo Chagas – AÇÃO DE COMANDO , pode ser lido na íntegra em http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7355&Itemid=103 , procura mostrar a V. Exª o significado do que é COMANDAR. Eu complemento mostrando o TIPO DE DEMOCRACIA que V. Exª diz ser fundamental consolidar em - A REPÚBLICA DA CORRUPÇÃO. Vamos aos fatos:
A República da Corrupção e Impunidade
O portal do Ministério da Defesa – www.defesa.gov – está fora do ar e não foi possível confirmar a veracidade do fato que se segue. Consta na internet, redes sociais, como sua declaração: “Defender o Zé Dirceu é defender fundamentalmente a consolidação democrática em nosso país Chega de ditadura midiática”.
O ex-ministro da Casa Civil é apontado pela Procuradoria-Geral da República como o chefe do núcleo político do mensalão e é acusado de formação de quadrilha e corrupção ativa.
Na minha humilde e insignificante opinião acho que V. Exª., como diplomata, entende muito de relações exteriores massss entende muito pouco de relações interiores – Mensalão, Ditadura midiática, Democracia, Corrupção e o significado de comando e honra para um militar.
Por favor, considere como um ato de cooperação as informações que se seguem:
VEJA O QUE É O MENSALÃO – QUANTA SUJEIRA!!!:
http://www.youtube.com/watch?v=1CGYI5V4F84
VEJA O QUE É A SUA DEMOCRACIA CONSOLIDADA :
Dep. Cidinha Campos2 no Congresso: Mamadores,Canalhas e vagabundos(seus colegas)
http://videos.sapo.pt/zfraggEJB6TGr1fJIZIu
EM DISCURSO NO CONGRESSO ACM CHAMA LULA DE LADRÃO
http://videos.sapo.pt/ML0LuU6wy50GG7paNyzy
CONGRESSO – O SALÁRIO DA ORGIA E DA MORTE
A ORGIA: http://videos.sapo.pt/SqYnd0CvYB5c4UBYUuyt
%%%%%%%%%
A MORTE : http://videos.sapo.pt/q47KZKQD0s8v3Pe0Jcya
VEJA O EXEMPLO DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA:
Democracia na Suécia x Brasileira
Envergonha a Democracia Brasileira
http://videos.sapo.pt/9wtm7AiHQ0g4zERyIHJp
E PARA ONDE VÃO POLÍTICOS CORRUPTOS EM UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA:
EUA-Lugar de Político Corrupto é na Cadeia
http://videos.sapo.pt/EIUNcVhisb4PWGeBAyEB
FINALMENTE, ASSASSINATOS PLANEJADOS EM 64
http://videos.sapo.pt/KnVF9BUDrBnD3NOnmRGQ
Quanto à Ditadura Midiática que V. Exª se refere, graças à Mídia o Brasil não está transformado em uma República de Idiotas que não sabem de nada.
À consideração de V. Exª.
Dario Giordano – Capitão-de-Fragata Reformado.
Por Dario Giordano
Digníssimo Ministro da Defesa Celso Amorim:
Enfatizando todo o respeito e consideração que V. Exª. é digno, o objetivo desta carta aberta é solicitar humildemente que V. Exª. renuncie ao cargo de Ministro da Defesa para que possa exercer mais confortavelmente a defesa de indivíduos em julgamento no Supremo por Formação de Quadrilha e Corrupção Ativa.
O artigo escrito pelo General Paulo Chagas – AÇÃO DE COMANDO , pode ser lido na íntegra em http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=7355&Itemid=103 , procura mostrar a V. Exª o significado do que é COMANDAR. Eu complemento mostrando o TIPO DE DEMOCRACIA que V. Exª diz ser fundamental consolidar em - A REPÚBLICA DA CORRUPÇÃO. Vamos aos fatos:
A República da Corrupção e Impunidade
O portal do Ministério da Defesa – www.defesa.gov – está fora do ar e não foi possível confirmar a veracidade do fato que se segue. Consta na internet, redes sociais, como sua declaração: “Defender o Zé Dirceu é defender fundamentalmente a consolidação democrática em nosso país Chega de ditadura midiática”.
O ex-ministro da Casa Civil é apontado pela Procuradoria-Geral da República como o chefe do núcleo político do mensalão e é acusado de formação de quadrilha e corrupção ativa.
Na minha humilde e insignificante opinião acho que V. Exª., como diplomata, entende muito de relações exteriores massss entende muito pouco de relações interiores – Mensalão, Ditadura midiática, Democracia, Corrupção e o significado de comando e honra para um militar.
Por favor, considere como um ato de cooperação as informações que se seguem:
VEJA O QUE É O MENSALÃO – QUANTA SUJEIRA!!!:
http://www.youtube.com/watch?v=1CGYI5V4F84
VEJA O QUE É A SUA DEMOCRACIA CONSOLIDADA :
Dep. Cidinha Campos2 no Congresso: Mamadores,Canalhas e vagabundos(seus colegas)
http://videos.sapo.pt/zfraggEJB6TGr1fJIZIu
EM DISCURSO NO CONGRESSO ACM CHAMA LULA DE LADRÃO
http://videos.sapo.pt/ML0LuU6wy50GG7paNyzy
CONGRESSO – O SALÁRIO DA ORGIA E DA MORTE
A ORGIA: http://videos.sapo.pt/SqYnd0CvYB5c4UBYUuyt
%%%%%%%%%
A MORTE : http://videos.sapo.pt/q47KZKQD0s8v3Pe0Jcya
VEJA O EXEMPLO DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA:
Democracia na Suécia x Brasileira
Envergonha a Democracia Brasileira
http://videos.sapo.pt/9wtm7AiHQ0g4zERyIHJp
E PARA ONDE VÃO POLÍTICOS CORRUPTOS EM UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA:
EUA-Lugar de Político Corrupto é na Cadeia
http://videos.sapo.pt/EIUNcVhisb4PWGeBAyEB
FINALMENTE, ASSASSINATOS PLANEJADOS EM 64
http://videos.sapo.pt/KnVF9BUDrBnD3NOnmRGQ
Quanto à Ditadura Midiática que V. Exª se refere, graças à Mídia o Brasil não está transformado em uma República de Idiotas que não sabem de nada.
À consideração de V. Exª.
Dario Giordano – Capitão-de-Fragata Reformado.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Acusado de chefiar o mensalão, Lula se preocupa com Efeito Paraguai e já brinca que pode suceder Dilma
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.ne
Por Jorge Serrão
O espetáculo verbal proporcionado pelos advogados de defesa dos 38 réus do Mensalão só confirma que o Brasil é mesmo o País da injustiça e da impunidade. Ontem, conforme prometera, o advogado gaúcho Luiz Francisco Corrêa Barbosa (que defende Roberto Jefferson) lavou a alma da nação ao repetir o que todo mundo sabe: o ex-presidente Lula da Silva não só sabia de tudo como comandava pessoalmente o esquema do Mensalão. Mas como “o mandante” não foi denunciado pelo Procuradoria-Geral da República, acusá-lo agora tem efeito apenas moral. De nada adianta na prática.
Malandramente, como de costume, Lula preferiu o silêncio sobre tudo que se falou (mal) dele no STF. Lula está certíssimo, porque sua blindagem e consequente impunidade – até segunda ordem – está garantida. Basta dar uma olhada no noticiário da mídia amestrada que – como de costume – minimizou ao máximo, na hora da edição final, as palavras do advogado Barbosa contra o poderoso chefão $talinácio. Lula agora aproveita para brincar com o factóide de que pode suceder Dilma – se ela não quiser disputar a reeleição. Dilma e Lula andam de mal por causa das rusgas sobre Petrobrás entre Graça Foster e Sérgio Gabrielli.
Barbosa proclamou no STF: "O presidente então não só sabia como ordenou o desencadeamento de tudo o que essa ação penal discute. Sim, ordenou. Aqueles ministros eram executivos". De novidade, o advogado de Jefferson citou, com base em investigações, que Lula beneficiou os bancos Rural e BMG (acusados de forjar empréstimos para justificar o dinheiro movimentado pelo PT no formato de lavagem). Barbosa denunciou que o BMG recebeu tratamento privilegiado do governo. O advogado lembrou que Lula baixou uma medida provisória que permitiu ao Rural operar o lucrativo esquema de crédito consignado para servidores públicos. Barbosa ainda brincou com os ministros do STF: “O rei está nu. Mostrem isto”.
Luiz Francisco Corrêa Barbosa cumpriu bem seu papel teatral na tribuna do STF, pretando que Lula “não só sabia como desencadeou tudo”. O advogado frisou que Lula não está entre os réus devido à “omissão” do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. E ainda ironizou: “O presidente não é só ‘safo’ [esperto]. Ele é doutor honoris causa em universidades internacionais. Mas é um pateta? Tudo isso aconteceu sobre suas barbas e nada.”. Aliás, Barbosa acusou Gurgel de “sentar na denúncia” contra Lula e de ter sido “omisso” – o que vai levar a um “festival de absolvições”.
Curiosamente, apesar do trabalho de seu advogado, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, continua repetindo a tese de que Lula não tinha conhecimento do mensalão. Mas Jefferson não perdeu a chance de alfinetar Lula através de seu defensor: "Entendi a técnica de defesa. Hoje o Barbosa pode dizer isso. Ele não diria há sete anos porque nem eu nem ele sabíamos que o José Dirceu foi ao BMG, que o BMG foi duas vezes ao Paládio do Planalto e se reuniu com o José Dirceu e o Lula, que o BMG é um dos maiores financiadores do PT, que o BMG favoreceu o caixa 2. Eu não sabia disso em 2005. Se eu soubesse, derrubaria o Lula. Eu sei o que eu vi: que o Lula não sabia (do mensalão). Mas eu não quero acusar o Lula. A minha tribuna já foi encerrada lá atrás. Eu era o ator. Agora, sou expectador e acusado".
Efeito Paraguai?
Lula anda meio preocupado com desdobramentos do efeito Paraguai – que derrubou da presidência seu coleguinha de Foro de São Paulo, o Bispo Lugo.
Sinal disso é que o ex-presidente recebeu ontem, em seu escritório no Instituto Lula, em São Paulo, o senador paraguaio Alberto Grillon Conigliaro.
O que ambos conversaram só Deus deve saber...
Brincadeira muito séria
A ex-primeira-dama Marisa Letícia tentou consertar ontem uma besteirinha política cometida por seu marido.
Marisa jura que Lula estava "brincando" quando afirmou que poderia sair candidato em 2014 caso a sua sucessora, Dilma Rousseff, não queira disputar a reeleição:
"Ele também não tem interesse. Há alguns meses ele falou brincando que se a Dilma não quiser, ele sairia, mas foi uma brincadeira. Lula não precisa mais disputar eleição. Dilma é quem deve disputar a reeleição".
A desculpa de Marisa foi dada em entrevista ao jornal "ABCD Maior", editado em São Bernardo do Campo (SP).
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Agosto de 2012.
Por Jorge Serrão
O espetáculo verbal proporcionado pelos advogados de defesa dos 38 réus do Mensalão só confirma que o Brasil é mesmo o País da injustiça e da impunidade. Ontem, conforme prometera, o advogado gaúcho Luiz Francisco Corrêa Barbosa (que defende Roberto Jefferson) lavou a alma da nação ao repetir o que todo mundo sabe: o ex-presidente Lula da Silva não só sabia de tudo como comandava pessoalmente o esquema do Mensalão. Mas como “o mandante” não foi denunciado pelo Procuradoria-Geral da República, acusá-lo agora tem efeito apenas moral. De nada adianta na prática.
Malandramente, como de costume, Lula preferiu o silêncio sobre tudo que se falou (mal) dele no STF. Lula está certíssimo, porque sua blindagem e consequente impunidade – até segunda ordem – está garantida. Basta dar uma olhada no noticiário da mídia amestrada que – como de costume – minimizou ao máximo, na hora da edição final, as palavras do advogado Barbosa contra o poderoso chefão $talinácio. Lula agora aproveita para brincar com o factóide de que pode suceder Dilma – se ela não quiser disputar a reeleição. Dilma e Lula andam de mal por causa das rusgas sobre Petrobrás entre Graça Foster e Sérgio Gabrielli.
Barbosa proclamou no STF: "O presidente então não só sabia como ordenou o desencadeamento de tudo o que essa ação penal discute. Sim, ordenou. Aqueles ministros eram executivos". De novidade, o advogado de Jefferson citou, com base em investigações, que Lula beneficiou os bancos Rural e BMG (acusados de forjar empréstimos para justificar o dinheiro movimentado pelo PT no formato de lavagem). Barbosa denunciou que o BMG recebeu tratamento privilegiado do governo. O advogado lembrou que Lula baixou uma medida provisória que permitiu ao Rural operar o lucrativo esquema de crédito consignado para servidores públicos. Barbosa ainda brincou com os ministros do STF: “O rei está nu. Mostrem isto”.
Luiz Francisco Corrêa Barbosa cumpriu bem seu papel teatral na tribuna do STF, pretando que Lula “não só sabia como desencadeou tudo”. O advogado frisou que Lula não está entre os réus devido à “omissão” do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. E ainda ironizou: “O presidente não é só ‘safo’ [esperto]. Ele é doutor honoris causa em universidades internacionais. Mas é um pateta? Tudo isso aconteceu sobre suas barbas e nada.”. Aliás, Barbosa acusou Gurgel de “sentar na denúncia” contra Lula e de ter sido “omisso” – o que vai levar a um “festival de absolvições”.
Curiosamente, apesar do trabalho de seu advogado, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, continua repetindo a tese de que Lula não tinha conhecimento do mensalão. Mas Jefferson não perdeu a chance de alfinetar Lula através de seu defensor: "Entendi a técnica de defesa. Hoje o Barbosa pode dizer isso. Ele não diria há sete anos porque nem eu nem ele sabíamos que o José Dirceu foi ao BMG, que o BMG foi duas vezes ao Paládio do Planalto e se reuniu com o José Dirceu e o Lula, que o BMG é um dos maiores financiadores do PT, que o BMG favoreceu o caixa 2. Eu não sabia disso em 2005. Se eu soubesse, derrubaria o Lula. Eu sei o que eu vi: que o Lula não sabia (do mensalão). Mas eu não quero acusar o Lula. A minha tribuna já foi encerrada lá atrás. Eu era o ator. Agora, sou expectador e acusado".
Efeito Paraguai?
Lula anda meio preocupado com desdobramentos do efeito Paraguai – que derrubou da presidência seu coleguinha de Foro de São Paulo, o Bispo Lugo.
Sinal disso é que o ex-presidente recebeu ontem, em seu escritório no Instituto Lula, em São Paulo, o senador paraguaio Alberto Grillon Conigliaro.
O que ambos conversaram só Deus deve saber...
Brincadeira muito séria
A ex-primeira-dama Marisa Letícia tentou consertar ontem uma besteirinha política cometida por seu marido.
Marisa jura que Lula estava "brincando" quando afirmou que poderia sair candidato em 2014 caso a sua sucessora, Dilma Rousseff, não queira disputar a reeleição:
"Ele também não tem interesse. Há alguns meses ele falou brincando que se a Dilma não quiser, ele sairia, mas foi uma brincadeira. Lula não precisa mais disputar eleição. Dilma é quem deve disputar a reeleição".
A desculpa de Marisa foi dada em entrevista ao jornal "ABCD Maior", editado em São Bernardo do Campo (SP).
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Agosto de 2012.
A fria análise do PT sobre o Mensalão
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca
Em reunião sigilosa que vazou, a Nomenklatura do PT nomeou uma Comissão para analisar as repercussões de possível decisão do STF sobre o Mensalão.
Foram consideradas no meticuloso exame que contou com a participação de expoentes do Foro de São Paulo, as medidas de subterfúgio e esvaziamento da comédia, como as Olimpíadas, que fatalmente atrairiam a atenção do populacho, o incentivo às greves que encheriam a paciência da turba, um incremento na CPMI do Cachoeira, o esculacho no Paraguai, a viagem à Londres da exultante e copiosa comitiva e outras milongas.
Na primeira hipótese, a da absolvição da quadrilha, concluíram que a dominação do País estaria concretizada, e estava prestes a ser inaugurada a REPÚBLICA DA MANIPULAÇÃO DEMOCRÁTICA DO BRASIL.
Seria o apogeu da máxima de “os fins justificam os meios”, ou “no dos outros é refresco”, prenúncio de que em breve todos os prefeitos, governadores e ministros seriam associados, subordinados ou simpatizantes do petismo e adoradores de seu ícone, o cara.
Na segunda, a punição de uns poucos acusados de menor proeminência, pouco mudaria a avaliação anterior. Apenas um leve oba - oba de repulsa àquela decisão, cuja culpa seria por ação da implacável e nojenta oposição . Enfim, da canalhada que é contra o Brasil para todos.
Na terceira, idêntica à segunda, mas com a inclusão de uns envolvidos mais salientes, como o Dirceu, também, foi considerada que pouco mudaria a primeira avaliação. Aqueles membros seriam expulsos estrondosamente, como exemplo de repulsa para os que agem com aloprado pensamento, e destoam por falta de tato na arte de enganar os propósitos e artimanhas do partido.
Na quarta, a condenação de todos ou da maioria, também pouca mossa causaria na visão de que o País está no papo. A expulsão, como a prevista na terceira hipótese, seria levada às ultimas conseqüências, e a mídia devidamente acionada exporia a coragem do Partido em chegar aos extremos para limpar o seu nome.
Assim, somando e diminuindo, chegaremos à conclusão de que Esta M. Não Tem Solução (EMNTS), conforme abalizado adágio de um conhecido e respeitado conhecedor dos descaminhos do cenário nacional, isto é, vertendo para o inglês, como fala o nobre filósofo, “This shit has no solution”, e não adianta inundar o excremento de perfume e bom - ar, nem adorná – lo com pó de ouro, que a bosta é a mesma.
De nossa profunda e escura caverna, chegamos à brilhante conclusão de que entre mortos e feridos do PT se salvarão todos, muito pelo contrario, o ex – presidente, grande beneficiário do mensalão, que nem chamuscado ficou, será idolatrado pela capacidade de ludibriar os tolos; a dama atual que afastou - se do problema e foi para as olimpíadas com gigantesca comitiva, deverá subir nas pesquisas da CNT/Sensus.
O povaréu vê com grande simpatia os esforços da presidência em deslocar - se para Londres, a fim de animar os atletas nacionais com a sua presença e vivaz torcida.
Felizmente, como nos ufanamos, deu certo.
O resultado do julgamento do mensalão será similar a nossa participação nas olimpíadas. Um assombro.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente doo Ternuma, é General de Brigada Reformado.
Por Valmir Fonseca
Em reunião sigilosa que vazou, a Nomenklatura do PT nomeou uma Comissão para analisar as repercussões de possível decisão do STF sobre o Mensalão.
Foram consideradas no meticuloso exame que contou com a participação de expoentes do Foro de São Paulo, as medidas de subterfúgio e esvaziamento da comédia, como as Olimpíadas, que fatalmente atrairiam a atenção do populacho, o incentivo às greves que encheriam a paciência da turba, um incremento na CPMI do Cachoeira, o esculacho no Paraguai, a viagem à Londres da exultante e copiosa comitiva e outras milongas.
Na primeira hipótese, a da absolvição da quadrilha, concluíram que a dominação do País estaria concretizada, e estava prestes a ser inaugurada a REPÚBLICA DA MANIPULAÇÃO DEMOCRÁTICA DO BRASIL.
Seria o apogeu da máxima de “os fins justificam os meios”, ou “no dos outros é refresco”, prenúncio de que em breve todos os prefeitos, governadores e ministros seriam associados, subordinados ou simpatizantes do petismo e adoradores de seu ícone, o cara.
Na segunda, a punição de uns poucos acusados de menor proeminência, pouco mudaria a avaliação anterior. Apenas um leve oba - oba de repulsa àquela decisão, cuja culpa seria por ação da implacável e nojenta oposição . Enfim, da canalhada que é contra o Brasil para todos.
Na terceira, idêntica à segunda, mas com a inclusão de uns envolvidos mais salientes, como o Dirceu, também, foi considerada que pouco mudaria a primeira avaliação. Aqueles membros seriam expulsos estrondosamente, como exemplo de repulsa para os que agem com aloprado pensamento, e destoam por falta de tato na arte de enganar os propósitos e artimanhas do partido.
Na quarta, a condenação de todos ou da maioria, também pouca mossa causaria na visão de que o País está no papo. A expulsão, como a prevista na terceira hipótese, seria levada às ultimas conseqüências, e a mídia devidamente acionada exporia a coragem do Partido em chegar aos extremos para limpar o seu nome.
Assim, somando e diminuindo, chegaremos à conclusão de que Esta M. Não Tem Solução (EMNTS), conforme abalizado adágio de um conhecido e respeitado conhecedor dos descaminhos do cenário nacional, isto é, vertendo para o inglês, como fala o nobre filósofo, “This shit has no solution”, e não adianta inundar o excremento de perfume e bom - ar, nem adorná – lo com pó de ouro, que a bosta é a mesma.
De nossa profunda e escura caverna, chegamos à brilhante conclusão de que entre mortos e feridos do PT se salvarão todos, muito pelo contrario, o ex – presidente, grande beneficiário do mensalão, que nem chamuscado ficou, será idolatrado pela capacidade de ludibriar os tolos; a dama atual que afastou - se do problema e foi para as olimpíadas com gigantesca comitiva, deverá subir nas pesquisas da CNT/Sensus.
O povaréu vê com grande simpatia os esforços da presidência em deslocar - se para Londres, a fim de animar os atletas nacionais com a sua presença e vivaz torcida.
Felizmente, como nos ufanamos, deu certo.
O resultado do julgamento do mensalão será similar a nossa participação nas olimpíadas. Um assombro.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente doo Ternuma, é General de Brigada Reformado.
O Prejuízo da Petrobrás
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Roberto Freire
No primeiro mandato do governo Lula foi anunciado ao país, com pompa e circunstância, a autossuficiência energética, seja do etanol, em que seríamos o maior produtor de combustível renovável, como também de petróleo.
Desde então, o que temos assistido é o colapso da produção de etanol, de um lado, e a Petrobrás deslizando continuamente para sua apropriação indébita por parte do PT e sua "base aliada", vítima de processos irracionais de administração e produção.
Assim é o modo petista de administrar: a Petrobras apresentou o prejuízo da ordem de R$ 1,346 bilhão no segundo trimestre de 2012. No entanto, é necessário ampliar a análise desse prejuízo para entender como a falta de planejamento estratégico no setor energético, que sempre esteve a cargo da presidente Dilma, desde a posse do presidente Lula em 2003, nos trouxe até aqui.
Segundo a presidente da Petrobras, Graça Foster, o atual resultado é creditado ao câmbio, ao aumento de importação da gasolina, e aos preços dos combustíveis praticados pela empresa, sob as ordens do Planalto, abaixo dos preços internacionais, num subsídio a toda economia arcado pela estatal.
A importação de gasolina pelo Brasil cresceu 13% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Na primeira metade do ano, o consumo de gasolina avançou 7% em relação ao primeiro semestre de 2011.
O governo trabalhava com um cenário de expansão de produção de etanol, o que não aconteceu. Não houve planejamento para aumento de produção de gasolina em território nacional.
As novas refinarias, todas atrasadas em seus cronogramas, também não estão sendo construídas para aumentar a produção de gasolina, serão focadas na produção de diesel.
Ou seja, houve uma falha monumental de planejamento estratégico no setor, o que desencadeou a necessidade de importação crescente de gasolina, o que gera dependência externa e instabilidade de preços internos.
Como é possível o governo incentivar a compra de carros, como foi feito nos últimos anos, sem ter uma correta estratégia de expansão da oferta de combustíveis?
A política de manutenção dos preços internos da gasolina, descolados dos preços internacionais, é um subsídio que mascara a situação da economia do país.
Mantém-se o preço, à custa da Petrobras, para que não haja inflação, já que o aumento dos combustíveis impacta nos custos de toda a economia.
Poderia fazer sentido se fôssemos autossuficientes em petróleo e derivados, mas a alardeada autonomia em petróleo fruto da lorota propagandística do governo Lula durou muito pouco tempo e voltamos a ser importadores e nunca conseguimos autossuficiência em derivados, como a gasolina. O episódio demonstra que não há planejamento estratégico para o crescimento nacional.
Dessa vez o problema está exatamente no setor que a presidente mais domina: o de energia, o que desmente a sua tão exaltada competência administrativa.
Os governos Lula e Dilma não conseguiram, até hoje, formular uma política de desenvolvimento nacional, tendo sido guiados pelos ventos internacionais e respondido à conjuntura, sem projetar um futuro para o país.
Roberto Freire é deputado Federal e presidente nacional do PPS.
Por Roberto Freire
No primeiro mandato do governo Lula foi anunciado ao país, com pompa e circunstância, a autossuficiência energética, seja do etanol, em que seríamos o maior produtor de combustível renovável, como também de petróleo.
Desde então, o que temos assistido é o colapso da produção de etanol, de um lado, e a Petrobrás deslizando continuamente para sua apropriação indébita por parte do PT e sua "base aliada", vítima de processos irracionais de administração e produção.
Assim é o modo petista de administrar: a Petrobras apresentou o prejuízo da ordem de R$ 1,346 bilhão no segundo trimestre de 2012. No entanto, é necessário ampliar a análise desse prejuízo para entender como a falta de planejamento estratégico no setor energético, que sempre esteve a cargo da presidente Dilma, desde a posse do presidente Lula em 2003, nos trouxe até aqui.
Segundo a presidente da Petrobras, Graça Foster, o atual resultado é creditado ao câmbio, ao aumento de importação da gasolina, e aos preços dos combustíveis praticados pela empresa, sob as ordens do Planalto, abaixo dos preços internacionais, num subsídio a toda economia arcado pela estatal.
A importação de gasolina pelo Brasil cresceu 13% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Na primeira metade do ano, o consumo de gasolina avançou 7% em relação ao primeiro semestre de 2011.
O governo trabalhava com um cenário de expansão de produção de etanol, o que não aconteceu. Não houve planejamento para aumento de produção de gasolina em território nacional.
As novas refinarias, todas atrasadas em seus cronogramas, também não estão sendo construídas para aumentar a produção de gasolina, serão focadas na produção de diesel.
Ou seja, houve uma falha monumental de planejamento estratégico no setor, o que desencadeou a necessidade de importação crescente de gasolina, o que gera dependência externa e instabilidade de preços internos.
Como é possível o governo incentivar a compra de carros, como foi feito nos últimos anos, sem ter uma correta estratégia de expansão da oferta de combustíveis?
A política de manutenção dos preços internos da gasolina, descolados dos preços internacionais, é um subsídio que mascara a situação da economia do país.
Mantém-se o preço, à custa da Petrobras, para que não haja inflação, já que o aumento dos combustíveis impacta nos custos de toda a economia.
Poderia fazer sentido se fôssemos autossuficientes em petróleo e derivados, mas a alardeada autonomia em petróleo fruto da lorota propagandística do governo Lula durou muito pouco tempo e voltamos a ser importadores e nunca conseguimos autossuficiência em derivados, como a gasolina. O episódio demonstra que não há planejamento estratégico para o crescimento nacional.
Dessa vez o problema está exatamente no setor que a presidente mais domina: o de energia, o que desmente a sua tão exaltada competência administrativa.
Os governos Lula e Dilma não conseguiram, até hoje, formular uma política de desenvolvimento nacional, tendo sido guiados pelos ventos internacionais e respondido à conjuntura, sem projetar um futuro para o país.
Roberto Freire é deputado Federal e presidente nacional do PPS.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Infantilismo Programado
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro
Torna-se cada dia mais tortuoso o relacionamento dos coroas e dos senectos com as novas gerações. É difícil entender como uma pessoa adulta cultiva comportamentos infantis de intolerância, que se traduzem em crueldade e na manifestação dos mais reles instintos, negando os melhores propósitos da civilização e das religiões, estas utilizadas como facas de dois gumes. Êta humanidade bestial!
Até parece que a conquista do bem estar e o clímax da felicidade depende da capacidade de mentir, trapacear, passar a perna no outro, “encher a cara”, roubar, matar, como se a violência contra a pessoa, em suas diversas manifestações de força, fossem atos inconseqüentes, desde que o ator ou elenco, recebessem aplausos.
As platéias parecem atemorizadas ou fascinadas apreciando os que encarnam o ódio, a vingança, o cinismo, a brutalidade no palco da vida e na “teletela” onde os atores são prestigiados. Como se na vida de cada dia as escolhas estivessem pautadas, pré-determinadas inexoravelmente implantadas pelo Estado, aspecto da realidade escamoteado pelos que informam e induzem a opinião, os comportamentos e escolhas de cada dia.
A ação construtiva contribuindo conscientemente para o bem estar, asseguradora da participação no amanhã, com o festejo, o traje, a mesa e o teto conquistados, parecem sonho. Apenas minorias transitam nas veredas, realizando missões específicas, passo a passo, cumprindo metas e alcançando objetivos, prevenindo emergências e avaliando contingências, notavelmente grupos que mentalizam e concebem Deus fora dos currais de fanatismo e fundamentalismo.
Viver a vida para as novas gerações parece mais um “programa”, ou ato voluntarioso. A responsabilidade de um para com o outro, o compromisso, o contrato, soam como prisões impeditivas do exercício de “direitos” imediatos, delegados pelo Estado à sua conveniência. Os direitos conquistados pelo esforça individual pouco significam. O que aparece como valor é acessar prazeres ilimitados sem qualquer noção de nobreza, ética, vergonha, dignidade ou limite.
Diante da “maquininha de fazer doido” as pessoas recebem o suprimento da informação programada, repetitiva, preenchendo todas as mentes, fixando o infantilismo coletivo. Os “educandos” tornan-as incapazes de aceitar os valores da educação doméstica desde a mocidade. Sem limites, sem a percepção e o sentido da missão de partículas infinitesimais do cosmos, guardiões da vida em todas as suas manifestações, destroem, sem culpa, a própria vida.
Salvam-se do estouro da boiada, apenas algumas individualidades que conservam o pudor, modéstia, sede de saber e respeito pelos outros, fixados em poucas famílias. A opinião pública dos bandos, depende da informação reduzida sobre assuntos e atividades periféricas, normalmente inspiradas por ongs estrangeiras, que financiam, influem, ditam e justificam as regras deste jogo mortífero.
Uma só fonte parece abastecer com textos, imagens e comentários sobre esportes, política, economia, saúde, segurança, educação, cultura, artes, diferenças e méritos, limitando escolhas e impondo comportamentos. A impressão que fica é que toda a cultura ancestral, todas as instituições e propósitos humanos estão cercados e submetidos, reféns do escárnio.
As nações, como as pessoas, dependem umas das outras trocando matérias primas e alimentos. Mas sempre foram vigentes as políticas de pirataria de “privilegiados”, que preferem tomar o que precisam à força, submetendo as demais. Fingem negociar, mas resistem a firmar acordos livres das cláusulas de submissão que negam os propósitos construtivos. As grandes e continuadas perdas acabam sempre por neutralizar nações e culturas satélites dos centros de decisão global, econômicos, políticos e culturais.
A ideologia obediente aos propósitos das Internacionais Comunistas domina as mentes dos que ocupam os postos de mando, implantando as reformas ditadas pelos controladores do sistema financeiro global. A organização que merece o silêncio totalitário imposto à nossa mídia, reuniu-se na primeira semana de Julho em Caracas, na Venezuela. Bem ali, no norte do continente, os democratas gritam contra o desastre ideológico:
“O Foro de São Paulo é a instituição que reúne todas as forças mortíferas da esquerda em nosso continente. Vocês vão ver centenas de ônibus cheios de gente muito alegre, carregando bandeirinhas de todas as cores, entoando canções de amor e liberdade. Grupos de turistas entrando e saindo dos hotéis cinco estrelas. Atos culturais retransmitidos por cadeias obrigatórias (de radio e tv) homenageando “heróis” como Guevara, todos falando do bem que se vive no comunismo e contra o horror da vida no Império”.
“O Foro de São Paulo promove a violação de todos os direitos humanos, além da guerra, seqüestro, assassinato de gente inocente, coloca bombas em locais públicos, negocia com drogas e insulta a nossa inteligência. Caracas parece um cemitério, triste, em ruínas... Eles vão tentar fazer-nos esquecer que hoje temos mais jovens mortos em tiroteios sem sentido, que numa guerra”.
E no Brasil é diferente? Aqui o Foro de São Paulo está no comando, de modo sutil, imperceptível, encoberto pelo noticiário que interessa: “batalhas” futebolísticas, drogas, bundas, crimes impunes...
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Por Arlindo Montenegro
Torna-se cada dia mais tortuoso o relacionamento dos coroas e dos senectos com as novas gerações. É difícil entender como uma pessoa adulta cultiva comportamentos infantis de intolerância, que se traduzem em crueldade e na manifestação dos mais reles instintos, negando os melhores propósitos da civilização e das religiões, estas utilizadas como facas de dois gumes. Êta humanidade bestial!
Até parece que a conquista do bem estar e o clímax da felicidade depende da capacidade de mentir, trapacear, passar a perna no outro, “encher a cara”, roubar, matar, como se a violência contra a pessoa, em suas diversas manifestações de força, fossem atos inconseqüentes, desde que o ator ou elenco, recebessem aplausos.
As platéias parecem atemorizadas ou fascinadas apreciando os que encarnam o ódio, a vingança, o cinismo, a brutalidade no palco da vida e na “teletela” onde os atores são prestigiados. Como se na vida de cada dia as escolhas estivessem pautadas, pré-determinadas inexoravelmente implantadas pelo Estado, aspecto da realidade escamoteado pelos que informam e induzem a opinião, os comportamentos e escolhas de cada dia.
A ação construtiva contribuindo conscientemente para o bem estar, asseguradora da participação no amanhã, com o festejo, o traje, a mesa e o teto conquistados, parecem sonho. Apenas minorias transitam nas veredas, realizando missões específicas, passo a passo, cumprindo metas e alcançando objetivos, prevenindo emergências e avaliando contingências, notavelmente grupos que mentalizam e concebem Deus fora dos currais de fanatismo e fundamentalismo.
Viver a vida para as novas gerações parece mais um “programa”, ou ato voluntarioso. A responsabilidade de um para com o outro, o compromisso, o contrato, soam como prisões impeditivas do exercício de “direitos” imediatos, delegados pelo Estado à sua conveniência. Os direitos conquistados pelo esforça individual pouco significam. O que aparece como valor é acessar prazeres ilimitados sem qualquer noção de nobreza, ética, vergonha, dignidade ou limite.
Diante da “maquininha de fazer doido” as pessoas recebem o suprimento da informação programada, repetitiva, preenchendo todas as mentes, fixando o infantilismo coletivo. Os “educandos” tornan-as incapazes de aceitar os valores da educação doméstica desde a mocidade. Sem limites, sem a percepção e o sentido da missão de partículas infinitesimais do cosmos, guardiões da vida em todas as suas manifestações, destroem, sem culpa, a própria vida.
Salvam-se do estouro da boiada, apenas algumas individualidades que conservam o pudor, modéstia, sede de saber e respeito pelos outros, fixados em poucas famílias. A opinião pública dos bandos, depende da informação reduzida sobre assuntos e atividades periféricas, normalmente inspiradas por ongs estrangeiras, que financiam, influem, ditam e justificam as regras deste jogo mortífero.
Uma só fonte parece abastecer com textos, imagens e comentários sobre esportes, política, economia, saúde, segurança, educação, cultura, artes, diferenças e méritos, limitando escolhas e impondo comportamentos. A impressão que fica é que toda a cultura ancestral, todas as instituições e propósitos humanos estão cercados e submetidos, reféns do escárnio.
As nações, como as pessoas, dependem umas das outras trocando matérias primas e alimentos. Mas sempre foram vigentes as políticas de pirataria de “privilegiados”, que preferem tomar o que precisam à força, submetendo as demais. Fingem negociar, mas resistem a firmar acordos livres das cláusulas de submissão que negam os propósitos construtivos. As grandes e continuadas perdas acabam sempre por neutralizar nações e culturas satélites dos centros de decisão global, econômicos, políticos e culturais.
A ideologia obediente aos propósitos das Internacionais Comunistas domina as mentes dos que ocupam os postos de mando, implantando as reformas ditadas pelos controladores do sistema financeiro global. A organização que merece o silêncio totalitário imposto à nossa mídia, reuniu-se na primeira semana de Julho em Caracas, na Venezuela. Bem ali, no norte do continente, os democratas gritam contra o desastre ideológico:
“O Foro de São Paulo é a instituição que reúne todas as forças mortíferas da esquerda em nosso continente. Vocês vão ver centenas de ônibus cheios de gente muito alegre, carregando bandeirinhas de todas as cores, entoando canções de amor e liberdade. Grupos de turistas entrando e saindo dos hotéis cinco estrelas. Atos culturais retransmitidos por cadeias obrigatórias (de radio e tv) homenageando “heróis” como Guevara, todos falando do bem que se vive no comunismo e contra o horror da vida no Império”.
“O Foro de São Paulo promove a violação de todos os direitos humanos, além da guerra, seqüestro, assassinato de gente inocente, coloca bombas em locais públicos, negocia com drogas e insulta a nossa inteligência. Caracas parece um cemitério, triste, em ruínas... Eles vão tentar fazer-nos esquecer que hoje temos mais jovens mortos em tiroteios sem sentido, que numa guerra”.
E no Brasil é diferente? Aqui o Foro de São Paulo está no comando, de modo sutil, imperceptível, encoberto pelo noticiário que interessa: “batalhas” futebolísticas, drogas, bundas, crimes impunes...
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Carta Aberta de Um Coronel à Presidenta Dilma
Documento no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aécio Kauffmann Colombo da Silva
Excelentíssima Senhora, Dilma Rousseff, MD Presidenta da República Federativa do Brasil.
Algumas casas existem, nesta República onde os homens não fazem greve, não protestam, não portam faixas, não paralisam, nas ruas,o trânsito, não realizam operações-padrão, não estão, pela imprensa, a vociferar vitupérios contra seus chefes e nem se reúnem em sindicato que os defenda.
Apenas, senhora, para eles existe a disciplina, diariamente pregada e executada, desde o alvorecer até aos exaustivos plantões noturnos, porque aos seus membros se ensina também e, desde cedo, que as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer delas, da lei e da ordem - Art, 142 da Constituição.
Os homens, dessas casas, acostumaram-se às afirmações de seus chefes de que TUDO DEVE SER RESOLVIDO, RIGOROSAMENTE, DENTRO DOS PARÂMETROS IMPOSTOS PELA HIERARQUIA E PELA DISCIPLINA, SEMPRE BUSCANDO O ENTENDIMENTO, E ABSOLUTAMENTE, ATRAVÉS DOS CANAIS COMPETENTES.
A esses homens, senhora, que, desde cedo, foram levados a aceitar como verdades absolutas que: NO CUMPRIMENTO DO DEVER O SACRIFÍCIO É UM GOZO.QUE NUNCA É TARDE PARA MUDAR DE PROFISSÃO E QUE O EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES CASTRENSES É, ANTES DE QUALQUER COISA, UM SACERDÓCIO, é exigida a obrigatoriedade de dedicação exclusiva, sendo-lhes vedado o exercício de qualquer outro tipo de profissão ou atividade, como também, exigido o desempenho de suas atividades funcionais, em regiões diferentes e, às vezes, inóspitas, e sem a mínima estrutura de apoio ao grupamento familiar, no que tange aos aspectos básicos relativos à SAÚDE, à EDUCAÇÃO, à ALIMENTAÇÃO e à MORADIA.
Para eles, senhora, não há, no exercício destas atividades, horários fixos nem limites para as suas cargas horárias e, no cumprimento das missões que lhes são atribuídas, não há diferença entre o que se entende por dia ou noite.
As suas semanas têm, quase sempre, mais de sete dias.
Em seus calendários, os sábados, domingos e feriados não podem ser, de antemão, prometidos para o lazer ou para o repouso (como soe acontecer em outras casas desta República), e a execução de tarefas, por estes homens e nestes dias, não têm, sob qualquer título ou hipótese, nenhuma compensação financeira.
Sujeitos, senhora, a contínuas transferências, isto lhes causa sérios transtornos na organização familiar, pois, não raras vezes, seguem sozinhos, a fim de que não se esboroe o pequeno alicerce que, a duras penas, conseguiram firmar para a construção do seu lar.
É a eles, senhora, determinado o afastamento por períodos de tempo, às vezes longo, em razão das manobras ou dos exercícios de adestramento que realizam e, nestas condições, estão sujeitos a toda ordem de vicissitudes, sem que, para tal, haja a menor compensação pecuniária ou espécie de seguro.
Para eles, senhora, a oportunidade de crescimento, dentro de suas casas profissionais, está na ordem direta de um constante aprimoramento técnico-profissional, físico e intelectual , que lhes determina uma série de desajustamentos, com incidência direta na situação orçamentária familiar, e em alguns casos, MESMO IMPOSSIBILITADOS, NÃO SE PODEM FURTAR À DETERMINAÇÃO DE QUE SE APRESENTEM PARA RECICLAGEM.
Esses homens, senhora, estão sujeitos à “letras” de rigorosos Regulamentos e Normas Gerais de Ação que os tornam passíveis de penalizações,mesmo que por atitudes tomadas “fora de suas casas profissionais”, estando, à luz do Regulamento Disciplinar, sujeitos a pena de prisão, sem direito à Hábeas Corpus e, sob o güante do Regulamento de Administração, são total e absolutamente responsáveis pelo material que confiado a sua guarda.
E alguns deles, senhora, não podem, sem permissão, transitar sem o uniforme, casar-se, ausentar-se da região de aquartelamento, e toda uma série de restrições impeditivas, sem que lhes caiba a menor chance de queixa ou recurso, estendendo-se, algumas dessas imposições regulamentares, mesmo aos que já estão na reserva, sendo que estes podem ainda ser reconvocados .
“A esses homens, senhora, como fazê-los crer que para eles a Constituição não vale. Como fazê-los entender que para eles a Constituição possui apenas o Art. 142 e mais nada... e que, mesmo assim, têm eles a obrigação patriótica de defender, disciplinadamente e com o sacrifício da própria vida, esse mais nada...” (Saulo Ramos).
Os homens dessas casas, senhora, têm se mantido, disciplinadamente, a espera do reconhecimento das reivindicações que fazem, através de seus chefes, mesmo quando enganados pelos subterfúgios legais do processo da Isonomia que os obrigou, pelos resultados, a buscar, e sempre através dos canais competentes (sem anarquia ou desobediências ), pela justiça, a paridade de seus vencimentos; mesmo quando o Diário oficial da União de 21 de setembro de 1992 lhes reduziu o soldo.
Mesmo quando tiveram alteradas as regras para o cálculo do Adicional de Inatividade, em detrimento de suas parcas bolsas.
Mesmo quando se viram atingidos pela redução da Gratificação de Habilitação Militar e, ainda, quando foram, duramente atingidos pela supressão dos direitos que lhes eram assegurados pela CENTENÁRIA LEI DAS PENSÕES.
Mas esses homens que,disciplinada ordeiramente, esperam, também observam, pelo comportamento de outras casas desta República, que não tem sido este o melhor caminho, para que se lhes sejam assegurados os seus direitos, posto que “aquelas”, ao atropelo da própria Constituição, estão se impondo na marra.
Atenciosamente.
Aécio Kauffmann Colombo da Silva é Coronel de Cavalaria Reformado Ref.(032342720-3) e Anistiado Político.
Por Aécio Kauffmann Colombo da Silva
Excelentíssima Senhora, Dilma Rousseff, MD Presidenta da República Federativa do Brasil.
Algumas casas existem, nesta República onde os homens não fazem greve, não protestam, não portam faixas, não paralisam, nas ruas,o trânsito, não realizam operações-padrão, não estão, pela imprensa, a vociferar vitupérios contra seus chefes e nem se reúnem em sindicato que os defenda.
Apenas, senhora, para eles existe a disciplina, diariamente pregada e executada, desde o alvorecer até aos exaustivos plantões noturnos, porque aos seus membros se ensina também e, desde cedo, que as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer delas, da lei e da ordem - Art, 142 da Constituição.
Os homens, dessas casas, acostumaram-se às afirmações de seus chefes de que TUDO DEVE SER RESOLVIDO, RIGOROSAMENTE, DENTRO DOS PARÂMETROS IMPOSTOS PELA HIERARQUIA E PELA DISCIPLINA, SEMPRE BUSCANDO O ENTENDIMENTO, E ABSOLUTAMENTE, ATRAVÉS DOS CANAIS COMPETENTES.
A esses homens, senhora, que, desde cedo, foram levados a aceitar como verdades absolutas que: NO CUMPRIMENTO DO DEVER O SACRIFÍCIO É UM GOZO.QUE NUNCA É TARDE PARA MUDAR DE PROFISSÃO E QUE O EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES CASTRENSES É, ANTES DE QUALQUER COISA, UM SACERDÓCIO, é exigida a obrigatoriedade de dedicação exclusiva, sendo-lhes vedado o exercício de qualquer outro tipo de profissão ou atividade, como também, exigido o desempenho de suas atividades funcionais, em regiões diferentes e, às vezes, inóspitas, e sem a mínima estrutura de apoio ao grupamento familiar, no que tange aos aspectos básicos relativos à SAÚDE, à EDUCAÇÃO, à ALIMENTAÇÃO e à MORADIA.
Para eles, senhora, não há, no exercício destas atividades, horários fixos nem limites para as suas cargas horárias e, no cumprimento das missões que lhes são atribuídas, não há diferença entre o que se entende por dia ou noite.
As suas semanas têm, quase sempre, mais de sete dias.
Em seus calendários, os sábados, domingos e feriados não podem ser, de antemão, prometidos para o lazer ou para o repouso (como soe acontecer em outras casas desta República), e a execução de tarefas, por estes homens e nestes dias, não têm, sob qualquer título ou hipótese, nenhuma compensação financeira.
Sujeitos, senhora, a contínuas transferências, isto lhes causa sérios transtornos na organização familiar, pois, não raras vezes, seguem sozinhos, a fim de que não se esboroe o pequeno alicerce que, a duras penas, conseguiram firmar para a construção do seu lar.
É a eles, senhora, determinado o afastamento por períodos de tempo, às vezes longo, em razão das manobras ou dos exercícios de adestramento que realizam e, nestas condições, estão sujeitos a toda ordem de vicissitudes, sem que, para tal, haja a menor compensação pecuniária ou espécie de seguro.
Para eles, senhora, a oportunidade de crescimento, dentro de suas casas profissionais, está na ordem direta de um constante aprimoramento técnico-profissional, físico e intelectual , que lhes determina uma série de desajustamentos, com incidência direta na situação orçamentária familiar, e em alguns casos, MESMO IMPOSSIBILITADOS, NÃO SE PODEM FURTAR À DETERMINAÇÃO DE QUE SE APRESENTEM PARA RECICLAGEM.
Esses homens, senhora, estão sujeitos à “letras” de rigorosos Regulamentos e Normas Gerais de Ação que os tornam passíveis de penalizações,mesmo que por atitudes tomadas “fora de suas casas profissionais”, estando, à luz do Regulamento Disciplinar, sujeitos a pena de prisão, sem direito à Hábeas Corpus e, sob o güante do Regulamento de Administração, são total e absolutamente responsáveis pelo material que confiado a sua guarda.
E alguns deles, senhora, não podem, sem permissão, transitar sem o uniforme, casar-se, ausentar-se da região de aquartelamento, e toda uma série de restrições impeditivas, sem que lhes caiba a menor chance de queixa ou recurso, estendendo-se, algumas dessas imposições regulamentares, mesmo aos que já estão na reserva, sendo que estes podem ainda ser reconvocados .
“A esses homens, senhora, como fazê-los crer que para eles a Constituição não vale. Como fazê-los entender que para eles a Constituição possui apenas o Art. 142 e mais nada... e que, mesmo assim, têm eles a obrigação patriótica de defender, disciplinadamente e com o sacrifício da própria vida, esse mais nada...” (Saulo Ramos).
Os homens dessas casas, senhora, têm se mantido, disciplinadamente, a espera do reconhecimento das reivindicações que fazem, através de seus chefes, mesmo quando enganados pelos subterfúgios legais do processo da Isonomia que os obrigou, pelos resultados, a buscar, e sempre através dos canais competentes (sem anarquia ou desobediências ), pela justiça, a paridade de seus vencimentos; mesmo quando o Diário oficial da União de 21 de setembro de 1992 lhes reduziu o soldo.
Mesmo quando tiveram alteradas as regras para o cálculo do Adicional de Inatividade, em detrimento de suas parcas bolsas.
Mesmo quando se viram atingidos pela redução da Gratificação de Habilitação Militar e, ainda, quando foram, duramente atingidos pela supressão dos direitos que lhes eram assegurados pela CENTENÁRIA LEI DAS PENSÕES.
Mas esses homens que,disciplinada ordeiramente, esperam, também observam, pelo comportamento de outras casas desta República, que não tem sido este o melhor caminho, para que se lhes sejam assegurados os seus direitos, posto que “aquelas”, ao atropelo da própria Constituição, estão se impondo na marra.
Atenciosamente.
Aécio Kauffmann Colombo da Silva é Coronel de Cavalaria Reformado Ref.(032342720-3) e Anistiado Político.
domingo, 12 de agosto de 2012
Os Riscos de uma suprema desmoralização da Justiça
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão
"E o presidente da República, por que não foi denunciado? Sou intrigado com isso, porque o Ministério Público não denunciou Luiz Inácio Lula da Silva. Nos autos não tem um depoimento sequer dizendo que Antonio Lamas sabia dessa movimentação de dinheiro. Já quanto ao Lula, tem um depoimento dizendo que ele sabia, mas por que ele não figura em nenhuma denúncia?”
Toda pessoa de bom senso repete essa mesma indagação feita pelo advogado Décio Lins e Silva na sustentação oral da sétima sessão do Supremo Tribunal Federal sobre a ação penal 470. Lula não entrou no rol dos mensaleiros porque o oportunismo político falou mais alto na época da primeira denúncia do escândalo. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso liderou um movimento explícito na oposição para queseu eterno amigo e companheiro Lula não fosse acusado e, muito menos, detonado do poder.
O braço de politicagem do Governo do Crime Organizado também fez de tudo para um caso de corrupção explícita, que poderia e deveria ter sido imediatamente investigado pela primeira instância da Justiça, fosse protelado ao máximo e acabasse julgado no foro privilegiado do Supremo Tribunal Federal. Mais grave é que o STF aceitou cair na armadilha de se submeter ao desgaste de transformar uma corte eminentemente constitucional em um tribunal criminal para um complicadíssimo julgamento coletivo.
Agora é tarde para concordar com o que foi dito sexta-feira passada pelo ministro Marco Aurélio de Mello. Todo mundo com bom senso sabia que o STF não era a instância ideal para se julgar os 38 réus. Mello também criticou quye o julgamento ocorre em “um sistema obsoleto que precisa urgentemente ser revisto”. O ministro lamentou que o STF virou “um cemitério de inquérito e ações penais”. Mello protestou que o mensalão “deixou numa fila cerca de 900 outros processos de extrema importância para a população”.
Mello sempre defendeu que o STF deveria julgar apenas três réus com foro privilegiado: os deputados federais João Paulo Cunha, Pedro Henry, Valdemar Costa Neto. O restante deveria ir a tribunais comuns. O ministro detonou: “O sistema é obsoleto. Começamos mal e consertar isso é muito difícil. Estamos assustados com isso e não há prazo mesmo para terminar”. E chamou atenção para o grave risco institucional: “Não sabemos se desmembraremos ou não a acusação da condenação das penas, caso elas existirem. Se cada ministro falar o que pensa e der a pena que ache correta, vai ser como um leilão, uma confusão que não sei se teremos resultado antes das eleições”.
O senso de Justiça tem tudo para ficar muito mal no fim da novela do mensalão. Em tese, o STF seria a última instância para avaliar o caso. Na teoria, o que o Supremo decidisse, estaria resolvido e sacramentado, porque só caberia recurso a Deus (aquele pobre coitado que parece estar no mesmo nível dos ministros de nossa Corte máxima). O problema é que os advogados dos réus já planejam recorrer a dois recursos. Um primeiro pediundo esclarecimentos sobre as sentenças que não forem unânimes. Uma segunda manobra será invocar o previsto no artigo 333 do regimento interno do Supremo, que nunca foi usado desdea fundação do STF, em 1890, dando direito a um novo julgamento em caso de condenações por um placar de 7 a 4 (por exemplo).
Com a possibilidade de tais recursos, o juolgamento da Ação 470 não é aquela “bala de prata” definida pelo criminalista Márcio Thomaz Bastos. Do jeito que o pirão pode desandar - seja com decisões do STF que podem não ser cumpridas na prática, seja com penas brandas que façam os crimes compensarem ou seja com recursos que só levam o desfecho do caso até o dia de São Nunca -, para a opinião pública, o senso de Justiça tem tudo para acabar desmoralizado.
A confirmação da impunidade programada e aconsequente desmoralização do senso de Justiça podem ser os ingredientes que faltam para o Brasil ser mergulhado em uma crise institucional capaz de gerar turbulências graves e até rupturas políticas. O triste é que o Governo do Crime Organizado sempre tem um plano B para se salvar nas piores situações. E o plano já está em andamento.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 12 de Agosto de 2012.
Eles não podem ver mulher
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Marli Gonçalves
Passei três dias tentando digerir o impacto e o nojo que me causou uma foto publicada essa semana. Claro que feita por uma mulher de olhar aguçado, Monique Renne. Nela, Andressa, a namorada, noiva ou sei lá o quê de Carlinhos Cachoeira, se retirava da mesa da CPI que a havia convocado para depor. Na foto, todos os babões focados - seis! - olhavam concuspiciosos para sua, digamos, parte de trás.
Lembrei-me de que no primário havia um exercício de descrição. Nos era dada uma imagem e a partir dela descrevíamos o que aquilo nos parecia ser, em geral cenas e paisagens bucólicas. No caso da foto dos tarados da CPI, ficaria mais ou menos assim: "moça loura, bonita e segura de si, com um leve e irônico sorriso no rosto, faz com que aloprados e seus assessores esqueçam suas funções, como parlamentares eleitos pelo povo, e salivem, com cara de bobos, ruminantes, em suas gravatas". Aliviados, na certa, porque o "homem" da bela está preso. Porque se eu conheço bandido, e Cachoeira parece ser desse time, se ele visse essa foto, aiaiai, oioioi.
Foto tipo batom na cueca. E nem me venham com explicações, porque até ainda não disse bem o que pensei desses mesmos desconsiderados que pagamos para legislar quando há pouco houve outro caso, o da assessora de um senador metido a besta, demitida porque um safado gravou e mostrou para todo mundo um filme dele tendo relações sexuais com ela. O caso parou a CPI dos velhos babões, até porque a moça, advogada, era realmente de fechar o trânsito, principalmente de corpo. Mas não é esse o caso. O que aconteceu com o comedor malfadado que mostrou o filme? Nada. Deu até entrevista dizendo que não era ele.
Na mesma semana na qual no país pelo menos mais três mulheres que deveriam - e os juízes lhes garantiriam que estariam - protegidas pela Lei Maria da Penha, foram assassinadas por seus ex-companheiros, essa foto apenas mostra a quantos anos-luz estamos ainda do dia que as mulheres serão tratadas com respeito, dignidade e realmente de igual para igual. Agora até adolescentes são mortas por namoradinhos, no país machista que não se emenda, e onde até as lésbicas às vezes reproduzem papéis de machos da relação, como se sempre tivesse de haver alguma sobreposição de poder de um.
Por força profissional muitas vezes acompanhei sessões parlamentares em Brasília e cansei de perceber coisas do arco da velha, do meu canto, meio misturada, anônima, e dando graças a Deus de não exatamente ser identificada como jornalista, como os chavões descrevem. Vi e ouvi deputados (lembro especialmente de um que hoje é ministro, e de outro, baixitito, agora candidato a prefeito por aí) trocando informações com algumas repórteres, em cantos daquela imensidão do Planalto Central. Pode apostar que em Brasília as mulheres dominam as redações. Se for bonita, meio caminho andado e dado. Digo mais: nada contra, se os babões caem na teia, têm mais é que se ferrar, e as moças aproveitarem. Sedução por sedução...
Não é só o feminismo (isso mesmo, algum problema?) que me motiva a protestar. Mas a realidade. Assistimos, por exemplo, a um desfile de advogados defendendo os réus do mensalão no Supremo. Alguma mulher? Não. E elas existem, advogadas ótimas, combativas! O Cachoeira mesmo contratou uma das melhores, a Dora Cavalcanti.
Quando as mulheres apareceram no caso? Como rés, como bem lembrou Eliane Cantanhede na Folha de S. Paulo outro dia, todas foram praticamente vilipendiadas ao serem defendidas. Eram pau mandado, não sabiam de nada, apenas executavam ordens superiores (de homens, claro!), não pensavam.
Um eloquente advogado chegou a chamar sua própria cliente de mequetrefe, para desenhá-la como insignificante. Só que a palavra tem sentidos terríveis também: intrometida, que se mete no que não é de sua conta; enxerida, inconveniente, sem importância, inútil, desprezível, imprestável. E borra-botas, joão-ninguém,coisa ou objeto de má qualidade, imprestável, desimportante, malfeita.
Antes ainda que me xinguem, achando que meu feminismo não permite que se olhe para bundas, digo calma lá! Até eu olho! Adoro uma dessas, como a dos atletas das olimpíadas. Olho tudo mesmo. Olho até mais, se querem saber, e se é que me entendem. Só que tem hora, local, cuidado, soslaio.
Aqui, falo de compostura, há muito perdida pelos nossos deputados e senadores, dos quais só se ouve falar histórias de arrepiar e que muitas vezes ficam até tolhidos por dossiês que lembram ou registraram suas farras. O mensalão tem histórias assim no meio, de um deles, um dos réus, feiosinho, que teria sido fotografado numa orgia, pelado, bêbado e com o charuto na boca. A imagem é um pesadelo.
Será romantismo piegas demais desejar que homens tenham respeito? Desejar sim que desejem e se apaixonem pelas mulheres, mas por motivos mais nobres e até mais criativos e poéticos, menos escrachados? O olhar, as mãos, os pés, os cabelos, a voz, os detalhes? Depois reclamam que a gente se masculiniza: é para trabalhar em paz.
Afinal, no caso que tratamos, são deputados, senadores, autoridades. Deveria ter alguma diferença.
São Paulo, onde há muitas obras e construções para ouvir cantadas verdadeiras, 2012
Marli Gonçalves é jornalista- Reparou que mulheres estão sendo usadas nojentamente nas campanhas eleitorais daqui? Tem candidato que mostra sua doutora. Tem candidato que mostra até a mulher grávida fazendo ultrassom, useiro e vezeiro em fazer isso até em leito de morte, como já fez no passado. E a única candidata mulher, Soninha, todo dia tem de reclamar que é esquecida pela imprensa mesmo tendo mais intenção de voto do que algum dos meninos.
• PS: Se ainda não viu a tal foto e ficou curioso (a), clique aqui. Foi publicada originalmente no Correio Braziliense
Suprema importância
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Arnaldo Jabor
Eu vi os dois primeiros dias do julgamento do mensalão. E, data venia , vi que há no Tribunal alguma coisa nascendo nas frestas dos rituais solenes: os indícios de um fato histórico: o STF está mais ligado ao mundo real, mais atento à opinião pública (por que não?).
Mas dava para ver um tenso alvoroço no plenário como na pré-estreia de um filme inédito. Tudo parecia ainda um atemorizante sacrilégio, como se todos estivessem cometendo um pecado - o delito de ousar cumprir a lei julgando poderosos. Será que ousarão contrariar séculos de impunidade, séculos de distância entre a Justiça e a sociedade?
Vi o "frisson" nervoso nos juízes que, depois de sete anos de lentidão, têm de correr para cumprir os prazos impostos pelas chicanas e pelos retardos que a gangue de mensaleiros conseguiu criar. Suprema ironia: no país da justiça lenta, os ministros do Supremo são obrigados a correr, andar logo, mandar brasa, falar rápido, pois o Peluso tem de votar e sai em setembro. E só há julgamento porque o ministro Ayres de Brito se empenhou pessoalmente em viabilizar prazos e datas. Se não, não haveria nada.
O STF parecia um palco armado: os advogados dos réus numa tribuna, a imprensa, convidados vip. Os advogados se movem em sincronia como discretos bailarinos de ternos, com expressões céticas ou quase cínicas, um tédio proposital nas caras, ostentando a tranquilidade profissional de pistoleiros bem pagos antes de sacar a arma no duelo.
Ali estavam os protagonistas: Joaquim Barbosa transido de dores, ardendo na pressa de emplacar esta revolução no STF, defrontando-se com a programada lentidão de seu inimigo principal, Lewandowski, o homem que levou seis meses para ler um processo escancarado havia sete anos e que no início do julgamento deu-se ao capricho de ler seu voto por uma hora e meia, conseguindo cumprir a estratégia de Thomaz Bastos e atrasar mais um dia no processo.
E conseguiu irritar Joaquim Barbosa, que o chamou de "desleal". Lewandowski retrucou, revelando a intenção que lhe vai na alma: "Pelo que vejo, este julgamento vai ser turbulento." Quando foi cantar o Gilmar Mendes, Lula disse que Lewandowski estava sob muita pressão e que Joaquim Barbosa era um "complexado " - por quê? Porque é preto e está de coluna doendo?
Ninguém, claro, assume o sutil racismo brasileiro, mas ninguém esquece que ele é preto; nem ele. A verdade é que Lula nomeou-o achando que seria uma "ação afirmativa" para seu governo e que Barbosa lhe seria grato. Lula achava que podia influir no outro poder com esse gesto. Dançou também no seu "alopramento".
No voto de Lewandowski vimos seu desejo de deixar patente na TV que é resistente a pressões de nossa "rasteira" opinião pública. Quis também exibir cultura jurídica cravejada de citações, criando um mecanismo de defesa preventivo que transmuta sua fama de lento em "independência" minuciosa. O julgamento vai oscilar entre a pressa e a lentidão. Pelos freios e embreagens, a defesa dos réus se fará por meio de chicanas retardadoras, por atrasos programados, por bloqueios e "questões de ordem" com cascas de banana.
Aí, começou a leitura da acusação do Procurador Geral da República, que ouvi com um arrepio de orgulho, como se estivesse na Inglaterra diante de um sistema judiciário impecável. Seu relatório serviu como uma viagem no tempo, rememorando a chanchada deprimente que foi o escândalo do mensalão, sete anos atrás. Tudo reapareceu: cada malinha de dinheiro vivo do Banco Rural, cada cheque administrativo, cada mentira e negação. Será dificílimo contestar o relatório e o voto de Roberto Gurgel, pois ele exibiu o óbvio, a autoevidência dos delitos. Daí, o show de chicanas a que assistiremos.
Foi espantoso constatar também que os "malfeitos" dos mensaleiros foram incrivelmente "aloprados", trabalho de ridículos amadores, deixando pistas gritantes, dando bandeiras em todas as direções. Como puderam errar tanto, ser tão primários?
Pensei e vi o óbvio - lembrei-me dos velhos comunistas que conheci tão bem na minha revolução juvenil. O povão era nossa boa consciência, o nosso salvo-conduto para a alma pacificada, sem culpas - o povão era nossa salvação.
Nós éramos mais "puros", mais poéticos, mais heroicos. Ai, que saudades do comunismo e, como dizia Beckett: "que saudades das velhas perguntas e das velhas respostas..." A "verdade" era o simplismo; complexidade era (e ainda é, para eles) coisa de "direita".
Mas, como era bom se sentir superior a um mundo povoado de "burgueses, caretas e babacas", como eu classificava a Humanidade.
Daí, a explicação: para que se importar com os babacas? Podemos deixar pistas à vontade porque, como disse o Lula, "sempre foi assim". Passaram a "desapropriar" a grana da "direita" - ou seja, inventaram o roubo com boa consciência, para "salvar" o povão com a grana do povão. Claro que isso foi apenas o rationale para justificar a "mão grande", um estandarte ideológico para legitimar a invasão da "porcada magra no batatal".
Claro que pegaram altos trocos, porque ninguém é de ferro. Só não contavam com as "cobras criadas" do Congresso, como o Jefferson, que viram aqueles comunas folgados descumprindo promessas, tratando-os com descaso de heróis contra "burgueses alienados e covardes".. Deu nas denúncias operísticas do Jefferson, um dos recentes salvadores da pátria. Por trás do mensalão há desprezo pela inteligência da sociedade.
Mas, muito mais grave do que a tradicional mãozinha nas cumbucas, mais grave que punhados de dólares na cueca ou na bolsinha, muito mais grave é a justificativa de que tudo não passou de "crime eleitoral", quando se tratou de mais de R$ 100 milhões num roubo "revolucionário". Os mensaleiros se absolvem e justificam porque teriam uma missão acima da democracia "burguesa".
O STF não está julgando só roubalheiras, mas a tentativa de desmoralizar a democracia para o benefício de um partido único. O PT quis usar o governo que "tomaram" para mudar o Estado brasileiro. O STF está julgando a preservação da República que lentamente se aperfeiçoa, e este julgamento já é uma etapa de nossa evolução democrática.
Nas próximas eleições, haverá renovação... Façamos uma faxina. Nem esses, nem indicados por esses. Não vote sem conhecer a história dos candidatos. Não vote porque alguém pediu. Se não tiver candidato limpo, trabalhe pela candidatura de alguém em quem você confie, ou candidate-se.
Arnaldo Jabor é Jornalista e Cineasta. Artigo Originalmente publicado nos jornais O Globo e Estadão em 7 de agosto de 2012.
Por Arnaldo Jabor
Eu vi os dois primeiros dias do julgamento do mensalão. E, data venia , vi que há no Tribunal alguma coisa nascendo nas frestas dos rituais solenes: os indícios de um fato histórico: o STF está mais ligado ao mundo real, mais atento à opinião pública (por que não?).
Mas dava para ver um tenso alvoroço no plenário como na pré-estreia de um filme inédito. Tudo parecia ainda um atemorizante sacrilégio, como se todos estivessem cometendo um pecado - o delito de ousar cumprir a lei julgando poderosos. Será que ousarão contrariar séculos de impunidade, séculos de distância entre a Justiça e a sociedade?
Vi o "frisson" nervoso nos juízes que, depois de sete anos de lentidão, têm de correr para cumprir os prazos impostos pelas chicanas e pelos retardos que a gangue de mensaleiros conseguiu criar. Suprema ironia: no país da justiça lenta, os ministros do Supremo são obrigados a correr, andar logo, mandar brasa, falar rápido, pois o Peluso tem de votar e sai em setembro. E só há julgamento porque o ministro Ayres de Brito se empenhou pessoalmente em viabilizar prazos e datas. Se não, não haveria nada.
O STF parecia um palco armado: os advogados dos réus numa tribuna, a imprensa, convidados vip. Os advogados se movem em sincronia como discretos bailarinos de ternos, com expressões céticas ou quase cínicas, um tédio proposital nas caras, ostentando a tranquilidade profissional de pistoleiros bem pagos antes de sacar a arma no duelo.
Ali estavam os protagonistas: Joaquim Barbosa transido de dores, ardendo na pressa de emplacar esta revolução no STF, defrontando-se com a programada lentidão de seu inimigo principal, Lewandowski, o homem que levou seis meses para ler um processo escancarado havia sete anos e que no início do julgamento deu-se ao capricho de ler seu voto por uma hora e meia, conseguindo cumprir a estratégia de Thomaz Bastos e atrasar mais um dia no processo.
E conseguiu irritar Joaquim Barbosa, que o chamou de "desleal". Lewandowski retrucou, revelando a intenção que lhe vai na alma: "Pelo que vejo, este julgamento vai ser turbulento." Quando foi cantar o Gilmar Mendes, Lula disse que Lewandowski estava sob muita pressão e que Joaquim Barbosa era um "complexado " - por quê? Porque é preto e está de coluna doendo?
Ninguém, claro, assume o sutil racismo brasileiro, mas ninguém esquece que ele é preto; nem ele. A verdade é que Lula nomeou-o achando que seria uma "ação afirmativa" para seu governo e que Barbosa lhe seria grato. Lula achava que podia influir no outro poder com esse gesto. Dançou também no seu "alopramento".
No voto de Lewandowski vimos seu desejo de deixar patente na TV que é resistente a pressões de nossa "rasteira" opinião pública. Quis também exibir cultura jurídica cravejada de citações, criando um mecanismo de defesa preventivo que transmuta sua fama de lento em "independência" minuciosa. O julgamento vai oscilar entre a pressa e a lentidão. Pelos freios e embreagens, a defesa dos réus se fará por meio de chicanas retardadoras, por atrasos programados, por bloqueios e "questões de ordem" com cascas de banana.
Aí, começou a leitura da acusação do Procurador Geral da República, que ouvi com um arrepio de orgulho, como se estivesse na Inglaterra diante de um sistema judiciário impecável. Seu relatório serviu como uma viagem no tempo, rememorando a chanchada deprimente que foi o escândalo do mensalão, sete anos atrás. Tudo reapareceu: cada malinha de dinheiro vivo do Banco Rural, cada cheque administrativo, cada mentira e negação. Será dificílimo contestar o relatório e o voto de Roberto Gurgel, pois ele exibiu o óbvio, a autoevidência dos delitos. Daí, o show de chicanas a que assistiremos.
Foi espantoso constatar também que os "malfeitos" dos mensaleiros foram incrivelmente "aloprados", trabalho de ridículos amadores, deixando pistas gritantes, dando bandeiras em todas as direções. Como puderam errar tanto, ser tão primários?
Pensei e vi o óbvio - lembrei-me dos velhos comunistas que conheci tão bem na minha revolução juvenil. O povão era nossa boa consciência, o nosso salvo-conduto para a alma pacificada, sem culpas - o povão era nossa salvação.
Nós éramos mais "puros", mais poéticos, mais heroicos. Ai, que saudades do comunismo e, como dizia Beckett: "que saudades das velhas perguntas e das velhas respostas..." A "verdade" era o simplismo; complexidade era (e ainda é, para eles) coisa de "direita".
Mas, como era bom se sentir superior a um mundo povoado de "burgueses, caretas e babacas", como eu classificava a Humanidade.
Daí, a explicação: para que se importar com os babacas? Podemos deixar pistas à vontade porque, como disse o Lula, "sempre foi assim". Passaram a "desapropriar" a grana da "direita" - ou seja, inventaram o roubo com boa consciência, para "salvar" o povão com a grana do povão. Claro que isso foi apenas o rationale para justificar a "mão grande", um estandarte ideológico para legitimar a invasão da "porcada magra no batatal".
Claro que pegaram altos trocos, porque ninguém é de ferro. Só não contavam com as "cobras criadas" do Congresso, como o Jefferson, que viram aqueles comunas folgados descumprindo promessas, tratando-os com descaso de heróis contra "burgueses alienados e covardes".. Deu nas denúncias operísticas do Jefferson, um dos recentes salvadores da pátria. Por trás do mensalão há desprezo pela inteligência da sociedade.
Mas, muito mais grave do que a tradicional mãozinha nas cumbucas, mais grave que punhados de dólares na cueca ou na bolsinha, muito mais grave é a justificativa de que tudo não passou de "crime eleitoral", quando se tratou de mais de R$ 100 milhões num roubo "revolucionário". Os mensaleiros se absolvem e justificam porque teriam uma missão acima da democracia "burguesa".
O STF não está julgando só roubalheiras, mas a tentativa de desmoralizar a democracia para o benefício de um partido único. O PT quis usar o governo que "tomaram" para mudar o Estado brasileiro. O STF está julgando a preservação da República que lentamente se aperfeiçoa, e este julgamento já é uma etapa de nossa evolução democrática.
Nas próximas eleições, haverá renovação... Façamos uma faxina. Nem esses, nem indicados por esses. Não vote sem conhecer a história dos candidatos. Não vote porque alguém pediu. Se não tiver candidato limpo, trabalhe pela candidatura de alguém em quem você confie, ou candidate-se.
Arnaldo Jabor é Jornalista e Cineasta. Artigo Originalmente publicado nos jornais O Globo e Estadão em 7 de agosto de 2012.
sábado, 11 de agosto de 2012
O Angu desandou
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Alberto Mendes Júnior
A preocupação com a contínua deterioração do nosso mercado, aumento dos custos , falta de mão de obra basicamente melhor preparada só fez aumentar ontem ao assistir a fala do atual Presidente do Paraguai sobre a questão, que de uns tempos para cá tem tornado-se recorrente, da energia produzida pela empresa Itaipu Bi Nacional e o consumo naquele Nação vizinha.
A transloucada reação e despreparo no trato da recente ação Soberana do vizinho em “por para correr” o seu Presidente, dentro das normas e preceitos vigentes, começa a dar os primeiros sinais estratégicos do imenso erro cometido pelo atual grupo no Poder deste lado do rio.
A anunciada manobra militar na fronteira é também, sob o aspecto político-ideológico, a comprovação que o grupo reunido no aparelho de Brasília sentiu o golpe no fígado. É oportuno lembrar neste momento o comentário do Ex-Presidente Geisel sobre os planos do famigerado gasoduto que vem lá da cocalândia.
E agora nos perguntamos: se a Nação vizinha e parceira resolver dar um salto de qualidade na sua relação autônoma que visa o aumento do consumo interno e consequentes desdobramentos o que fará o grupo no Poder?
Nossas FFAA serão utilizadas para limpar toda esta sujeira? Se “dermos uma porrada muito forte”e a Águia resolver tomar as dores do vizinho mais fraco no que descambará isto tudo? A única certeza é que sobrará, de novo, para a iniciativa privada que arcará com os custos.
O cenário toma vulto e o governo global se deleita assistindo de camarote os resultados da inoculação de seus interesses em nosso Führer. Estamos a abrir várias frentes simultâneas que certamente consumirão mais recursos que dispomos. Com a palavra a comandante-em-chefe. Porque o angu desandou...
Alberto Mendes Junior é Engenheiro de chão de fábrica.
Por Alberto Mendes Júnior
A preocupação com a contínua deterioração do nosso mercado, aumento dos custos , falta de mão de obra basicamente melhor preparada só fez aumentar ontem ao assistir a fala do atual Presidente do Paraguai sobre a questão, que de uns tempos para cá tem tornado-se recorrente, da energia produzida pela empresa Itaipu Bi Nacional e o consumo naquele Nação vizinha.
A transloucada reação e despreparo no trato da recente ação Soberana do vizinho em “por para correr” o seu Presidente, dentro das normas e preceitos vigentes, começa a dar os primeiros sinais estratégicos do imenso erro cometido pelo atual grupo no Poder deste lado do rio.
A anunciada manobra militar na fronteira é também, sob o aspecto político-ideológico, a comprovação que o grupo reunido no aparelho de Brasília sentiu o golpe no fígado. É oportuno lembrar neste momento o comentário do Ex-Presidente Geisel sobre os planos do famigerado gasoduto que vem lá da cocalândia.
E agora nos perguntamos: se a Nação vizinha e parceira resolver dar um salto de qualidade na sua relação autônoma que visa o aumento do consumo interno e consequentes desdobramentos o que fará o grupo no Poder?
Nossas FFAA serão utilizadas para limpar toda esta sujeira? Se “dermos uma porrada muito forte”e a Águia resolver tomar as dores do vizinho mais fraco no que descambará isto tudo? A única certeza é que sobrará, de novo, para a iniciativa privada que arcará com os custos.
O cenário toma vulto e o governo global se deleita assistindo de camarote os resultados da inoculação de seus interesses em nosso Führer. Estamos a abrir várias frentes simultâneas que certamente consumirão mais recursos que dispomos. Com a palavra a comandante-em-chefe. Porque o angu desandou...
Alberto Mendes Junior é Engenheiro de chão de fábrica.
Cachimbo da paz ou caixa de guerra!
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso
Dias passados o coordenador da ONU na Síria, Paulo Sergio Pinheiro, em entrevista na TV tratou das questões dos direitos humanos na guerra civil lá existente. Entrementes a jornalista lhe fez uma pergunta sobre a Comissão da Verdade, já que integra a tal comissão. Foi relator do Programa Nacional de Direitos Humanos nas versões de 1996 e 2002.
As suas declarações não deixam dúvidas quanto ao seu pré-julgamento. Não são palavras de paz que brotam da mansidão dos gestos e delicada expressão, mas rajadas com rosas e espinhos a golpear as frontes dos contendores que não empunharam a Bandeira das facções na luta armada que ele defende, do terrorismo, do sequestro e morte de cidadãos que não vestiam farda e não portavam armas.
A lei nº 12528/11 que criou a Comissão da Verdade, no Art. 1º dispõe como finalidades efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional. No artigo seguinte que será integrada por membros de reconhecida idoneidade e conduta ética. Atributos reforçados no parágrafo primeiro de que não poderão participar da Comissão aqueles que “não tenham condições de atuar com imparcialidade...”. Assim, idoneidade, ética e imparcialidade não são palavras ao vento. São fundamentos da conduta de vida e desta feita expressos na lei, perfeitamente dispensáveis, mas não o foram como marca dos bons propósitos.
Classifica a Síria como regime autoritário de 36 anos e complementa “Não estão mais em moda esses regimes dinásticos, em que filho do presidente vira presidente...”. Em outra entrevista: “Creio que tudo será acelerado quando houver efetivamente uma passagem de poder de Fidel Castro para seu irmão ou outros sucessores.” Pois é, a ditadura dos Castros perdura desde 1959. Lá se vão 53 anos de violação dos direitos humanos, presos e greves de fome até a morte.
Sobre o que esperar da Comissão da Verdade, a resposta não é imparcial: “os brasileiros terão em mãos uma narrativa complexa,... que relate com veracidade o que levou à morte e ao desaparecimento de brasileiros durante a ditadura.”... “Por um lado, a comissão chega tarde, porque o regime autoritário militar terminou em 1985... desde 1995 tem havido a continuidade de uma política de governo para elucidar esses crimes... A comissão se beneficia, principalmente, da luta dos familiares nos últimos 40 anos... as Forças Armadas ainda hoje repetem interpretações míticas e ideologizadas sobre os fatos passados e são as únicas na região a não admitir que houve tortura... As Forças Armadas de hoje não têm nada a ver com os crimes cometidos por seus antecessores nos governos militares. Espero que o trabalho da Comissão da Verdade sirva para os comandos militares entenderem que nós somos seus melhores aliados para livrar a instituição dessa responsabilidade.” Exorcistas!?
Mostra o caminho da punição, mas diz que não é tarefa da Comissão. Omite as ações criminosas de sequestro, terrorismo e guerrilha dos grupos revolucionários comunistas. Não havia um sequer que primasse pela democracia capitalista, mas, sim, pelo estado máximo, do partido único, sem propriedade privada e sem liberdade religiosa.
O ser imparcial, ético e idôneo, com objetivo de reconciliar seria edificar o Memorial da Verdade e da Reconciliação, onde à esquerda estaria a literatura produzida pelos ex-guerrilheiros e ex-terroristas, depoimentos, vídeos, fotos, os manuais que produziram como o do Marighela (“O espião apreendido dentro de nossa organização será castigado com a morte. O mesmo vai para o que deserta e informa a polícia.”), do Che Guevara, Guerra de Guerrilha, os cursos feitos em Cuba, China, URSS, os colegas que “justiçaram”. À direita, os textos e depoimentos dos agentes do estado que os combateram e venceram nas armas e, a muitos nas ideias, pois abominaram o marxismo e, a coleção em 15 tomos 1964, 31 DE MARÇO, BIBLIEX. Ao centro, cópias dos jornais que relataram a situação revolucionária do país no pré 1964, o episódio no 31 de março e as suas manchetes, e livros de quem que não participou da luta armada, mas que a vê sob próprio enfoque.
Cachimbo da paz ou caixa de guerra? Não é melhor o cidadão poder acessar o Memorial e tirar as suas conclusões?
Ernesto Caruso é Coronel Reformado do EB.
Por Ernesto Caruso
Dias passados o coordenador da ONU na Síria, Paulo Sergio Pinheiro, em entrevista na TV tratou das questões dos direitos humanos na guerra civil lá existente. Entrementes a jornalista lhe fez uma pergunta sobre a Comissão da Verdade, já que integra a tal comissão. Foi relator do Programa Nacional de Direitos Humanos nas versões de 1996 e 2002.
As suas declarações não deixam dúvidas quanto ao seu pré-julgamento. Não são palavras de paz que brotam da mansidão dos gestos e delicada expressão, mas rajadas com rosas e espinhos a golpear as frontes dos contendores que não empunharam a Bandeira das facções na luta armada que ele defende, do terrorismo, do sequestro e morte de cidadãos que não vestiam farda e não portavam armas.
A lei nº 12528/11 que criou a Comissão da Verdade, no Art. 1º dispõe como finalidades efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional. No artigo seguinte que será integrada por membros de reconhecida idoneidade e conduta ética. Atributos reforçados no parágrafo primeiro de que não poderão participar da Comissão aqueles que “não tenham condições de atuar com imparcialidade...”. Assim, idoneidade, ética e imparcialidade não são palavras ao vento. São fundamentos da conduta de vida e desta feita expressos na lei, perfeitamente dispensáveis, mas não o foram como marca dos bons propósitos.
Classifica a Síria como regime autoritário de 36 anos e complementa “Não estão mais em moda esses regimes dinásticos, em que filho do presidente vira presidente...”. Em outra entrevista: “Creio que tudo será acelerado quando houver efetivamente uma passagem de poder de Fidel Castro para seu irmão ou outros sucessores.” Pois é, a ditadura dos Castros perdura desde 1959. Lá se vão 53 anos de violação dos direitos humanos, presos e greves de fome até a morte.
Sobre o que esperar da Comissão da Verdade, a resposta não é imparcial: “os brasileiros terão em mãos uma narrativa complexa,... que relate com veracidade o que levou à morte e ao desaparecimento de brasileiros durante a ditadura.”... “Por um lado, a comissão chega tarde, porque o regime autoritário militar terminou em 1985... desde 1995 tem havido a continuidade de uma política de governo para elucidar esses crimes... A comissão se beneficia, principalmente, da luta dos familiares nos últimos 40 anos... as Forças Armadas ainda hoje repetem interpretações míticas e ideologizadas sobre os fatos passados e são as únicas na região a não admitir que houve tortura... As Forças Armadas de hoje não têm nada a ver com os crimes cometidos por seus antecessores nos governos militares. Espero que o trabalho da Comissão da Verdade sirva para os comandos militares entenderem que nós somos seus melhores aliados para livrar a instituição dessa responsabilidade.” Exorcistas!?
Mostra o caminho da punição, mas diz que não é tarefa da Comissão. Omite as ações criminosas de sequestro, terrorismo e guerrilha dos grupos revolucionários comunistas. Não havia um sequer que primasse pela democracia capitalista, mas, sim, pelo estado máximo, do partido único, sem propriedade privada e sem liberdade religiosa.
O ser imparcial, ético e idôneo, com objetivo de reconciliar seria edificar o Memorial da Verdade e da Reconciliação, onde à esquerda estaria a literatura produzida pelos ex-guerrilheiros e ex-terroristas, depoimentos, vídeos, fotos, os manuais que produziram como o do Marighela (“O espião apreendido dentro de nossa organização será castigado com a morte. O mesmo vai para o que deserta e informa a polícia.”), do Che Guevara, Guerra de Guerrilha, os cursos feitos em Cuba, China, URSS, os colegas que “justiçaram”. À direita, os textos e depoimentos dos agentes do estado que os combateram e venceram nas armas e, a muitos nas ideias, pois abominaram o marxismo e, a coleção em 15 tomos 1964, 31 DE MARÇO, BIBLIEX. Ao centro, cópias dos jornais que relataram a situação revolucionária do país no pré 1964, o episódio no 31 de março e as suas manchetes, e livros de quem que não participou da luta armada, mas que a vê sob próprio enfoque.
Cachimbo da paz ou caixa de guerra? Não é melhor o cidadão poder acessar o Memorial e tirar as suas conclusões?
Ernesto Caruso é Coronel Reformado do EB.
O Voto é da Pátria
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Francisco Torres de Melo
“Democracia é governo do povo, para o povo e pelo povo”. Abraham Lincoln. Nesta frase, disse tudo de grandioso. Governo do povo indica que é ele, povo, o senhor da verdade e que os seus representantes são eleitos por este mesmo povo para sua felicidade. Governo para o povo aponta que nada pode ser realizado senão, em seu benefício. Governo pelo povo nos mostra que tudo que é feito em defesa do povo. O POVO É A PÁTRIA.
Dentro da filosofia acima, podemos afirmar que DEMOCRACIA é: responsabilidade, respeito às leis, zelo pelo serviço público, amor ao trabalho, respeito às minorias, combate a grupos que desejam tirar vantagens, honra ao cargo que exerce, respeito entre os três Poderes, fortalecimento do Poder do Estado para que a Pátria seja defendida e mantenha as suas Soberania e Integridade Nacionais.
A afirmação, acima, implica que tudo recai na formação positiva do CIDADÃO. Sem o exercício consciente da cidadania, o País não cresce e “os homens passam a acreditar mais no mal dos homens, em vez de fazê-lo, na VERDADE” (DITADO ROMANO). Nesta perigosa situação, a maioria tenta tirar vantagens, grita por DIREITOS e os DEVERES são esquecidos. O cidadão é bem formado quando tem consciência de que a MENTIRA não pode ser usada para defesa dele ou de algum GRUPO.
Este dever em participar implica na compreensão perfeita do pensamento de SIQUEIRA CAMPOS:
“À PÁTRIA TUDO SE DEVE DAR E NADA PEDIR, NEM MESMO COMPREENSÃO”.
Os amigos, que nos estão lendo, precisam entender que se aproxima um momento decisivo da nossa nacionalidade. VAMOS VOTAR EM OUTUBRO. Temos votado mal. Os escândalos praticados pelos nossos representantes mostram que o voto não está dirigido para homens - de - bem e, sim, para muitos cafajestes.
BRASILEIROS! NÃO DESPERDICEMOS ESTA GRANDE, MAGNÂNIMA OPORTUNIDADE QUE SE NOS APRESENTA, COMO QUE, DE JOELHOS, A NOS IMPLORAR QUE SIGAMOS A SERÍSSIMA E OPORTUNÍSSIMA ORIENTAÇÃO DA NOSSA QUEREDÍSSIMA, CULTÍSSIMA E SAUDOSÍSSIMA ESCRITORA RAQUEL DE QUEIROZ, QUIXADAENSE, DE CORPO E ALMA, BRASILEIRA DE CORAÇÃO E DE AMOR que, num rasgo, de suprema inspiração, nas entrelinhas, disse tudo que um eleitor tem de fazer com o seu sacratíssimo voto. Assim, comungando, integralmente, com as palavras de nossa eterna Raquel de Queiroz, tenho o zelo de repeti-las, tal a importância daquela verdadeira oração cívica:
"PELO VOTO NÃO SE SERVE A UM AMIGO, NÃO SE COMBATE UM INIMIGO, NÃO SE PRESTA ATO DE OBEDIÊNCIA A UM CHEFE, NÃO SE SATISFAZ UMA SIMPATIA.
PELO VOTO A GENTE ESCOLHE, DE MANEIRA DEFINITIVA E IRRECORRÍVEL, O INDIVÍDUO OU GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE NOS VÃO GOVERNAR, POR DETERMINADO TEMPO".
VOTAR É UM DEVER SAGRADO! VOTO NÃO SE VENDE E NÃO SE COMPRA.
OS MENSALÕES, OS CACHOEIRAS, OS DÓLARES NAS CUECA E MALA, SÃO PRODUTOS DE VOTOS IRRESPONSÁVEIS.
O VOTO É DA PÁTRIA.
Francisco Torres de Melo, Presidente do Grupo Guararapes, é General de Divisão Reformado.
Por Francisco Torres de Melo
“Democracia é governo do povo, para o povo e pelo povo”. Abraham Lincoln. Nesta frase, disse tudo de grandioso. Governo do povo indica que é ele, povo, o senhor da verdade e que os seus representantes são eleitos por este mesmo povo para sua felicidade. Governo para o povo aponta que nada pode ser realizado senão, em seu benefício. Governo pelo povo nos mostra que tudo que é feito em defesa do povo. O POVO É A PÁTRIA.
Dentro da filosofia acima, podemos afirmar que DEMOCRACIA é: responsabilidade, respeito às leis, zelo pelo serviço público, amor ao trabalho, respeito às minorias, combate a grupos que desejam tirar vantagens, honra ao cargo que exerce, respeito entre os três Poderes, fortalecimento do Poder do Estado para que a Pátria seja defendida e mantenha as suas Soberania e Integridade Nacionais.
A afirmação, acima, implica que tudo recai na formação positiva do CIDADÃO. Sem o exercício consciente da cidadania, o País não cresce e “os homens passam a acreditar mais no mal dos homens, em vez de fazê-lo, na VERDADE” (DITADO ROMANO). Nesta perigosa situação, a maioria tenta tirar vantagens, grita por DIREITOS e os DEVERES são esquecidos. O cidadão é bem formado quando tem consciência de que a MENTIRA não pode ser usada para defesa dele ou de algum GRUPO.
Este dever em participar implica na compreensão perfeita do pensamento de SIQUEIRA CAMPOS:
“À PÁTRIA TUDO SE DEVE DAR E NADA PEDIR, NEM MESMO COMPREENSÃO”.
Os amigos, que nos estão lendo, precisam entender que se aproxima um momento decisivo da nossa nacionalidade. VAMOS VOTAR EM OUTUBRO. Temos votado mal. Os escândalos praticados pelos nossos representantes mostram que o voto não está dirigido para homens - de - bem e, sim, para muitos cafajestes.
BRASILEIROS! NÃO DESPERDICEMOS ESTA GRANDE, MAGNÂNIMA OPORTUNIDADE QUE SE NOS APRESENTA, COMO QUE, DE JOELHOS, A NOS IMPLORAR QUE SIGAMOS A SERÍSSIMA E OPORTUNÍSSIMA ORIENTAÇÃO DA NOSSA QUEREDÍSSIMA, CULTÍSSIMA E SAUDOSÍSSIMA ESCRITORA RAQUEL DE QUEIROZ, QUIXADAENSE, DE CORPO E ALMA, BRASILEIRA DE CORAÇÃO E DE AMOR que, num rasgo, de suprema inspiração, nas entrelinhas, disse tudo que um eleitor tem de fazer com o seu sacratíssimo voto. Assim, comungando, integralmente, com as palavras de nossa eterna Raquel de Queiroz, tenho o zelo de repeti-las, tal a importância daquela verdadeira oração cívica:
"PELO VOTO NÃO SE SERVE A UM AMIGO, NÃO SE COMBATE UM INIMIGO, NÃO SE PRESTA ATO DE OBEDIÊNCIA A UM CHEFE, NÃO SE SATISFAZ UMA SIMPATIA.
PELO VOTO A GENTE ESCOLHE, DE MANEIRA DEFINITIVA E IRRECORRÍVEL, O INDIVÍDUO OU GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE NOS VÃO GOVERNAR, POR DETERMINADO TEMPO".
VOTAR É UM DEVER SAGRADO! VOTO NÃO SE VENDE E NÃO SE COMPRA.
OS MENSALÕES, OS CACHOEIRAS, OS DÓLARES NAS CUECA E MALA, SÃO PRODUTOS DE VOTOS IRRESPONSÁVEIS.
O VOTO É DA PÁTRIA.
Francisco Torres de Melo, Presidente do Grupo Guararapes, é General de Divisão Reformado.
Projeto Universitário Fascista
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Geraldo Almendra
Ao mesmo tempo em que o desgoverno do PT joga todas as suas fichas para garantir junto ao STF a impunidade da gang do mensalão, deixando impune o mais sórdido político da história do país, está cada vez mais evidente que esse mesmo desgoverno e sua base aliada, não pensam, em nenhum momento, que a excelência universitária é o fundamento do progresso tecnológico e econômico de qualquer nação civilizada, e que a excelência do ensino básico público é pedra fundamental para a construção de um sistema universitário competente na formação de seus alunos.
As principais ações dos desgovernos petistas sempre visaram e continuam visando apenas compra de votos que explora, de forma vergonhosa, a falência cultural e educacional do país, consequentemente, explora de forma sistemática a manipulação assistencialista e a absurda falta de consciência crítica dos eleitores situados nas classes menos favorecidas de oportunidades, como consequência direta da Fraude da Abertura Democrática.
A maioria das outras parcelas mais esclarecidas da sociedade é subornada das formas mais diversas, passando pela corrupção interna dentro do poder público, pela degeneração moral das relações públicas e privadas, pelo corporativismo estatal protetor de privilégios inaceitáveis em termos de salários e mordomias, assim como pelo descarado empreguismo estatal, em uma estrutura cada vez mais aparelhada pelo PT em quase todos os níveis dos podres poderes da República, incluindo as empresas estatais que já viraram casa-da-mãe-joana dos meliantes petistas.
A revolução educacional do país deveria passar em primeira instância por uma revolução do Ensino Básico, que continua sendo avaliado como um dos piores dos países analisados por organismos internacionais.
Sabemos também que esses mesmos organismos já detectaram uma sensível queda de qualidade no ensino universitário público no país a partir da implantação parcial do sistema de cotas.
Recentemente uma pesquisa nas universidades privadas menos qualificadas – a maioria – demonstrou que quase 40 % dos portadores de canudos deixam seus cursos como analfabetos funcionais, tendo seus estudos financiados com o dinheiro do contribuinte, financiamentos em sua maioria não sendo pagos, pois o mercado de trabalho privado é seletivo e não emprega ou não paga bons salários para analfabetos funcionais. Que ninguém tenha dúvidas que a grande maioria desses financiamentos não pagos, está sendo ou serão quitados pelo desgoverno para a compra de votos.
Já existem claras evidências que o sistema de cotas já está provocando o ingresso de milhares de alunos desqualificados para fazerem uma universidade pública de qualidade – cada vez menor–, obrigando as estruturas universitárias públicas a reformularem seus graus de exigência e formas de avaliações acadêmicas para evitar sucessivas repetições ou evasões de alunos frustrados com seus insucessos.
O resultado desse processo educacional idiota é a acelerada desqualificação do ensino universitário público e a formação de uma classe social de milhões de dependentes do assistencialismo público nas suas diversas formas.
Para evitar sua desqualificação acadêmica, se o assunto fosse tratado com a seriedade necessária e não de forma eleitoreira-estelionatária, as universidades públicas deveriam implantar, imediatamente, um sistema de cursos de nivelamento com provas que comprovassem a condição acadêmica dos cotistas inclusos em um determinado corte – para baixo – das notas obtidas nos vestibulares.
Os alunos das universidades públicas que têm competência acadêmica para estar fazendo um curso superior, estão convivendo com situações absolutamente constrangedoras de convivência com outros alunos que não conseguem pensar de forma estruturada e nem apresentam competência para lidar com assuntos típicos do Ensino Básico.
Enquanto isso o ensino técnico no país continua sendo relegado em segundo plano, em uma sociedade que foi “convencida” de que ser respeitado em sua profissão e ganhar melhores salários, é consequência direta da posse de um canudo universitário, nem que seja por um analfabeto funcional superior.
Em outros países mais desenvolvidos o cidadão pode ter uma vida digna apenas como um técnico não sendo obrigado a portar um diploma universitário para proporcionar um futuro decente para sua família.
Deve-se ressaltar que milhares de alunos estão entrando em universidades públicas – graças ao ENEM/sistema de cotas – sem aptidão nem interesse pelas áreas que escolheram como alternativa à carreira de sua vocação, tudo para apenas formalizarem sua condição de estar fazendo um curso universitário perante uma sociedade idiota e imbecil, que assiste passivamente seu sistema universitário público ser destruído. São bilhões do dinheiro do contribuinte jogados no lixo apenas para satisfazer um projeto de poder fascista, irresponsável e inconsequente.
Os professores estão sendo obrigados a serem cada vez menos rigorosos na formulação de provas para evitar reprovações em massa e evitar, também, que em semestres mais avançados as salas tenham menos de cinco alunos assistindo aulas de um professor universitário com mestrado ou doutorado.
Com a aprovação pelo Senado de um Sistema de Cotas de 50 % em universidades e escolas técnicas federais esse cenário de desqualificação universitária vai piorar de forma acelerada sendo que a constituição foi jogada no lixo, pois ninguém é mais igual perante as leis do país.
Não é mais o mérito educacional, cultural ou acadêmico que elege as prioridades do nosso sistema de ensino, mas a que classes pertencem os postulantes a frequentarem uma universidade pública depois de terem saído de um ensino básico de péssima qualidade e de serem tratados como lixo social pelos desgovernos responsáveis pela Fraude da Abertura Democrática. Para os vendedores de votos tudo e para os mais competentes o covarde filtro das cotas e do corporativismo acadêmico.
O mérito acadêmico que antecede a competência profissional em todas as áreas está cada vez menos importante nos processos seletivos para as universidades públicas.
As famílias de maior poder aquisitivo já estão direcionando seus filhos para as melhores universidades privadas do país com os sinais de falência do ensino universitário público.
Quanto ao ensino básico já sabemos que mais de 90 % dos melhores alunos do país são oriundos das melhores escolas particulares do país.
Que tipo de transformações sociais poderemos esperar com o fortalecimento do poder acadêmico dos filhos das burguesias e oligarquias que abrigam os milhões de esclarecidos canalhas cúmplices da degeneração das relações públicas e privadas?
Os desgovernos petistas vão acabar transformando as universidades públicas em comunidades acadêmicas de alunos incompetentes quando deveria resgatar seus méritos de centros de excelência, formadores daqueles que poderiam levar nosso país ao desenvolvimento tecnológico e econômico de primeiro mundo, à semelhança do ensino universitário público antes dos desgovernos civis.
Como a sociedade do nosso país pode se mostrar cada vez mais idiota e imbecil, e continua embarcando na canoa corrupta e fascista do PT, um projeto de poder que já transformou o país em um Paraíso de Patifes e o poder público em um Covil de Bandidos, melhor dizendo de “cidadãos infratores”?!
Geraldo Almendra é Articulista.
Por Geraldo Almendra
Ao mesmo tempo em que o desgoverno do PT joga todas as suas fichas para garantir junto ao STF a impunidade da gang do mensalão, deixando impune o mais sórdido político da história do país, está cada vez mais evidente que esse mesmo desgoverno e sua base aliada, não pensam, em nenhum momento, que a excelência universitária é o fundamento do progresso tecnológico e econômico de qualquer nação civilizada, e que a excelência do ensino básico público é pedra fundamental para a construção de um sistema universitário competente na formação de seus alunos.
As principais ações dos desgovernos petistas sempre visaram e continuam visando apenas compra de votos que explora, de forma vergonhosa, a falência cultural e educacional do país, consequentemente, explora de forma sistemática a manipulação assistencialista e a absurda falta de consciência crítica dos eleitores situados nas classes menos favorecidas de oportunidades, como consequência direta da Fraude da Abertura Democrática.
A maioria das outras parcelas mais esclarecidas da sociedade é subornada das formas mais diversas, passando pela corrupção interna dentro do poder público, pela degeneração moral das relações públicas e privadas, pelo corporativismo estatal protetor de privilégios inaceitáveis em termos de salários e mordomias, assim como pelo descarado empreguismo estatal, em uma estrutura cada vez mais aparelhada pelo PT em quase todos os níveis dos podres poderes da República, incluindo as empresas estatais que já viraram casa-da-mãe-joana dos meliantes petistas.
A revolução educacional do país deveria passar em primeira instância por uma revolução do Ensino Básico, que continua sendo avaliado como um dos piores dos países analisados por organismos internacionais.
Sabemos também que esses mesmos organismos já detectaram uma sensível queda de qualidade no ensino universitário público no país a partir da implantação parcial do sistema de cotas.
Recentemente uma pesquisa nas universidades privadas menos qualificadas – a maioria – demonstrou que quase 40 % dos portadores de canudos deixam seus cursos como analfabetos funcionais, tendo seus estudos financiados com o dinheiro do contribuinte, financiamentos em sua maioria não sendo pagos, pois o mercado de trabalho privado é seletivo e não emprega ou não paga bons salários para analfabetos funcionais. Que ninguém tenha dúvidas que a grande maioria desses financiamentos não pagos, está sendo ou serão quitados pelo desgoverno para a compra de votos.
Já existem claras evidências que o sistema de cotas já está provocando o ingresso de milhares de alunos desqualificados para fazerem uma universidade pública de qualidade – cada vez menor–, obrigando as estruturas universitárias públicas a reformularem seus graus de exigência e formas de avaliações acadêmicas para evitar sucessivas repetições ou evasões de alunos frustrados com seus insucessos.
O resultado desse processo educacional idiota é a acelerada desqualificação do ensino universitário público e a formação de uma classe social de milhões de dependentes do assistencialismo público nas suas diversas formas.
Para evitar sua desqualificação acadêmica, se o assunto fosse tratado com a seriedade necessária e não de forma eleitoreira-estelionatária, as universidades públicas deveriam implantar, imediatamente, um sistema de cursos de nivelamento com provas que comprovassem a condição acadêmica dos cotistas inclusos em um determinado corte – para baixo – das notas obtidas nos vestibulares.
Os alunos das universidades públicas que têm competência acadêmica para estar fazendo um curso superior, estão convivendo com situações absolutamente constrangedoras de convivência com outros alunos que não conseguem pensar de forma estruturada e nem apresentam competência para lidar com assuntos típicos do Ensino Básico.
Enquanto isso o ensino técnico no país continua sendo relegado em segundo plano, em uma sociedade que foi “convencida” de que ser respeitado em sua profissão e ganhar melhores salários, é consequência direta da posse de um canudo universitário, nem que seja por um analfabeto funcional superior.
Em outros países mais desenvolvidos o cidadão pode ter uma vida digna apenas como um técnico não sendo obrigado a portar um diploma universitário para proporcionar um futuro decente para sua família.
Deve-se ressaltar que milhares de alunos estão entrando em universidades públicas – graças ao ENEM/sistema de cotas – sem aptidão nem interesse pelas áreas que escolheram como alternativa à carreira de sua vocação, tudo para apenas formalizarem sua condição de estar fazendo um curso universitário perante uma sociedade idiota e imbecil, que assiste passivamente seu sistema universitário público ser destruído. São bilhões do dinheiro do contribuinte jogados no lixo apenas para satisfazer um projeto de poder fascista, irresponsável e inconsequente.
Os professores estão sendo obrigados a serem cada vez menos rigorosos na formulação de provas para evitar reprovações em massa e evitar, também, que em semestres mais avançados as salas tenham menos de cinco alunos assistindo aulas de um professor universitário com mestrado ou doutorado.
Com a aprovação pelo Senado de um Sistema de Cotas de 50 % em universidades e escolas técnicas federais esse cenário de desqualificação universitária vai piorar de forma acelerada sendo que a constituição foi jogada no lixo, pois ninguém é mais igual perante as leis do país.
Não é mais o mérito educacional, cultural ou acadêmico que elege as prioridades do nosso sistema de ensino, mas a que classes pertencem os postulantes a frequentarem uma universidade pública depois de terem saído de um ensino básico de péssima qualidade e de serem tratados como lixo social pelos desgovernos responsáveis pela Fraude da Abertura Democrática. Para os vendedores de votos tudo e para os mais competentes o covarde filtro das cotas e do corporativismo acadêmico.
O mérito acadêmico que antecede a competência profissional em todas as áreas está cada vez menos importante nos processos seletivos para as universidades públicas.
As famílias de maior poder aquisitivo já estão direcionando seus filhos para as melhores universidades privadas do país com os sinais de falência do ensino universitário público.
Quanto ao ensino básico já sabemos que mais de 90 % dos melhores alunos do país são oriundos das melhores escolas particulares do país.
Que tipo de transformações sociais poderemos esperar com o fortalecimento do poder acadêmico dos filhos das burguesias e oligarquias que abrigam os milhões de esclarecidos canalhas cúmplices da degeneração das relações públicas e privadas?
Os desgovernos petistas vão acabar transformando as universidades públicas em comunidades acadêmicas de alunos incompetentes quando deveria resgatar seus méritos de centros de excelência, formadores daqueles que poderiam levar nosso país ao desenvolvimento tecnológico e econômico de primeiro mundo, à semelhança do ensino universitário público antes dos desgovernos civis.
Como a sociedade do nosso país pode se mostrar cada vez mais idiota e imbecil, e continua embarcando na canoa corrupta e fascista do PT, um projeto de poder que já transformou o país em um Paraíso de Patifes e o poder público em um Covil de Bandidos, melhor dizendo de “cidadãos infratores”?!
Geraldo Almendra é Articulista.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
A OAB, o MPF e o Cabo Anselmo
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão
Recebi em minha residência, nesta quinta-feira, 9 de agosto, do Procurador da República Sérgio Gardenghi Suiama, uma intimação para apresentar, no prazo de cinco dias úteis, o endereço completo da testemunha José Anselmo dos Santos. O MPF procura o Cabo Anselmo para depor no procedimento investigatório criminal número 1.34.001.007786/2011-11 – cujo conteúdo não me é revelado, mas que deve se referir a apuração de algum acontecimento trágico nos tempos do regime pós-1964.
Infelizmente, sou obrigado a responder publicamente ao Procurador que não sei o endereço de Anselmo. Não sou procurador dele. Muito menos tutor ou babá do famoso idoso. Apenas é público e notório que sou amigo dele. Embora seja um repórter bem informado, com mais quase 30 anos de jornalismo diário, ainda não sou agência de informação. Nem trabalho na Polícia Federal ou Agência Brasileira de Inteligência. Faço apenas, todo dia, neste Alerta Total, o trabalho de defender a Lei, a Ordem, a Cidadania, a Justiça e a Democracia – sistematicamente violentadas em nosso País.
Combato o Governo do Crime Organizado. Por este motivo, fico sinceramente injuriado, constrangido e contrariado ao receber, em meu lar, um educadíssimo oficial de Justiça para me entregar uma intimação onde está ameaçadoramente escrito que “nos termos do parágrafo terceiro do artigo 8º, incisos IV e VII da Lei Complementar 75/93, “a falta injustificada e o retardamento indevido do cumprimento da presente requisição importará na responsabilidade civil e criminal de quem lhe der causa”. Como sou homem livre e de bons costumes, sempre com condutra social justa e perfeita, nunca respondendo,em toda minha vida, a qualquer pendenga judicial, sinto-me agredido em receber tal intomação. Acho que ainda moro no Brasil e não na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Aproveito meu momento de desabafo, para fazer um pedido ao mesmo Procurador Sérgo Suiama – a quem já me coloquei à disposição, por escrito, e de forma verbal ao seu oficial de Justiça, para o que de mim necessitar, dentro da minha possibilidade legal de atendimento. Caro procurador, por que o senhor não usa de sua prerrogativa de defensor da sociedade para analisar a situação vergonhosa de desrespeito aos direitos humanos do subcidadão José Anselmo dos Santos – a quem o governo nega o elemantar direito a uma carteira de identidade e o justo direito à anistia como cassado pelo regime militar de 1964 (cujos atos o procurador investiga)?.
Também faço idêntico pedido à OAB. Por que a Ordem dos Advogados do Brasil, que é historicamente identificada com a defesa dos direitos humanos, não apresenta uma denúncia internacional contra a Presidente Dilma Vana Rousseff na Corte Interamericana de Direitos Humanos, com sede em San José, na Costa Rica? Dilma é responsável direta pelo ato administrativo ilegal cometido por uma comissão de seu Ministério da Justiça que desrespeitou a Lei de Anistia, não concedendo-a a José Anselmo dos Santos – um homem que não existe civilmente, mas que é procurado pelo MPF.
Anistia é Lei em vigor
Dilma seria facilmente enquadrável por desrespeito aos direitos humanos e ao Estatuto do Idoso, porque o governo brasileiro não ordena a expedição do documento de identidade de José Anselmo dos Santos. Quem teria de fazer isto é a Marinha do Brasil – que tem toda a identificação datiloscópica de Anselmo. A Marinha do Brasil, subordinada diretamente a Dilma Rousseff, Comandante-em-chefe das Forças Armadas, também corre risco de ser processada internacionalmente por se negar, indefinidamente, a emitir um simples documento de identidade ao marinheiro cassado.
Não existem dúvidas de que José Anselmo dos Santos é vítima de uma grave violação dos direitos humanos cometida pelo Estado brasileiro. Aos 23 anos de idade, marinheiro de primeira classe, teve os direitos políticos cassados pelo Ato Institucional número 1, de 9 de abril de 1964. Aos 72 anos, ainda luta judicialmente para ter de volta seu nome de batismo, uma simples Carteira de Identidade (RG) e uma anistia.
Sobrevivendo há quase 50 anos na clandestinidade, contando com a ajuda de pouquíssimos amigos, em 22 de maio de 2012, Anselmo teve negado seu direito líquido e certo à anistia pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. Anselmo é punido pelo revanchismo histórico de uma esquerda radical que não se conforma por ele ter sido um dos homens que colaborou para evitar um banho de sangue com uma guerra civil que pretendia implantar uma ditadura comunista no Brasil, via luta armada.
José Anselmo dos Santos é “um homem que não existe”. Tecnicamente, nem dá para defini-lo como “cidadão”. Não tem identidade, CPF, direito ao INSS e muito menos acesso aos programas assistenciais do governo. Para provar que é ele mesmo, suas impressões digitais foram colhidas no 8º Distrito Naval, em São Paulo. A Marinha guarda tudo em segredo. Ou tenta. O facsimile do documento reservado acima, do Gabinete de Identificação da Armada, confirma o quanto é fácil emitir uma carteira de identidade para Anselmo, devolvendo-lhe a cidadania. Pela isto, MPF.
O “Marinheiro” (nem cabo ele era, apesar do apelido que o eternizou) quer ter apenar o direito legal de ser brasileiro novamente, sendo identificado como “José Anselmo dos Santos, brasileiro, filho de Joana Balbina Santos, nascido aos 13 de fevereiro de 1942, em Itaporanga D’ajuda (cidadezinha de 28.128 habitantes no estado de Sergipe)”. Mas o Estado brasileiro – nada democrático neste caso – lhe nega o direito elementar a uma identidade.
Anistia para Anselmo
José Anselmo dos Santos é, provavelmente, o único remanescente da luta armada que não teve anistia. Ainda permanece na clandestinidade, autoexilado, sem família, sem trabalho fixo. Há anos, Anselmo muda de nome e endereço como alguém muda de camisa. A dele, no entanto, é uma camisa de força. Ele é jurado de morte pela esquerda, porque, na década de 70 foi forçado a optar entre “morrer” ou promover uma espécie “delação premiada” dos militantes de organizações guerrilheiras de esquerda (em troca da sua própria nada mole vida)
A Comissão de Anistia, agindo com revanchismo ideológico esquerdóide, rasgou a Lei de Anistia (n° 6.683), promulgada pelo presidente João Baptista de Figueiredo, em 28 de agosto de 1979. A Comissão igronorou, solenemente, no artigo 2º da Lei 10.505/2002: “São declarados anistiados políticos aqueles que, no período de 18 de setembro de 1946 até 5 de outubro de 1988, por motivação exclusivamente política, foram: I - atingidos por atos institucionais ou complementares, ou de exceção na plena abrangência do termo; XI - desligados, licenciados, expulsos ou de qualquer forma compelidos ao afastamento de suas atividades remuneradas, ainda que com fundamento na legislação comum, ou decorrentes de expedientes oficiais sigilosos. XII - punidos com a transferência para a reserva remunerada, reformados, ou, já na condição de inativos, com perda de proventos, por atos de exceção, institucionais ou complementares, na plena abrangência do termo. Todos os ítens se aplicam a Anselmo.
A não concessão de anistia e reparação financeira ao “Cabo” Anselmo pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça foi apenas o primeiro teste para uma nova tese que invalida a Lei de Anistia promulgada no governo dos presidentes militares. Para anulá-la de uma vez, permitindo a punição unilateral de agentes do Estado (e não dos militantes que cometeram crimes hediondos), os criativos revanchistas apelam para uma manobra pseudo-constitucional.
Não importa se Anselmo aderiu espontaneamente ou se foi forçado, por risco de morte e tortura, a aderir à repressão à luta armada. Foi promulgada uma Lei de Anistia, em 1979, que o Supremo Tribunal Federal afirma valer para “TODOS” os agentes do Estado ou personagens envolvidos em episódios pós-1964. O problema, gravíssimo, é que este perdão só não valeu, até agora, para o José Anselmo dos Santos. Ele tem até um pedido, formulado desde 2004, na Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, para anistia e indenização. Por puro revanchismo ideológico e fora-da-lei, o processo nº 2004.01.42025 foi julgado improcedente.
Revanchismo ideológico é ilegal
Os membros da Comissão de Anistia, da Comissão da Verdade e os autoproclamados promotores da tal “Justiça de Transição” (transição para quê (?), ninguém ainda explicou) defendem a questionável ideia de que a Lei de Anistia de Figueiredo de nada vale. Para derrubá-la, alegam que ela foi superada e anulada pela regra de anistia escrita nas disposições transitórias da Constituição de 1988, que foi regulamentada pela Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002. Malandramente, a regra não fala em anistia aos militares da ativa. É esta brecha que os revanchistas querem usar para passar por cima da Lei de Anistia de 1979.
A História do Brasil é escrita como farsa. Esquerdistas são pintados como heróis (tendo matado, torturado, assaltado bancos e praticado atos terroristas). O outro pólo (definido como “Direita” ou “extrema direita”) abriga os “inimigos da democracia”, promotores do regime de arbítrio, que mataram, torturaram e perseguiram inimigos ideológicos. Esta dicotomia tacanha entre “esquerda boazinha e idealista” e “direita arbitrária e truculenta é tradicional na abordagem da mídia tupiniquim. É um lugar-comum sempre empregado. Afinal, o discurso que prevalece é dos vencedores ideológicos. A História acaba sempre mal contada, repita-se de passagem, por ambos os lados.
A exemplo dos nazistas na Alemanha de Hitler, os nazipetralhas, comandados pelo chefão Lula da Silva, preparam o terreno para um golpe institucional no Brasil. Os golpistas atacam, desmoralizam e enfraquecem a Justiça e os Militares, que são os guardiões da soberania do Brasil. Estamos à caminho do nazipetralhismo. A não ser que, por algum milagre, aconteça uma reação dos segmentos esclarecidos da sociedade. De todo modo, a nazipetralhada está alguns passos à frente dos eventuais opositores em suas más intenções.
Piada séria dessa história toda é que até o ex-presidente Lula da Silva recebe indenização como “anistiado político”. Lula sequer foi preso político, embora tenha passado 31 dias preso na sala do delegado do DOPS (Departamento da Ordem Política e Social), em 1980, com base na Lei de Segurança Nacional, por ter liderado uma greve dos metalúrgicos.
Movimento Justo e Perfeito
Vamos lançar um grande movimento nacional pela devolução da identidade de José Anselmo dos Santos. Organizações como a Maçonaria, através da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo e várias de suas lojas jurisdicionadas, já aceitam comprar a briga que deve ganhar dimensões internacionais – capazes de envergonhar, ainda mais, a imagem do Brasil como País que trata os direitos humanos só na retórica.
Tomara que a OAB, o MPF e outros organismos ligados à nossa Justiça também resolvam colaborar para apagar esta triste página da nossa história. Se derem a identidade a Anselmo, com o RG e o número do CPF, qualquer serasa-experian da vida saberá localizar, imediatamente, o endereço completo dele.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Agosto de 2012.
Por Jorge Serrão
Recebi em minha residência, nesta quinta-feira, 9 de agosto, do Procurador da República Sérgio Gardenghi Suiama, uma intimação para apresentar, no prazo de cinco dias úteis, o endereço completo da testemunha José Anselmo dos Santos. O MPF procura o Cabo Anselmo para depor no procedimento investigatório criminal número 1.34.001.007786/2011-11 – cujo conteúdo não me é revelado, mas que deve se referir a apuração de algum acontecimento trágico nos tempos do regime pós-1964.
Infelizmente, sou obrigado a responder publicamente ao Procurador que não sei o endereço de Anselmo. Não sou procurador dele. Muito menos tutor ou babá do famoso idoso. Apenas é público e notório que sou amigo dele. Embora seja um repórter bem informado, com mais quase 30 anos de jornalismo diário, ainda não sou agência de informação. Nem trabalho na Polícia Federal ou Agência Brasileira de Inteligência. Faço apenas, todo dia, neste Alerta Total, o trabalho de defender a Lei, a Ordem, a Cidadania, a Justiça e a Democracia – sistematicamente violentadas em nosso País.
Combato o Governo do Crime Organizado. Por este motivo, fico sinceramente injuriado, constrangido e contrariado ao receber, em meu lar, um educadíssimo oficial de Justiça para me entregar uma intimação onde está ameaçadoramente escrito que “nos termos do parágrafo terceiro do artigo 8º, incisos IV e VII da Lei Complementar 75/93, “a falta injustificada e o retardamento indevido do cumprimento da presente requisição importará na responsabilidade civil e criminal de quem lhe der causa”. Como sou homem livre e de bons costumes, sempre com condutra social justa e perfeita, nunca respondendo,em toda minha vida, a qualquer pendenga judicial, sinto-me agredido em receber tal intomação. Acho que ainda moro no Brasil e não na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Aproveito meu momento de desabafo, para fazer um pedido ao mesmo Procurador Sérgo Suiama – a quem já me coloquei à disposição, por escrito, e de forma verbal ao seu oficial de Justiça, para o que de mim necessitar, dentro da minha possibilidade legal de atendimento. Caro procurador, por que o senhor não usa de sua prerrogativa de defensor da sociedade para analisar a situação vergonhosa de desrespeito aos direitos humanos do subcidadão José Anselmo dos Santos – a quem o governo nega o elemantar direito a uma carteira de identidade e o justo direito à anistia como cassado pelo regime militar de 1964 (cujos atos o procurador investiga)?.
Também faço idêntico pedido à OAB. Por que a Ordem dos Advogados do Brasil, que é historicamente identificada com a defesa dos direitos humanos, não apresenta uma denúncia internacional contra a Presidente Dilma Vana Rousseff na Corte Interamericana de Direitos Humanos, com sede em San José, na Costa Rica? Dilma é responsável direta pelo ato administrativo ilegal cometido por uma comissão de seu Ministério da Justiça que desrespeitou a Lei de Anistia, não concedendo-a a José Anselmo dos Santos – um homem que não existe civilmente, mas que é procurado pelo MPF.
Anistia é Lei em vigor
Dilma seria facilmente enquadrável por desrespeito aos direitos humanos e ao Estatuto do Idoso, porque o governo brasileiro não ordena a expedição do documento de identidade de José Anselmo dos Santos. Quem teria de fazer isto é a Marinha do Brasil – que tem toda a identificação datiloscópica de Anselmo. A Marinha do Brasil, subordinada diretamente a Dilma Rousseff, Comandante-em-chefe das Forças Armadas, também corre risco de ser processada internacionalmente por se negar, indefinidamente, a emitir um simples documento de identidade ao marinheiro cassado.
Não existem dúvidas de que José Anselmo dos Santos é vítima de uma grave violação dos direitos humanos cometida pelo Estado brasileiro. Aos 23 anos de idade, marinheiro de primeira classe, teve os direitos políticos cassados pelo Ato Institucional número 1, de 9 de abril de 1964. Aos 72 anos, ainda luta judicialmente para ter de volta seu nome de batismo, uma simples Carteira de Identidade (RG) e uma anistia.
Sobrevivendo há quase 50 anos na clandestinidade, contando com a ajuda de pouquíssimos amigos, em 22 de maio de 2012, Anselmo teve negado seu direito líquido e certo à anistia pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. Anselmo é punido pelo revanchismo histórico de uma esquerda radical que não se conforma por ele ter sido um dos homens que colaborou para evitar um banho de sangue com uma guerra civil que pretendia implantar uma ditadura comunista no Brasil, via luta armada.
José Anselmo dos Santos é “um homem que não existe”. Tecnicamente, nem dá para defini-lo como “cidadão”. Não tem identidade, CPF, direito ao INSS e muito menos acesso aos programas assistenciais do governo. Para provar que é ele mesmo, suas impressões digitais foram colhidas no 8º Distrito Naval, em São Paulo. A Marinha guarda tudo em segredo. Ou tenta. O facsimile do documento reservado acima, do Gabinete de Identificação da Armada, confirma o quanto é fácil emitir uma carteira de identidade para Anselmo, devolvendo-lhe a cidadania. Pela isto, MPF.
O “Marinheiro” (nem cabo ele era, apesar do apelido que o eternizou) quer ter apenar o direito legal de ser brasileiro novamente, sendo identificado como “José Anselmo dos Santos, brasileiro, filho de Joana Balbina Santos, nascido aos 13 de fevereiro de 1942, em Itaporanga D’ajuda (cidadezinha de 28.128 habitantes no estado de Sergipe)”. Mas o Estado brasileiro – nada democrático neste caso – lhe nega o direito elementar a uma identidade.
Anistia para Anselmo
José Anselmo dos Santos é, provavelmente, o único remanescente da luta armada que não teve anistia. Ainda permanece na clandestinidade, autoexilado, sem família, sem trabalho fixo. Há anos, Anselmo muda de nome e endereço como alguém muda de camisa. A dele, no entanto, é uma camisa de força. Ele é jurado de morte pela esquerda, porque, na década de 70 foi forçado a optar entre “morrer” ou promover uma espécie “delação premiada” dos militantes de organizações guerrilheiras de esquerda (em troca da sua própria nada mole vida)
A Comissão de Anistia, agindo com revanchismo ideológico esquerdóide, rasgou a Lei de Anistia (n° 6.683), promulgada pelo presidente João Baptista de Figueiredo, em 28 de agosto de 1979. A Comissão igronorou, solenemente, no artigo 2º da Lei 10.505/2002: “São declarados anistiados políticos aqueles que, no período de 18 de setembro de 1946 até 5 de outubro de 1988, por motivação exclusivamente política, foram: I - atingidos por atos institucionais ou complementares, ou de exceção na plena abrangência do termo; XI - desligados, licenciados, expulsos ou de qualquer forma compelidos ao afastamento de suas atividades remuneradas, ainda que com fundamento na legislação comum, ou decorrentes de expedientes oficiais sigilosos. XII - punidos com a transferência para a reserva remunerada, reformados, ou, já na condição de inativos, com perda de proventos, por atos de exceção, institucionais ou complementares, na plena abrangência do termo. Todos os ítens se aplicam a Anselmo.
A não concessão de anistia e reparação financeira ao “Cabo” Anselmo pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça foi apenas o primeiro teste para uma nova tese que invalida a Lei de Anistia promulgada no governo dos presidentes militares. Para anulá-la de uma vez, permitindo a punição unilateral de agentes do Estado (e não dos militantes que cometeram crimes hediondos), os criativos revanchistas apelam para uma manobra pseudo-constitucional.
Não importa se Anselmo aderiu espontaneamente ou se foi forçado, por risco de morte e tortura, a aderir à repressão à luta armada. Foi promulgada uma Lei de Anistia, em 1979, que o Supremo Tribunal Federal afirma valer para “TODOS” os agentes do Estado ou personagens envolvidos em episódios pós-1964. O problema, gravíssimo, é que este perdão só não valeu, até agora, para o José Anselmo dos Santos. Ele tem até um pedido, formulado desde 2004, na Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, para anistia e indenização. Por puro revanchismo ideológico e fora-da-lei, o processo nº 2004.01.42025 foi julgado improcedente.
Revanchismo ideológico é ilegal
Os membros da Comissão de Anistia, da Comissão da Verdade e os autoproclamados promotores da tal “Justiça de Transição” (transição para quê (?), ninguém ainda explicou) defendem a questionável ideia de que a Lei de Anistia de Figueiredo de nada vale. Para derrubá-la, alegam que ela foi superada e anulada pela regra de anistia escrita nas disposições transitórias da Constituição de 1988, que foi regulamentada pela Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002. Malandramente, a regra não fala em anistia aos militares da ativa. É esta brecha que os revanchistas querem usar para passar por cima da Lei de Anistia de 1979.
A História do Brasil é escrita como farsa. Esquerdistas são pintados como heróis (tendo matado, torturado, assaltado bancos e praticado atos terroristas). O outro pólo (definido como “Direita” ou “extrema direita”) abriga os “inimigos da democracia”, promotores do regime de arbítrio, que mataram, torturaram e perseguiram inimigos ideológicos. Esta dicotomia tacanha entre “esquerda boazinha e idealista” e “direita arbitrária e truculenta é tradicional na abordagem da mídia tupiniquim. É um lugar-comum sempre empregado. Afinal, o discurso que prevalece é dos vencedores ideológicos. A História acaba sempre mal contada, repita-se de passagem, por ambos os lados.
A exemplo dos nazistas na Alemanha de Hitler, os nazipetralhas, comandados pelo chefão Lula da Silva, preparam o terreno para um golpe institucional no Brasil. Os golpistas atacam, desmoralizam e enfraquecem a Justiça e os Militares, que são os guardiões da soberania do Brasil. Estamos à caminho do nazipetralhismo. A não ser que, por algum milagre, aconteça uma reação dos segmentos esclarecidos da sociedade. De todo modo, a nazipetralhada está alguns passos à frente dos eventuais opositores em suas más intenções.
Piada séria dessa história toda é que até o ex-presidente Lula da Silva recebe indenização como “anistiado político”. Lula sequer foi preso político, embora tenha passado 31 dias preso na sala do delegado do DOPS (Departamento da Ordem Política e Social), em 1980, com base na Lei de Segurança Nacional, por ter liderado uma greve dos metalúrgicos.
Movimento Justo e Perfeito
Vamos lançar um grande movimento nacional pela devolução da identidade de José Anselmo dos Santos. Organizações como a Maçonaria, através da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo e várias de suas lojas jurisdicionadas, já aceitam comprar a briga que deve ganhar dimensões internacionais – capazes de envergonhar, ainda mais, a imagem do Brasil como País que trata os direitos humanos só na retórica.
Tomara que a OAB, o MPF e outros organismos ligados à nossa Justiça também resolvam colaborar para apagar esta triste página da nossa história. Se derem a identidade a Anselmo, com o RG e o número do CPF, qualquer serasa-experian da vida saberá localizar, imediatamente, o endereço completo dele.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Agosto de 2012.
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