Só se for aqui no Brasil porque usar a expressão “preço de banana” nos Estados Unidos não vai dar.
A foto foi tirada por mim em um Starbucks perto da 5° Avenida em Nova York.
Por questões históricas o sistema de aviação mundial usa milhas ao invés de quilômetros para calcular a distância entre dois aeroportos. Este mesmo padrão é usado pelas principais companhias de aviação mundial para o cálculo de pontos ou milhas que você recebe nos programas de fidelização das companhias, ou seja, uma milha voada, uma milha pontuada (com algumas excessões, claro).
Mas nem todas são assim e este post vem esclarecer e alertar aqueles viajantes que usam o programa Fidelidade da companhia TAM que infelizmente, por motivos próprios da mesma (e até aqui não esclarecidos), recebem menos pontos (ou milhas) do que poderiam receber em outras companhias.
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A primeira parte de minha primeira estada nos EUA já acabou. Foram 4 dias em Portland, no estado de Oregon com bastante coisa para contar mesmo não fazendo turismo realmente, afinal esta etapa da viagem seria de trabalho e não de passeio. Mesmo assim, perambulando pelas ruas da cidade nos fins de tarde, que nesta época se estendem até as oito e meia da noite, pude ver algumas coisas interessantes sobre “los gringos”. Mas antes, um pouco da saga até Portland.
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Depois de perambular por vinte e nove países tão antagônicos como Timor Leste e Alemanha ou ainda Vietnã e Chile, dia 25 embarco para minha primeira viagem aos Estados Unidos; um fato estranho para quem sempre gostou de viajar e está constantemente andando pelo mundo. Mas postergar até agora esta viagem teve suas razões, boas ou más, as quais não creio que macularam de nenhuma forma o que quer que seja no meu curriculum de viajante.
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Brasileiro não sabe ler mesmo. E não estou falando inglês, espanhol, grego, sânscrito ou tetum. Estou falando do português, aquele que se vê, fala e escreve todos os dias em tudo que é lugar deste país. E uma das perguntas que sempre vejo nos fóruns de discussão e que também fazem a mim é sobre alfândega, ou seja, quanto vai ser pago por um bem trazido do exterior que não esteja dentro daquilo que é proibido de se trazer como bagagem acompanhada. Para encurtar a história, um simples exemplo.
Vou comprar um computador nos EUA por US$ 1.500,00. Quanto tenho que pagar de imposto na alfândega?
A regra é clara. Se você retornar para casa de avião, vai pagar US$ 500,00 de impostos e nada mais. Se vier de navio, trem, carro, jegue ou qualquer coisa por terra ou mar, serão U$ 600,00. Como é isso? Simples.
A legislação brasileira diz que, em viagens de avião, sua cota sem impostos é de quinhentos dólares e em viagens por terra ou mar, trezentos dólares. Do montante que passar deste valor, você irá pagar 50% sobre o que excedeu a cota. LEIA: SOBRE O QUE EXCEDEU!
Se o computador custa mil e quinhentos dólares, retira-se quinhentos da cota e sobram mil. Sobre estes mil dólares, irá pagar 50% de impostos, ou seja, quinhentos dólares. Somando com o valor do computador, o custo total do mesmo é de dois mil dólares.
Entendeu agora? Não pergunte de novo, ok?
Pegue um coração, cheio de alegria
E toda a magia de uma tarde em Itapoã.
Ponha compreensão, no seu dia-dia,
E o ruim de hoje deixe prá fazer amanhã.
Ganhe pra viver, viva com carinho
E de preferência sem ter contas prá pagar.
Olhe pra você, não pro seu vizinho,
Que o tempo que passa não vai nunca te esperar.
Tá bom mas é bom não esquecer
Que a vida não livra a de ninguém.
O nosso futuro ninguém vê,
E o presente é o que se tem.
Da morte ninguém pode falar
Pois nunca voltaram prá dizer
E só mesmo o que a gente plantar
É o que um dia vai colher
O amor e a paixão, entram nesse jogo,
A paixão é fogo muito fácil de apagar.
O verdadeiro amor, cresce diferente,
Cotidianamente a gente tem que cultivar.
A vida não é, sempre o que se espera
Pobre de quem não se considera um aprendiz.
Cada um é um, tudo vale nada,
Se até o fim da estrada não se chega a ser feliz.
Um dos motivos que me levou (e me leva) a nunca mais passar em frente a uma seção eleitoral aqui no Brasil é esta: o presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores, conhecida como o braço sindical do partido da situação, o PT, num evento em Brasília lança a magistral idéia de que a privatização dos aeroportos brasileiros é um crime. Lendo isso o leitor se pergunta: “mas se a CUT é do PT e o PT está no governo, este cara está metendo bala na sua gente?” Sim, isso mesmo. É o chamado “fogo amigo” que vezes pega de raspão, vezes acerta na veia.
Existe um fundo de verdade nesta afirmação de crime pois a idéia do Planalto é pegar os “melhores” aeroportos (aqueles que dão mais lucro) e privatizar, enquanto os menores continuariam na lama. Em meu ponto de vista, certo seria aquele que deseja comer o filé, que coma a carne de pescoço junto. Quer Guarulhos? Ótimo. Leva junto os aeroportos de Bauru, Chapecó e Campo Grande. Quer Brasília? Leva São Luiz, Palmas, Goiânia e Rio Verde. Algo mais ou menos como relação com mulher separada e com filhos: tem que levar o pacote todo e não só uma parte.
No frigir dos ovos a questão é uma só: sindicato no Brasil serve para cabide de emprego de alguns, encheção de saco para a população e tormento para empresas e governo. Tão desbaratinados quanto cachorro em dia de mudança, se deixar pegam em armas para fazer “justiça social”. Enquanto isso, semana que vem saio para mais uma maratona por aeroportos brasileiros não privatizados, não funcionais, não decentes mas… sindicalizados. Afinal, a luta continua.