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quinta-feira, 27 de março de 2014

Marco Civil da Internet: é preciso agir agora

O Marco Civil foi aprovado na Câmara dos Deputados e agora é preciso a aprovação do texto no Senado, para que o projeto finalmente vá para sanção presidencial.

Abaixo, reproduzo um texto que escrevi para o portal iMaster sobre o assunto e que encontra-se disponível em: http://imasters.com.br/gerencia-de-ti/tendencias/marco-civil-da-internet-e-preciso-agir-agora/

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Pense e responda: você tem certeza, mas certeza mesmo, de que o atual marido da sua ex-mulher (que, por acaso, é um alto diretor da sua companhia telefônica) não acessa o seu histórico telefônico para saber com que frequência vocês ainda se falam? É muito provável que não. No entanto, tudo muda caso você tenha provas, ou mesmo fortes indícios, contra o atual marido da sua ex-mulher. Numa hipótese desse tipo, você teria plenas condições (e todo o direito) de processar, não apenas os indivíduos envolvidos, mas principalmente as empresas para a qual eles trabalham.

Empresas de telecomunicação possuem um grande poder, pois detêm a guarda de informações relativas à vida privada de toda uma sociedade. Por isso mesmo, o serviço prestado por elas é considerado de interesse público, o que submete esse mercado a um controle governamental mais rígido, afinal, trata-se de um serviço de fundamental importância. E elas possuem plenas condições técnicas de monitorar um indivíduo. No entanto, a Constituição Brasileira está do lado do cidadão, garantindo a ele o direito ao sigilo de sua vida privada. A lei garante que os dados que você cria ao utilizar os serviços dessas empresas , são seus, e não delas. O fato de você utilizar a infraestrutura das companhias para gerar esses dados não muda que os dados são sempre seus.

marco-civil-empresarios


E mais do que isso, essas empresas têm a obrigação de zelar pelos seus dados privados, podendo inclusive ser responsabilizadas caso permitam o vazamento de informações fora dos contextos previstos em lei: processos e investigações criminais mediante autorização judicial. Diante disso, sua empresa de telefonia pode ser processada caso permita que seu histórico telefônico vá parar nas mãos de terceiros sem autorização para isso.

Parece óbvio, mas nem sempre foi assim. Foi necessário muito tempo até que nossa sociedade chegasse a essas conclusões e o direito à privacidade se constituísse como fundamental. Basta lembrar que na idade média o senhor feudal – e mais tarde o rei – possuía autoridade sobre a vida pública e privada de seus servos, e que há pouco mais de 200 anos o Senhor de Terras agia da mesma forma com seus escravos. O direito à privacidade nasce, portanto, com o surgimento da República: a separação entre Estado e Sociedade resulta na separação entre vida pública e privada.

Apesar disso, os contornos de questões relativas à privacidade eram bem mais delineados no passado. Hoje, as fronteiras não são mais tão nítidas como costumavam ser . Até onde vai a privacidade alheia e tem início a vida pública? E, quando se trata da Internet, regras como as descritas até aqui parecem não ter a mesma validade. Na verdade, a lógica parece ser justamente o inverso.
Como não há leis que garantam a privacidade dos dados digitais dos indivíduos frente ao poder das corporações de Internet, estes se encontram totalmente desprotegidos a partir do momento em que aceitam termos de serviço “leoninos”, ou seja, desiguais, que garantem todo o poder para o fornecedor do serviço e nenhuma garantia para quem os utiliza.

É exatamente o que fazem empresas como Google, Facebook, Microsoft e Apple: ao aceitar os termos de serviço e privacidade, sem os quais não é possível fazer uso de Gmail, Facebook, Skype ou iCloud, o cidadão expõem sua vida privada ao poder desproporcional dessas corporações. Com isso elas podem utilizar todo o conhecimento gerado sobre você de maneira quase que indiscriminada. Não importa se elas usam os seus dados simplesmente para vender produtos que você supostamente precisa ou para espionar a sua vida pessoal e profissional. O problema é que se trata unicamente de muito poder nas mãos de uma “pessoa” só. É preciso, no mínimo, equilibrar essa balança.

Atualmente, estamos numa encruzilhada: não podemos mais prescindir dos serviços online que usufruímos, ao mesmo tempo em que deliberadamente entregamos nossos dados a essas empresas (e outras), inconscientes do potencial perigo que isso representa.

marco-civil


O problema se agrava quando o Estado, que supostamente deveria proteger o cidadão de interesses contrários ao público, acaba se aproveitando de todo esse poder de concentração de dados para também ter acesso a eles, facilitando, assim, seu controle sobre a sociedade. A divulgação da existência do PRISM (o programa de espionagem digital do governo americano) confirma que este tipo de ação vai muito além da “simples” espionagem política, passando inclusive por interesses comerciais.

Indivíduos, e principalmente empresas, deveriam redobrar a atenção antes de decidirem fazer uso de serviços de nuvens públicas, pois tudo aquilo que parecia ser teoria da conspiração confirmou-se graças ao ato de Edward Snowden. Se não fosse por ele, provavelmente ainda estaríamos alheios a tudo o que foi revelado.

A solução, nesse caso, seria a aprovação de leis que ampliem o direto dos individuais para o campo das redes digitais. O projeto de lei do Marco Civil da Internet, em tramitação na Câmara há mais de dois anos, é um primeiro passo nesse sentido.

Além disso, é preciso ficar atento para que o projeto, que nasceu de uma iniciativa popular, não seja descaracterizado, perdendo assim sua função. Hoje, uma alteração no texto original já permite que conteúdo seja retirado da rede sem a necessidade de decisão judicial. Essa é uma mudança inadmissível porque dá margem a “acusações vazias”, que têm intuito apenas de retirar conteúdo que possa desagradar a determinados grupos sociais, como detentores de direitos autorais.

Outro ponto polêmico é a garantia de neutralidade da rede. Ela determina que provedores de infraestrutura não podem ter controle sobre o conteúdo que passa por essa infraestrutura. Se essa garantia cair, provedores poderão filtrar os pacotes de dados para criar planos diferenciados de acesso de acordo com o conteúdo que você quer consumir. Nesse caso, não importará mais quantos “mega” tem o seu plano de acesso à Internet, você ainda assim terá que pagar custos adicionais para poder fazer uso de serviços como VoIP ou streaming de vídeo de forma minimamente decente.

Como se pode ver, os únicos a ganhar com essa decisão são as grandes corporações de telecomunicação, pois elas poderão aumentar suas margens de lucro sem que para isso seja necessário aumentar a sua infraestrutura ou incluir mais gente ao serviço. Tal decisão mudaria drasticamente o modelo de negócio vigente até agora, no qual a largura da banda determina o que você pode fazer na rede.

Por tudo que foi falado até aqui, é importante que elevemos a consciência da população em geral em relação à importância do tema, aumentando assim a pressão popular pela aprovação integral do Marco Civil da Internet. Portanto, converse com seus amigos e familiares sobre o projeto, seja nas rodas de bar ou nas redes sociais.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Para que serve uma web aberta?

No último dia 29 de junho, fui convidado para falar no evento 7 Masters sobre Open Web, promovido pelo portal iMasters. A proposta é convidar 7 pessoas que fazem uma palestra rápida de 7 minutos (ou um pouco mais, no meu caso) sobre um determinado tema, abordando assim 7 visões sobre um determinado assunto. Como as palestras são rápidas, assistir aos vídeo não cansa tanto (a minha lista de "assistir mais tarde" do YouTube que o diga...)

Esse é um assunto do qual eu nunca tinha me prontificado a falar, mas aceitei o convite com gosto, pois o tema é pra lá de interessante. Pensei primeiro em falar sobre o projeto Webmakers, da Mozilla, que tem a intenção de levar o conhecimento sobre uma internet aberta para um público não técnico.

Mais tarde achei que não daria para abordar esse assunto em tão pouco tempo e resolvi falar sobre o porque considero importante termos uma internet aberta e projetos como o Webmakers.

Gostei muito da oportunidade de falar do assunto e surgiram diversas ideias para melhorar a palestra. Os slides da palestra (feitos em HTML5 e reveal.js) não dizem muito sobre a apresentação, mas a título de curiosidade, colocarei ele aqui para quem quiser ter uma ideia. Espero poder ter outra oportunidade de apresentar o tema. Quando o vídeo sair, tento blogar ele aqui.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Nethogs: descubra quais processos estão consumindo a sua banda de internet

Há muito tempo que eu queria encontrar uma ferramenta que faz o que o nethogs faz. Às vezes você constata através de um screenlet ou applet qualquer que a sua banda de internet está sendo consumida, mas não consegue saber qual o processo que está gerando tal consumo. O nethogs faz exatamente isso para você. Trata-se de uma ferramenta de linha de comando do tipo "top" para medir o consumo de banda, mas que ao contrário de outras ferramentas, exibe os resultados por processo. Dessa forma você consegue ver qual processo é responsável por que porcentagem de utilização de tráfego.

Para instalar o nethogs, basta digitar:
sudo aptitude install nethogs

Para rodar digite:
sudo nethogs

e opcionalmente adicione a interface
sudo nethogs wlan0

Uma vez com o programa rodando, digite "M" para alterar entre KB/s ou valores totais e Esc ou Q para sair.

Abaixo uma tela para se ter uma ideia:


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Ubuntu Developer Week - Semana do Desenvolvedor Ubuntu

Quer colocar as suas habilidades de desenvolvedor a prova? Então que tal ajudar no desenvolvimento da distribuição Linux que mais cresce no mundo??? Sua oportunidade chegou. De 25 a 29 de Janeiro estará acontecendo a Semana do Desenvolvedor Ubuntu (Ubuntu Developer Week), uma semana de palestras e oficinas que acontecerão online via IRC. Nela você poderá:

  • aprender sobre diferentes técnicas de empacotamento

  • saber mais sobre os diferentes times de desenvolvimento do Ubuntu

  • descobrir os esforços feitos por uma comunidade mundia de desenvolvimento

  • participar de uma sessão aberta de perguntas e respostas com desenvolvedores do Ubuntu

  • e muito mais...


Para saber mais sobre o evento e visualizar os temas abordados, acesse o wiki do Ubuntu Developer Week.

Todas as aula acontecerão no IRC (no canal #ubuntu-classroom da rede irc.freenode.net), portanto qualquer cliente IRC pode ser utilizado, porém foi desenvolvida uma aplicação muito interessante especialmente para este tipo de "evento online de aprendizagem" do Ubuntu, seu nome é Lernid.

O Lernid trás muitos recursos interessantes. Apesar de ser um cliente IRC simplificado, pois pode ser facilmente utilizado até mesmo por aqueles que não estão habituados a utilizar o IRC (uma vez que ele mostra logo de cara os eventos de aprendizagem do Ubuntu agendados e os canais associados a ele), possui características avançadas como:

  • visualização de slides em tempo real - aqueles que estiverem dando as aulas podem exibir slides a todos os participantes.

  • visualização de sites em tempo real - palestrantes podem exibir páginas web para todos os participantes através de um browser embutido na ferramenta.

  • conversão de hora UTC - exibe automaticamente as horas dos eventos (que normalmente estão em UTC) para seu horário local.

  • Lembrete - avisa você do início dos eventos 10 minutos antes deles terem início.


Sinceramente, fiquei impressionado com a simplicidade e a criatividade da ferramenta. Para instalá-la é muito simples

sudo add-apt-repository ppa:lernid-devs/lernid-releases
sudo apt-get update
sudo apt-get install lernid


Para uma apresentação do Lernid, recomendo esta página.

Fonte


sábado, 16 de janeiro de 2010

Ubuntu User Day - Dia do Usuário Ubuntu



Dia 23 de Janeiro será o primeiro Dia do Usuário Ubuntu, ou Ubuntu Users Day, em inglês. Será um dia de informação aprofundada voltado a usuários iniciantes e intermediários, além daqueles interessados em utilizar o Ubuntu. Serão abordados em 14 aulas já agendadas, tópicos variados: instalação do Ubuntu, conseguindo ajuda, programas equivalentes, usando o IRC, se envolvendo na comunidade e muito mais.

As aulas acontecerão no canal #ubuntu-classroom sendo que as perguntas serão feitas no canal #ubuntu-classroom-chat na rede irc.freenode.net. Mais informações e a lista completa de aulas em: http://wiki.ubuntu.com/UserDays

Haverá também uma versão do Ubuntu User Day em Espanhol: https://wiki.ubuntu.com/DiaDelUsuarioUbuntu

Convido o Time do IRC BR a promover algo parecido, ou ao menos estimular a participação no IRC? O que acham da idéia?

Fonte: http://fridge.ubuntu.com/node/1968


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

100 cursos online (e gratuitos) de tecnologia em renomadas faculdades estrangeiras

Você acha que um curso de TI em uma faculdade do exterior seria o impulso ideal para a sua carreira? Que tal fazer um a distância? E melhor, de graça!

Ou então apenas ampliar o seu conhecimento, mesmo sem ser da área? De qualquer forma, será preciso muito esforço. Se você se interessou pelo assunto. Dê uma olhada no link do onlinecourses.org abaixo e divirta-se com as opções. Há delas para todos os gostos.

http://www.onlinecourses.org/2009/10/28/100-incredible-open-courses-for-the-ultimate-tech-geek/

Abraços,

Kemel Zaidan aka Legendario

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Curso Info: Configurando sua rede Wi-Fi disponível gratuitamente

Parece bobagem, mas independentemente do sistema operacional usado, tem muita gente que ainda não sabe configurar direito o seu roteador Wi-Fi (Que digam as redes wep aqui perto de casa...). Apesar de uma tarefa simples, configurar bem uma rede Wi-Fi exige algum conhecimento técnico em relação a algumas opções utilizadas e muita gente não faz a menor ideia de onde começar.

Por isso o fato da revista Abril ter liberado o seu Curso Info para visualização online é uma boa notícia nestes casos.
Apesar de estar baseado no Windows Vista, o básico sobre configurações do roteador e segurança aplica-se a qualquer sistema. Quem quiser dar uma olhada no curso, pode acessar o link: http://info.abril.com.br/dicas/cursos/redewifi/curso.html

Abraços,

Kemel Zaidan aka Legendario

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Livro: ‘Para Entender a Internet’ é grátis e cabe em um email

Para entender a internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede” é uma experiência diferente de publicação e divulgação de livro. Não têm editora, ficou pronto em 45 dias, está integralmente disponível pela Web, foi lançado (17/03) pelo Twitter sem anúncio formal para a imprensa, cabe em um email e recebeu mais de 500 recomendações espontâneas de leitura em três dias.


Entre os autores, Edney Souza, o Interney, um dos blogueiros mais conhecidos do Brasil hoje, é quem escreve sobre blog. Soninha Francine, vereadora, atual sub-prefeita em São Paulo, escreve sobreinternet e lei eleitoral. Fábio Seixas, um dos brasileiros mais seguidos no Twitter, fez o texto sobre micro-blogging. Sérgio Amadeu, ativista combativo do software livre, escreve sobre pirataria online. Ronaldo Lemos, um dos ativistas brasileiros mais conhecidos e respeitados internacionalmente, explica o que é o Creative Commons.



Aqui o livro: http://paraentenderainternet.blogspot.com/
Aqui os autores: http://www.naozero.com.br/autores-para-entender
Aqui sobre o livro e o lançamento:http://www.naozero.com.br/making-off-para-entender


Muitas pessoas ainda sentem que a tal revolução trazida pela Web é uma festa para a qual eles não foram convidados. Muitos professores de escolas públicas e privadas, empreendedores, executivos, comunicadores, administradores públicos e uma boa parte da sociedade civil não entendem o motivo de tanta euforia em relação à internet. Esse livro pretende ser um convite para que elas entrem e participem da festa.


“Para entender a internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede” reúne textos originais de ativistas, acadêmicos e profissionais que estão ajudando a inventar/moldar a cultura da Web no Brasil. Apesar de terem sido produzidos pensando no leitor com pouca familiaridade com a Web, os textos vão além das simplificações e dos modismos para, ao mesmo tempo, ensinar e provocar.


É uma experiência de produção de conteúdo educativo usando a Rede que começou na Campus Party em janeiro de 2009. É também um projeto colaborativo - literalmente - publicado com licença CC e aberto a interferências.


Temas:
Noções:
beta, capital social / Whuffie, cauda longa, co-working, cultura do remix, cyberpunk, ética hacker, interatividade, metodologias ágeis, rede social, viral, Web 2.0


Práticas: blog, bridge-blogger, comunidades de prática, consumer-to-consumer (C2C), Creative Commons, fotografia digital, jogos eletrônicos, jornalismo colaborativo, micro-blogging, mobile, Open Space / Barcamp, peer-to-peer (P2P), podcast, propaganda online, wiki


Desafios: brecha digital / exclusão digital, cyberbullying , ecologia digital, Lei Azeredo, Lei Eleitoral e internet, lixo eletrônico, pirataria, privacidade, spam, voluntariado em rede.

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/20/livro-para-entender-a-internet-e-gratis-e-cabe-em-um-email/

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Corte francesa anula lei que punia quem distribuisse conteúdo protegido pela internet

Finalmente o bom senso voltou a reinar nas mentes dos dirigentes da Europa:

A corte francesa julgou hoje (10) que a lei Hadopi, que pune gradativamente quem compartilha arquivos pela internet, não está mais em vigor.

O motivo seria a contravenção de duas áreas constituintes da Declaração dos Direitos Humanos e do Cidadão de 1789, nos artigos 5, 9 e 11.

Segundo o documento que justifica a suspensão da medida, havia ali uma série de determinações que violam o direito do livre discurso e da presunção da inocência (seguindo o preceito de ´inocente até que prove a culpa´).

“A liberdade de expressão e de comunicação é tão valiosa que o seu exercício é uma condição indispensável para a democracia”, declarou por escrito a corte da França, que também considerou a inadequação da lei: “os ataques sobre o exercício dessa liberdade devem ser necessários, adequados e proporcionais aos objetivos desejados”.

Chamada informalmente de “dupla punição”, a medida era aplicada por um sistema de avisos virtuais e telefônicos aos usuários que baixarem conteúdo sem pagar por direitos autorais.

Caso insistisse na prática após duas advertências, a conexão era suspensa por dois meses. Nesse meio tempo, o usuário punido continuaria a pagar pelos serviços de internet.

A lei entrou em vigor mês passado, por legislatura na administração do presidente Nicolas Sarkozy, depois de uma série de votações na Assembléia Nacional da França.

A anulação da lei acontece poucos dias depois que a inteligência militar do país foi usada para cessar as operações do maior indexador de torrents do país, o SnowTigers.



Será que o Deputado Bispo Gê ficou sabendo disso??? Copiar lei idiota (e agora inconstitucional) pode ser considerado o que?

Contribua para a saúde da internet brasileira informando-se e não votando em quem não merece.

Fonte

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