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	<title>Comentários sobre Mega Não !</title>
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	<description>Diga não ao vigilantismo !</description>
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		<title>Comentário sobre Entenda os problemas do SOPA para o Brasil e o mundo por MegaNão convoca: SOPA Blackout Brasil #SOPABlackoutBR &#124; Editora Artesanal Monstro dos Mares</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2012/01/13/entenda-os-problemas-do-sopa-para-o-brasil-e-o-mundo/#comment-2083</link>
		<dc:creator><![CDATA[MegaNão convoca: SOPA Blackout Brasil #SOPABlackoutBR &#124; Editora Artesanal Monstro dos Mares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 08:56:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[&#8230;] Brasileiras e grandes grupos econômicos a posição da sociedade Brasileira em relação ao SOPA e demais práticas, normas, medidas judiciais e leis que ameaçam a liberdade na Internet, e [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Brasileiras e grandes grupos econômicos a posição da sociedade Brasileira em relação ao SOPA e demais práticas, normas, medidas judiciais e leis que ameaçam a liberdade na Internet, e [&#8230;]</p>
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		<title>Comentário sobre MEGA NÃO! ao AI-5 Digital &#8211; #meganao por #meganao &#8211; Obrigado pela participação &#124; Arlesophia</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2009/05/07/mega-nao-ao-ai-5-digital-meganao/#comment-2043</link>
		<dc:creator><![CDATA[#meganao &#8211; Obrigado pela participação &#124; Arlesophia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2013 01:29:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[&#8230;] enviaram os links para o @mega_nao e os enviados para meu e-mail) foram catalogados e inseridos no Post que convocou o &#8220;ato [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] enviaram os links para o @mega_nao e os enviados para meu e-mail) foram catalogados e inseridos no Post que convocou o &#8220;ato [&#8230;]</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre SOPA Blackout Brasil 2012 por Matéria no Notícias do Dia sobre os protestos contra a SOPA &#124; Massa Cinzenta de Thiago Skárnio</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/campanhas/sopa-blackout-brasil/#comment-2008</link>
		<dc:creator><![CDATA[Matéria no Notícias do Dia sobre os protestos contra a SOPA &#124; Massa Cinzenta de Thiago Skárnio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2013 20:50:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[&#8230;] Matéria sobre o ato SOPA Blackout Brasil. [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Matéria sobre o ato SOPA Blackout Brasil. [&#8230;]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Carta de Olinda em Defesa do Marco Civil da Internet no Brasil por AI-5 Digital? A censura da internet!! - Canal do Otário</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2012/07/04/carta-de-olinda/#comment-1899</link>
		<dc:creator><![CDATA[AI-5 Digital? A censura da internet!! - Canal do Otário]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2013 21:37:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[&#8230;] Com o intuito de promover amplo debate sobre o assunto, opiniões favoráveis ao Marco Civil da Internet podem ser encontradas clicando aqui. [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Com o intuito de promover amplo debate sobre o assunto, opiniões favoráveis ao Marco Civil da Internet podem ser encontradas clicando aqui. [&#8230;]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Seminário na Câmara dos Deputados irá debater o AI5 Digital por Ato em Brasilia contra o AI5 Digital representará a vontade de mais de 350 mil Brasileiros &#124; Entropia !</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2011/08/20/seminario-na-camara-dos-deputados-ira-debater-o-ai5-digital/#comment-1794</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ato em Brasilia contra o AI5 Digital representará a vontade de mais de 350 mil Brasileiros &#124; Entropia !]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 01:21:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[&#8230;] &#8211; das 8:30 às 18h &#8211; Seminário no plenário 13 da Câmara a partir das 8:30 ate [&#8230;]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] &#8211; das 8:30 às 18h &#8211; Seminário no plenário 13 da Câmara a partir das 8:30 ate [&#8230;]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Denunciamos o pregão da Caixa, unidos jamais seremos vencidos por José Alves</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2012/06/21/denunciamos-o-pregao-da-caixa-unidos-jamais-seremos-vencidos/#comment-1777</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2013 14:21:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Software de qualidade é software proprietário, trabalho na Microsoft, mais precisamente dentro do Serpro e os sistemas livres de lá são uma bosta!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Software de qualidade é software proprietário, trabalho na Microsoft, mais precisamente dentro do Serpro e os sistemas livres de lá são uma bosta!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O salto triplo mortal carpado para tentar segurar o Marco Civil por FUSCA DO BAIRRO</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2012/09/17/o-salto-triplo-mortal-carpado-para-tentar-segurar-o-marco-civil/#comment-1714</link>
		<dc:creator><![CDATA[FUSCA DO BAIRRO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 17:36:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vergonhoso isto!

Dilma será lembrada como a Presidente mais privatista da história do Brasil, deixando FHC parecendo um amador. Tamanho entreguismo só ocorreu na história deste país na época das Capitanias Hereditárias. 
O PT precisa pedir a cabeça do Paulo Bernardo, antes que seja tarde demais...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vergonhoso isto!</p>
<p>Dilma será lembrada como a Presidente mais privatista da história do Brasil, deixando FHC parecendo um amador. Tamanho entreguismo só ocorreu na história deste país na época das Capitanias Hereditárias.<br />
O PT precisa pedir a cabeça do Paulo Bernardo, antes que seja tarde demais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O salto triplo mortal carpado para tentar segurar o Marco Civil por FUSCA DO BAIRRO</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2012/09/17/o-salto-triplo-mortal-carpado-para-tentar-segurar-o-marco-civil/#comment-1710</link>
		<dc:creator><![CDATA[FUSCA DO BAIRRO]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 00:27:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você está aqui:Início Mobilização contra doações de bens às Teles
PRESS RELEASE
Mobilização contra doações de bens às Teles
20 março 2013
Entidades, entre as quais a PROTESTE, são contra a privatização do que resta de público nas telecomunicações.
O movimento &quot;Banda Larga é um Direito Seu&quot;, do qual a PROTESTE Associação de Consumidores participa, vai enviar Ofício ao Ministério das Comunicações e a Anatel se manifestando contra a proposta do governo para que os bens reversíveis (que devem retornar à União após o fim do contrato de concessão das Teles) sejam entregues às operadoras como forma de incentivos para investimentos em infraestruturas de telecomunicações e em redes de acesso à banda larga.

Esta mobilização reforça o Ofício já enviado pela PROTESTE, no início deste mês, ao Ministério das Telecomunicações, com cópia à Procuradoria Geral da República e ao Tribunal de Contas da União (TCU), pois a medida cogitada pelo Ministro Paulo Bernardo aponta ao menos dois graves problemas. Primeiro, ela significa a transferência definitiva ao patrimônio das teles de bilhões em bens que constitucional e legalmente deveriam retornar à União, pedindo em troca que essas empresas invistam em si mesmas, ou seja, em redes que serão para sempre delas.

Segundo, a doação bilionária envolveria grande parte da espinha dorsal das redes de banda larga no país, enfraquecendo ainda mais o Estado na condução de políticas digitais. E seria o final do regime público nas telecomunicações, com a prestação da telefonia fixa passando exclusivamente ao regime privado.

Documento divulgado pela campanha Banda Larga destaca que: “diante do desafio de especificar quanto das redes atuais de telecomunicações são ligadas à telefonia fixa ou resultado de suas tarifas, o arranjo em avaliação sem dúvida simplifica o processo em favor das operadoras. Não só isso, minimiza as vergonhosas consequências de até agora já ter sido vendido um número considerável de bens reversíveis sem autorização ou conhecimento da Anatel, que deveria tê-los controlado desde as licitações, mas não o fez efetivamente.”

Se aprovada tal proposta, o saldo será a privatização do que resta de público nas telecomunicações e o profundo desprezo pelo caráter estratégico da infraestrutura de um serviço essencial como a banda larga. Estaremos diante do desrespeito violento à determinação constitucional de que a União é a responsável pelos serviços de telecomunicações, na medida em que perderá o direito de interferir na gestão de redes que passarão a ser exclusivamente privadas.
A justificativa ensaiada para essa operação é a de que, por um lado, os bens da concessão estão se desvalorizando e, por outro, de que é preciso disseminar fibra óptica pelo país e não há como obrigar as empresas a investirem onde não existe interesse econômico. Porém, o que o Governo quer é encontrar novo subterfúgio para não enfrentar sua falha central nesse campo: o não reconhecimento da banda larga como serviço essencial.

A necessária tarefa de levar banda larga e redes de fibra óptica a todo o Brasil poderia ser realizada sem a transferência de bens de interesse público à iniciativa privada se o Governo garantisse a prestação da banda larga também em regime público. Como visto, esse regime confere ao Estado maiores prerrogativas para exigir o cumprimento de obrigações por parte das empresas. Paralelamente, o modelo regulatório atualmente desenhado prevê mecanismos públicos de subsídio para parte dos investimentos impostos.

O principal deles é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), com recursos constantemente contingenciados pelo Governo Federal. De acordo com a lei que o instituiu, o FUST só pode ser utilizado para o cumprimento de metas de universalização, obrigação que se refere apenas a serviços prestados em regime público. Nesse caso, o financiamento público para a ampliação das redes das operadoras se justifica pelos seguintes motivos: o dinheiro se destina somente à parte dos investimentos que não pode ser recuperada com a exploração do serviço; os valores das tarifas são controlados para que o serviço seja acessível à população, contemplando-se também acessos gratuitos; e a rede construída não é patrimônio definitivo das operadoras, pois sua posse volta à União ao final da concessão. Com tais garantias, outros subsídios poderiam ser estudados e aplicados sem significar favorecimento das teles.

Entretanto, o Governo mantém a prestação da banda larga exclusivamente em regime privado, criando alternativas ilegais e bastante complicadas para lidar com a demanda de ampliar as conexões à Internet no país e, ao mesmo tempo, evitar o enfrentamento com os poderosos interesses privados. Ao invés de submeter as grandes empresas do setor às obrigações do regime público, opta pela frouxa negociação da oferta de planos de banda larga popular, por empréstimos pouco transparentes do BNDES, pela desoneração de tributos na ordem de 6 bilhões de reais para a construção de redes privadas, pela defesa da utilização do FUST também em regime privado e, agora, considera admissível a doação às teles dos bens que restaram da privatização para que elas invistam em redes próprias, não reversíveis.
Você está aqui:Início Mobilização contra doações de bens às Teles
PRESS RELEASE
Mobilização contra doações de bens às Teles
20 março 2013
Entidades, entre as quais a PROTESTE, são contra a privatização do que resta de público nas telecomunicações.
O movimento &quot;Banda Larga é um Direito Seu&quot;, do qual a PROTESTE Associação de Consumidores participa, vai enviar Ofício ao Ministério das Comunicações e a Anatel se manifestando contra a proposta do governo para que os bens reversíveis (que devem retornar à União após o fim do contrato de concessão das Teles) sejam entregues às operadoras como forma de incentivos para investimentos em infraestruturas de telecomunicações e em redes de acesso à banda larga.

Esta mobilização reforça o Ofício já enviado pela PROTESTE, no início deste mês, ao Ministério das Telecomunicações, com cópia à Procuradoria Geral da República e ao Tribunal de Contas da União (TCU), pois a medida cogitada pelo Ministro Paulo Bernardo aponta ao menos dois graves problemas. Primeiro, ela significa a transferência definitiva ao patrimônio das teles de bilhões em bens que constitucional e legalmente deveriam retornar à União, pedindo em troca que essas empresas invistam em si mesmas, ou seja, em redes que serão para sempre delas.

Segundo, a doação bilionária envolveria grande parte da espinha dorsal das redes de banda larga no país, enfraquecendo ainda mais o Estado na condução de políticas digitais. E seria o final do regime público nas telecomunicações, com a prestação da telefonia fixa passando exclusivamente ao regime privado.

Documento divulgado pela campanha Banda Larga destaca que: “diante do desafio de especificar quanto das redes atuais de telecomunicações são ligadas à telefonia fixa ou resultado de suas tarifas, o arranjo em avaliação sem dúvida simplifica o processo em favor das operadoras. Não só isso, minimiza as vergonhosas consequências de até agora já ter sido vendido um número considerável de bens reversíveis sem autorização ou conhecimento da Anatel, que deveria tê-los controlado desde as licitações, mas não o fez efetivamente.”

Se aprovada tal proposta, o saldo será a privatização do que resta de público nas telecomunicações e o profundo desprezo pelo caráter estratégico da infraestrutura de um serviço essencial como a banda larga. Estaremos diante do desrespeito violento à determinação constitucional de que a União é a responsável pelos serviços de telecomunicações, na medida em que perderá o direito de interferir na gestão de redes que passarão a ser exclusivamente privadas.
A justificativa ensaiada para essa operação é a de que, por um lado, os bens da concessão estão se desvalorizando e, por outro, de que é preciso disseminar fibra óptica pelo país e não há como obrigar as empresas a investirem onde não existe interesse econômico. Porém, o que o Governo quer é encontrar novo subterfúgio para não enfrentar sua falha central nesse campo: o não reconhecimento da banda larga como serviço essencial.

A necessária tarefa de levar banda larga e redes de fibra óptica a todo o Brasil poderia ser realizada sem a transferência de bens de interesse público à iniciativa privada se o Governo garantisse a prestação da banda larga também em regime público. Como visto, esse regime confere ao Estado maiores prerrogativas para exigir o cumprimento de obrigações por parte das empresas. Paralelamente, o modelo regulatório atualmente desenhado prevê mecanismos públicos de subsídio para parte dos investimentos impostos.

O principal deles é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), com recursos constantemente contingenciados pelo Governo Federal. De acordo com a lei que o instituiu, o FUST só pode ser utilizado para o cumprimento de metas de universalização, obrigação que se refere apenas a serviços prestados em regime público. Nesse caso, o financiamento público para a ampliação das redes das operadoras se justifica pelos seguintes motivos: o dinheiro se destina somente à parte dos investimentos que não pode ser recuperada com a exploração do serviço; os valores das tarifas são controlados para que o serviço seja acessível à população, contemplando-se também acessos gratuitos; e a rede construída não é patrimônio definitivo das operadoras, pois sua posse volta à União ao final da concessão. Com tais garantias, outros subsídios poderiam ser estudados e aplicados sem significar favorecimento das teles.

Entretanto, o Governo mantém a prestação da banda larga exclusivamente em regime privado, criando alternativas ilegais e bastante complicadas para lidar com a demanda de ampliar as conexões à Internet no país e, ao mesmo tempo, evitar o enfrentamento com os poderosos interesses privados. Ao invés de submeter as grandes empresas do setor às obrigações do regime público, opta pela frouxa negociação da oferta de planos de banda larga popular, por empréstimos pouco transparentes do BNDES, pela desoneração de tributos na ordem de 6 bilhões de reais para a construção de redes privadas, pela defesa da utilização do FUST também em regime privado e, agora, considera admissível a doação às teles dos bens que restaram da privatização para que elas invistam em redes próprias, não reversíveis.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você está aqui:Início Mobilização contra doações de bens às Teles<br />
PRESS RELEASE<br />
Mobilização contra doações de bens às Teles<br />
20 março 2013<br />
Entidades, entre as quais a PROTESTE, são contra a privatização do que resta de público nas telecomunicações.<br />
O movimento &#8220;Banda Larga é um Direito Seu&#8221;, do qual a PROTESTE Associação de Consumidores participa, vai enviar Ofício ao Ministério das Comunicações e a Anatel se manifestando contra a proposta do governo para que os bens reversíveis (que devem retornar à União após o fim do contrato de concessão das Teles) sejam entregues às operadoras como forma de incentivos para investimentos em infraestruturas de telecomunicações e em redes de acesso à banda larga.</p>
<p>Esta mobilização reforça o Ofício já enviado pela PROTESTE, no início deste mês, ao Ministério das Telecomunicações, com cópia à Procuradoria Geral da República e ao Tribunal de Contas da União (TCU), pois a medida cogitada pelo Ministro Paulo Bernardo aponta ao menos dois graves problemas. Primeiro, ela significa a transferência definitiva ao patrimônio das teles de bilhões em bens que constitucional e legalmente deveriam retornar à União, pedindo em troca que essas empresas invistam em si mesmas, ou seja, em redes que serão para sempre delas.</p>
<p>Segundo, a doação bilionária envolveria grande parte da espinha dorsal das redes de banda larga no país, enfraquecendo ainda mais o Estado na condução de políticas digitais. E seria o final do regime público nas telecomunicações, com a prestação da telefonia fixa passando exclusivamente ao regime privado.</p>
<p>Documento divulgado pela campanha Banda Larga destaca que: “diante do desafio de especificar quanto das redes atuais de telecomunicações são ligadas à telefonia fixa ou resultado de suas tarifas, o arranjo em avaliação sem dúvida simplifica o processo em favor das operadoras. Não só isso, minimiza as vergonhosas consequências de até agora já ter sido vendido um número considerável de bens reversíveis sem autorização ou conhecimento da Anatel, que deveria tê-los controlado desde as licitações, mas não o fez efetivamente.”</p>
<p>Se aprovada tal proposta, o saldo será a privatização do que resta de público nas telecomunicações e o profundo desprezo pelo caráter estratégico da infraestrutura de um serviço essencial como a banda larga. Estaremos diante do desrespeito violento à determinação constitucional de que a União é a responsável pelos serviços de telecomunicações, na medida em que perderá o direito de interferir na gestão de redes que passarão a ser exclusivamente privadas.<br />
A justificativa ensaiada para essa operação é a de que, por um lado, os bens da concessão estão se desvalorizando e, por outro, de que é preciso disseminar fibra óptica pelo país e não há como obrigar as empresas a investirem onde não existe interesse econômico. Porém, o que o Governo quer é encontrar novo subterfúgio para não enfrentar sua falha central nesse campo: o não reconhecimento da banda larga como serviço essencial.</p>
<p>A necessária tarefa de levar banda larga e redes de fibra óptica a todo o Brasil poderia ser realizada sem a transferência de bens de interesse público à iniciativa privada se o Governo garantisse a prestação da banda larga também em regime público. Como visto, esse regime confere ao Estado maiores prerrogativas para exigir o cumprimento de obrigações por parte das empresas. Paralelamente, o modelo regulatório atualmente desenhado prevê mecanismos públicos de subsídio para parte dos investimentos impostos.</p>
<p>O principal deles é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), com recursos constantemente contingenciados pelo Governo Federal. De acordo com a lei que o instituiu, o FUST só pode ser utilizado para o cumprimento de metas de universalização, obrigação que se refere apenas a serviços prestados em regime público. Nesse caso, o financiamento público para a ampliação das redes das operadoras se justifica pelos seguintes motivos: o dinheiro se destina somente à parte dos investimentos que não pode ser recuperada com a exploração do serviço; os valores das tarifas são controlados para que o serviço seja acessível à população, contemplando-se também acessos gratuitos; e a rede construída não é patrimônio definitivo das operadoras, pois sua posse volta à União ao final da concessão. Com tais garantias, outros subsídios poderiam ser estudados e aplicados sem significar favorecimento das teles.</p>
<p>Entretanto, o Governo mantém a prestação da banda larga exclusivamente em regime privado, criando alternativas ilegais e bastante complicadas para lidar com a demanda de ampliar as conexões à Internet no país e, ao mesmo tempo, evitar o enfrentamento com os poderosos interesses privados. Ao invés de submeter as grandes empresas do setor às obrigações do regime público, opta pela frouxa negociação da oferta de planos de banda larga popular, por empréstimos pouco transparentes do BNDES, pela desoneração de tributos na ordem de 6 bilhões de reais para a construção de redes privadas, pela defesa da utilização do FUST também em regime privado e, agora, considera admissível a doação às teles dos bens que restaram da privatização para que elas invistam em redes próprias, não reversíveis.<br />
Você está aqui:Início Mobilização contra doações de bens às Teles<br />
PRESS RELEASE<br />
Mobilização contra doações de bens às Teles<br />
20 março 2013<br />
Entidades, entre as quais a PROTESTE, são contra a privatização do que resta de público nas telecomunicações.<br />
O movimento &#8220;Banda Larga é um Direito Seu&#8221;, do qual a PROTESTE Associação de Consumidores participa, vai enviar Ofício ao Ministério das Comunicações e a Anatel se manifestando contra a proposta do governo para que os bens reversíveis (que devem retornar à União após o fim do contrato de concessão das Teles) sejam entregues às operadoras como forma de incentivos para investimentos em infraestruturas de telecomunicações e em redes de acesso à banda larga.</p>
<p>Esta mobilização reforça o Ofício já enviado pela PROTESTE, no início deste mês, ao Ministério das Telecomunicações, com cópia à Procuradoria Geral da República e ao Tribunal de Contas da União (TCU), pois a medida cogitada pelo Ministro Paulo Bernardo aponta ao menos dois graves problemas. Primeiro, ela significa a transferência definitiva ao patrimônio das teles de bilhões em bens que constitucional e legalmente deveriam retornar à União, pedindo em troca que essas empresas invistam em si mesmas, ou seja, em redes que serão para sempre delas.</p>
<p>Segundo, a doação bilionária envolveria grande parte da espinha dorsal das redes de banda larga no país, enfraquecendo ainda mais o Estado na condução de políticas digitais. E seria o final do regime público nas telecomunicações, com a prestação da telefonia fixa passando exclusivamente ao regime privado.</p>
<p>Documento divulgado pela campanha Banda Larga destaca que: “diante do desafio de especificar quanto das redes atuais de telecomunicações são ligadas à telefonia fixa ou resultado de suas tarifas, o arranjo em avaliação sem dúvida simplifica o processo em favor das operadoras. Não só isso, minimiza as vergonhosas consequências de até agora já ter sido vendido um número considerável de bens reversíveis sem autorização ou conhecimento da Anatel, que deveria tê-los controlado desde as licitações, mas não o fez efetivamente.”</p>
<p>Se aprovada tal proposta, o saldo será a privatização do que resta de público nas telecomunicações e o profundo desprezo pelo caráter estratégico da infraestrutura de um serviço essencial como a banda larga. Estaremos diante do desrespeito violento à determinação constitucional de que a União é a responsável pelos serviços de telecomunicações, na medida em que perderá o direito de interferir na gestão de redes que passarão a ser exclusivamente privadas.<br />
A justificativa ensaiada para essa operação é a de que, por um lado, os bens da concessão estão se desvalorizando e, por outro, de que é preciso disseminar fibra óptica pelo país e não há como obrigar as empresas a investirem onde não existe interesse econômico. Porém, o que o Governo quer é encontrar novo subterfúgio para não enfrentar sua falha central nesse campo: o não reconhecimento da banda larga como serviço essencial.</p>
<p>A necessária tarefa de levar banda larga e redes de fibra óptica a todo o Brasil poderia ser realizada sem a transferência de bens de interesse público à iniciativa privada se o Governo garantisse a prestação da banda larga também em regime público. Como visto, esse regime confere ao Estado maiores prerrogativas para exigir o cumprimento de obrigações por parte das empresas. Paralelamente, o modelo regulatório atualmente desenhado prevê mecanismos públicos de subsídio para parte dos investimentos impostos.</p>
<p>O principal deles é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), com recursos constantemente contingenciados pelo Governo Federal. De acordo com a lei que o instituiu, o FUST só pode ser utilizado para o cumprimento de metas de universalização, obrigação que se refere apenas a serviços prestados em regime público. Nesse caso, o financiamento público para a ampliação das redes das operadoras se justifica pelos seguintes motivos: o dinheiro se destina somente à parte dos investimentos que não pode ser recuperada com a exploração do serviço; os valores das tarifas são controlados para que o serviço seja acessível à população, contemplando-se também acessos gratuitos; e a rede construída não é patrimônio definitivo das operadoras, pois sua posse volta à União ao final da concessão. Com tais garantias, outros subsídios poderiam ser estudados e aplicados sem significar favorecimento das teles.</p>
<p>Entretanto, o Governo mantém a prestação da banda larga exclusivamente em regime privado, criando alternativas ilegais e bastante complicadas para lidar com a demanda de ampliar as conexões à Internet no país e, ao mesmo tempo, evitar o enfrentamento com os poderosos interesses privados. Ao invés de submeter as grandes empresas do setor às obrigações do regime público, opta pela frouxa negociação da oferta de planos de banda larga popular, por empréstimos pouco transparentes do BNDES, pela desoneração de tributos na ordem de 6 bilhões de reais para a construção de redes privadas, pela defesa da utilização do FUST também em regime privado e, agora, considera admissível a doação às teles dos bens que restaram da privatização para que elas invistam em redes próprias, não reversíveis.</p>
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		<title>Comentário sobre Entenda os problemas do SOPA para o Brasil e o mundo por MegaNão convoca: SOPA Blackout Brasil #SOPABlackoutBR &#124; Editora Artesanal Monstro dos Mares</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 20:21:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Brasileiras e grandes grupos econômicos a posição da sociedade Brasileira em relação ao SOPA e demais práticas, normas, medidas judiciais e leis que ameaçam a liberdade na Internet, e [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Brasileiras e grandes grupos econômicos a posição da sociedade Brasileira em relação ao SOPA e demais práticas, normas, medidas judiciais e leis que ameaçam a liberdade na Internet, e [...]</p>
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		<title>Comentário sobre Sociedade civil e academia contra a autoridade da ITU sobre a Internet por FUSCA DO BAIRRO</title>
		<link>http://meganao.wordpress.com/2012/10/06/sociedade-civil-e-academia-contra-a-autoridade-da-itu-sobre-a-internet/#comment-1699</link>
		<dc:creator><![CDATA[FUSCA DO BAIRRO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 01:56:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[João Carlos Caribé ‏@caribe
Brasil! De volta a ditadura! Olha se isto não esta a dois passos do AI5 digital http://t.co/bHphpNu18g DEPUTADO CLAUDIO CAJADO quer censurar a interent]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Carlos Caribé ‏@caribe<br />
Brasil! De volta a ditadura! Olha se isto não esta a dois passos do AI5 digital <a href="http://t.co/bHphpNu18g" rel="nofollow">http://t.co/bHphpNu18g</a> DEPUTADO CLAUDIO CAJADO quer censurar a interent</p>
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