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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ligue o computador com a tecla "Num Lock" ativada

Sabe aquele teclado numérico que fica a direita do seu teclado? Você liga o seu Ubuntu e sempre precisa apertar "Num Lock" para usar ele? Você acha isso chato? Já tá cansado de ter que apertar esta teclinha para digitar a sua senha numérica? Seus problemas acabaram, basta instalar um pacotinho simples para que o Num Lock esteja ativado logo que você liga o computador.

Vá até o terminal e digite:

sudo aptitude install lockx

Essa não é nova, mas um amigo se surpreendeu quando eu contei para ele.

Abraços a todos.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Aumentando o volume do seu microfone (ou até mesmo fazendo ele funcionar...)

Estava procurando um tutorial que colocasse o microfone do meu micro num volume decente, pois ele estava muito baixo. Achei a resposta em uma dica para fazê-lo funcionar no feisty. Usei no meu Gutsy e deu muito certo. O volume agora está jóia.

Traduzo aqui o conteúdo do site em inglês.

  1. Dê um duplo clique no ícone do auto-falante ao lado do relógio.
  2. Agora clique em Editar/Preferências.
  3. Certifique-se que todas as chaves relativas ao microfone estejam selecionadas. Selecione também a opção Captura.
  4. Agora devem aparecer as abas Gravando, Chaves e Opções no painel de controle de volume.
  5. Certifique-se que nada nestas abas esteja "deselecionado", com o volume baixo ou "mutado".
  6. Na aba Opções, Mic-select. deve estar em mic-in.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Teclado Brasileiro


O teclado QWERTY possui esse nome por causa das 6 primeiras teclas da primeira fila. A disposição das teclas foi patenteada por Cristopher Sholes em 1868 e vendida a Remington em 1873, quando surgiu pela primeira vez nas máquinas de escrever.

O principal objetivo do teclado QWERTY era impedir que os tipos de impressão das antigas máquinas de escrever se prendessem ao serem datilografadas com mais velocidade (quem nunca usou uma máquina de escrever, provavelmente não deve nem saber do que eu estou falando). Portanto para isso, afasta o máximo possível as teclas mais usadas.

O tempo passou e os computadores herdaram a mesma disposição de teclas das velhas máquinas de escrever... Porém, como os computadores não utilizam tipos de impressão, o teclado QWERTY não faz mais nenhum sentido. Para corrigir isso, foi criado o teclado do tipo DVORAK, que faz justamente o oposto do seu antecessor, ou seja, coloca as teclas mais usadas próximas aos dedos mais ágeis, facilitando muito a digitação. Na língua inglesa, por exemplo, utiliza-se 20 vezes menos esforço do que utilizando-se o QWERTY.

Acontece que ao contrário deste, o DVORAK não é internacional, pois coloca a disposição das teclas de acordo as letras mais utilizadas em determinada língua a que se destina.

Acontece que até hoje o Brasil não tem o seu teclado Dvorak devidamente normatizado. Para compensar isso, o Ari Caldeira fez um estudo minucioso e criou ele mesmo o teclado Dvorak brasileiro.

É simplesmente assombroso! Ele estudou as letras mais usadas no português e criou uma nova disposição das letras no teclado. Como se não bastasse isso, ele disponibiliza tutoriais e drivers (para windows e linux) de como criar você mesmo um teclado Dvorak. Para quem tem LER, ou tendinite, é uma mão na roda. O único problema (e talvez por isso ninguém tenha feito isso antes dele, é que a pessoa tem que reaprender a digitar). Como a maioria das pessoas nunca aprendeu a digitar para valer mesmo, então isso não seria problema.

Na minha opinião, a proposta do Ari deveria resultar numa norma ABNT para o teclado Dvorak brasileiro. O endereço do site é: www.tecladobrasileiro.org. Lá você encontra todo o procedimento e estatísticas que deram origem a proposta.

PS: no próximo mês eu devo postar mais espaçadamente, pois vou entregar meu TCC... Logo que isso acontecer, volto ao ritmo normal... ;-)


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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Como atribuir um rótulo a um pen drive no Linux? (ou outro dispositivo USB)

Vi a pergunta acima na lista de discussão do ubuntu-br e fui a luta para descobrir. Não é tão difícil assim e funciona. Talvez aja um modo de fazer o mesmo com a ferramenta tune2fs, porém achei mais difícil entender o funcionamento dela do que a da mlabel que é a que vamos usar.

O legal de se atribuir um rótulo é que, toda vez que você plugar o pendrive em um computador, ele sempre vai ser montado no diretório padrão, seguido do nome do rótulo. Por exemplo:

Se atribuirmos o rótulo PENDRIVE para um determinado drive USB, ele sempre vai ser montado no /diretório padrão/PENDRIVE (no meu caso é o /media/PENDRIVE), e isso independentemente do ponto de montagem que estiver definido no arquivo /etc/fstab. Pelo que eu pude ver, a maioria das pessoas altera o ponto de montagem na tabela fstab, o que acaba funcionando apenas no computador da pessoa. Então mãos a obra.

A primeira coisa a se fazer é descobri qual o tipo de sistema de arquivos que o pendrive possui. Isso pode ser feito facilmente clicando com o botão direito em cima do ícone do drive no desktop e em propriedades. Na guia "volume" há a descrição do tipo de sistema de arquivos utilizado. Se for do tipo FAT ou FAT32 (vfat), o que é mais provável, pode-se utilizar o tutorial abaixo. Caso a partição seja ext2 ou ext3, creio que seja possível utilizar a ferramenta e2label.

A segunda coisa a se fazer é instalar o pacote mtools, caso você ainda não o tenha instalado, pode fazer via apt. Eu não me lembro de tê-lo instalado antes, então acho que ele deve ter vindo com o Ubuntu por padrão, de qualquer forma, é só digitar o comando abaixo.

sudo apt-get install mtools

O próximo passo é descobrir qual o diretório referente ao pendrive através do comando df:

no meu caso o diretório é o /dev/sdb1

Agora vamos atribuir a letra P: como drive portátil USB editando o arquivo /etc/mtools.conf

sudo gedit /etc/mtools.conf

e acrescentar as linhas abaixo ao final:

# # primeiro drive USB
drive p: file="/dev/sdb1"
mtools_skip_check=1


no meu caso, tive que acrescentar a terceira linha, pois sem ela não funcionava. Se quiser pode tentar sem para ver o resultado.

Agora podemos ver o rótulo atual do drive digitando:

mlabel -s p:

e atribuir facilmente um novo rótulo:

mlabel p:PENDRIVE

É preciso desmontar e montar o drive novamente para que a alteração tenha efeito.

Espero poder ter ajudado ;-)

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